sexta-feira, 11 de março de 2022
O templo mais antigo da freguesia dos Biscoitos ilha Terceira
terça-feira, 8 de março de 2022
A Alcatra da Ilha Terceira nos Açores teve a sua origem nos primeiros povoadores
sábado, 5 de março de 2022
Afonso Vaz de Azevedo foi um dos povoadores dos Açores
Afonso Vaz de Azevedo foi um dos povoadores dos Açores cujas famílias actuais descendem, uns, de Afonso Vaz de Azevedo, e, outros, de Fernão Vaz de Azevedo, seu sobrinho, os quais passaram nos fins do século XV à ilha Terceira, Açores, onde foram dos primeiros povoadores.
Segundo o Padre António Cordeiro, na sua História Insulana, e outros escritores, procediam da nobre geração e linhagem dos Azevedos, cuja casa solar é a Torre de Azevedo, na freguesia de São Salvador da Lama (Barcelos), do actual concelho de Barcelos, outrora concelho de Prado.
Apesar de não ser possível garantir, é forçoso, porem, confessar, que eram nobres e próximos parentes de João Vaz Corte Real, 1º capitão donatário de Angra do Heroísmo.
- Afonso Vaz de Azevedo, casou na ilha Terceira com Beatriz Anes de Sousa, filha de Gonçalo Anes de Sousa, Fidalgo da Casa Real e também dos primeiros povoadores da ilha Terceira.
As suas desinteligências com o donatário João Vaz Corte Real forçaram-no a retirar-se para a ilha de São Miguel, onde residiu entre Ponta Delgada e Vila Franca do Campo, no sitio onde existe um pequeno porto de mar, que ele próprio mandou abrir à sua custa e a que foi posto o nome de Afonso Vaz.
Anos depois voltou à ilha Terceira onde veio a falecer tendo deixado alguns filhos bastardos na ilha de são Miguel e as seguintes filhas do seu matrimónio:
Marinha Afonso de Azevedo, casado em Angra do Heroísmo com Diogo Fernandes de Boim.
Joana Pais de Azevedo, e que casou com o seu cunhado, Diogo Fernandes de Boim após a morte da irmã.
Iria Afonso de Azevedo, que também casou em Angra do Heroísmo com Álvaro Dias Vieira.
quinta-feira, 3 de março de 2022
Ermida de São Salvador na cidade da Praia da Vitória ilha Terceira Açores
Encontra-se classificada pelo Inventário do Património Histórico e Religioso da Praia da Vitória. Atualmente pertence à Igreja Matriz da Praia da Vitória.
A sua construção remonta a 1560.
Apresenta o corpo principal com planta no formato retangular. Internamente apresenta capela-mor também de planta retangular e um pouco mas mais estreita que o corpo principal, e sacristia contígua à fachada lateral esquerda da capela-mor.
A fachada principal é rasgada por uma porta ao centro, encimada por uma cruz no topo da cumeeira. Do lado esquerdo da ermida, ao nível da cobertura, há um campanário formado por um arco em pedra caiada e que dispõem de um sino.
A capela-mor reflete-se na fachada lateral direita através de um recuo em relação ao corpo principal da ermida, ficando, desta forma, o soco e o cunhal salientes. O edifício encontra-se rebocado e pintado de branco. O soco, os cunhais, a cornija e as molduras dos vãos são em cantaria pintada de cor escura. Os vãos são encimados por duplo lintel e cornija. A cobertura apresenta-se com duas águas em telha de meia-cana tradicional dos Açores e é rematada por beiral simples. A cobertura da sacristia apresenta só uma água.
terça-feira, 1 de março de 2022
Quem escreveu o Hino do Arquipélago dos Açores
sábado, 26 de fevereiro de 2022
Palácio de José do Canto na ilha de São Miguel Açores
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
O artista plástico José Nuno da Câmara Pereira
José Nuno da Câmara Pereira nasceu na Ilha de Santa Maria, Açores, 1937 , é um artista plástico português.
Licenciado em Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (1966). Foi docente na Escola António Arroio, no IADE e no Ar.Co, Lisboa. Expôs individualmente (Galeria Ottolini, Lisboa, 1974; Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, 1977; etc.) e participou em diversas exposições colectivas, nomeadamente na III Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, onde lhe foi atribuído o Prémio da categoria Instalações/Objetos.
Em 1987-88 frequentou o Center for Advanced Visual Studies do M.I.T. – Massachusetts Institute of Technology, Cambridge USA (Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana). Em 1994 regressou aos Açores, fixando-se em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira . A partir de então tem desenvolvido uma série de projectos de intervenção pública.
Em Abril de 2006 expôs individualmente na Galeria António Prates , Lisboa. Denominada Ultraperiferia, a exposição foi apresentada por José Luís Porfírio e patenteava uma vez mais a sua capacidade para experimentar novos materiais e novas abordagens ao "caos sensível". Em 2014 é forçado a interromper a atividade artística por motivos de saúde.
Em 2016 foi organizada uma grande exposição retrospetiva da sua obra no Arquipélago, Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande, ilha de S. Miguel, Açores). Comissariada por José Luís Porfírio, a exposição integrou uma extensa seleção de obras de sua autoria (nomeadamente uma recriação da peça Mar de Lama, originalmente apresentada na Sociedade Nacional de Belas Artes em 1986), tendo sido publicado um catálogo onde se faz um balanço de toda a sua carreira artística.
Prémios:
1984 – "O Futuro é já hoje?", CAM, Fundação Calouste Gulbenkian. 1a Bienal dos Açores e Atlântico, Menção Honrosa da SREC.
1986 – III Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, Prémio de Instalações/Objetos. AICA-Philae, 1o Prémio da Associação Internacional de Críticos de Arte. Artista do ano.
1987 – Prémios SEAT atribuídos às figuras que se destacaram nas diferentes áreas de intervenção social do país.
2000 – Prémio Domingos Rebelo, Direção Regional da Cultura, Açores.