sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Autor do primeiro livro impresso no Rio Grande do Sul / Author of the first book printed in Rio Grande do Sul
Tomás Inácio da Silveira nasceu na do Ilha do Faial, Açores em 1788 e faleceu no Rio Grande do Sul. Educador e jornalista brasileiro.
Filho do tenente-coronel José Inácio da Silveira e de Silvéria Maria do Nascimento, era alfabetizador em Porto Alegre, em 1822, quando foi preso acusado de conspirar contra o regime, mas libertado logo em seguida. Também era professor de francês e inglês.
Junto com Claude Dubreuil, era proprietário de uma tipografia localizada na rua da Praia nº 6 em Porto Alegre. Em 1829 eles fundaram o jornal O Amigo do Homem e da Pátria, que circulava terças e sextas-feiras, ao preço de oitenta réis o número avulso e 4 contos de réis a assinatura semestral.
Foi autor do primeiro livro impresso no Rio Grande do Sul, o Compêndio Aritmético ou tabuada curiosa para meninos, com 24 páginas, impresso no Tipografia Rio grandense.
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
A primeira médica açoriana / The first female doctor from the Azores
Maria Teodora Pimentel nasceu em Angra do Heroísmo ilha Terceira Açores a 11 de Setembro de 1865 e faleceu em Angra do Heroísmo a 16 de Novembro de 194.
Foi a primeira mulher natural dos Açores a formar-se em Medicina. Filha de Manuel Quaresma Pimentel, um sargento do Exército Português que faleceu quando a filha ainda era criança. Obteve inicialmente um diploma de professora do ensino primário, em 1884, que a qualificava para a docência, o que lhe permitiu granjear os meios para se sustentar e a sua mãe, ao mesmo tempo que continuava os seus estudos. Ingressou na Escola Politécnica de Lisboa em 1887 para fazer o curso preparatório que então era obrigatório para se matricular na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa (instituição antecessora da atual Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Entrou para a Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa em 1891, onde se licenciou, tendo sido aprovada plenamente no "Acto Grande", que defendeu a dia 11 de Novembro de 1895.
Pretendia seguir a docência na Universidade de Lisboa, mas não foi admitida. Regressou a Angra do Heroísmo, cidade onde exerceu os cargos de Subdelegado, Delegado e Inspector de Saúde no concelho e no Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo, tendo-se notabilizado no campo da saúde pública e da promoção da higiene, especialmente na higiene materno-infantil e na promoção de medidas visando a redução da mortalidade infantil. Enfrentou várias epidemias nas ilhas de São Jorge e Terceira, sendo conhecida pela sua dedicação aos mais pobres.
Conhecia pela sua filantropia, era a médica dos pobres, legou a sua residência ao Albergue Nocturno de Angra do Heroísmo e outros bens a casas de caridade.
Álvaro Soares da ilha do Pico Açores / Álvaro Soares de Melo from the island of Pico in the Azores
Álvaro Soares de Melo nasceu no Cais do Pico, São Roque ilha do Pico Açores a 31 de Janeiro de 1879 e faleceu na Horta, a 12 de Julho de 1963.
Foi um militar do Exército Português, onde atingiu o posto de coronel, e político, tendo desempenhado, entre outras funções de relevo, o cargo de governador civil em 1924 e de presidente da Comissão Administrativa da Junta Geral do Distrito da Horta (1932-1933), de presidente da Comissão Administrativa (1938-1940) e presidente da Câmara Municipal da Horta .
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
domingo, 13 de setembro de 2026
Pedro de Meneses Parreira oriundo de uma família rural da Ribeirinha / Pedro de Meneses Parreira, who came from a rural family in Ribeirinha
Pedro de Meneses Parreira nasceu em Angra do Heroísmo, ilha Terceira Açores a 14 de Setembro de 1840 e faleceu em Angra do Heroísmo a 6 de Janeiro de 1912. Empresário agrícola e político que, entre outras funções, foi governador civil do Distrito de Angra do Heroísmo de 30 de Junho a 26 de Julho de 1889 e de 13 de Março a 27 de Maio de 1898.
Oriundo de uma família rural da Ribeirinha que se urbanizou no século XIX e cujos membros se tornaram notáveis pela fortuna e proeminentes na sociedade pelos cargos e pelos cursos universitários. Seu pai, Estulano Inácio Parreira foi um dos heróis da causa liberal na Terceira e os seus descendentes ligaram-se a famílias da nobreza local. Pedro Parreira casou com D. Amélia Fournier.
Com seu irmão foi sócio de uma grande exploração agro-pecuária, a Pedro de Menezes Parreira & Irmão, que se distinguiu pela modernização das técnicas de maneio no anos iniciais do século XX.
Foi membro destacado do Partido Progressista na ilha Terceira e vereador da Câmara de Angra do Heroísmo, procurador à Junta Geral (1899-1901 e 1905-1907) e governador civil substituto do distrito em 1889 e em 1898.
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Pedro Roberto Dias da Silva conselheiro de Sua Majestade / Pedro Roberto Dias da Silva, Adviser to Her Majesty
Pedro Roberto da Cunha Dias da Silva nasceu em Angra do Heroísmo, ilha Terceira Açores a 7 de Junho de 1815 e faleceu em Lisboa A 26 de Janeiro de 1891. foi um político, deputado e par do reino em várias legislaturas, eleito pelas ilhas de São Jorge e Graciosa.
Filho de Jerónimo Dias da Silva. Com apenas 16 anos de idade alistou-se como soldado do Batalhão de Voluntários da Rainha, participando nas operações militares deste batalhão nos Açores, nomeadamente na Batalha de 11 de Agosto de 1829, no areal da Praia da Vitória, e depois no Desembarque do Mindelo, integrando o Exército Libertador até ao termo da Guerra Civil Portuguesa. Por isso foi condecorado no Mindelo e por isso foi condecorado com a Medalha n.° 3 da Campanhas da Liberdade.
Terminada a guerra, ingressou no funcionalismo público na década de 1850 como delegado do Tesouro no distrito de Angra do Heroísmo. A partir de 1853 fixou residência em Lisboa, ingressando nos quadros do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, onde de 1859 a 1869 foi chefe interino da Repartição da Contabilidade. Em 1869 passou ali a chefe de repartição efectivo, cargo que manteve até falecer.
Ingressou na política activa em Angra como militante e depois dirigente local do Partido Regenerador, do qual era um dos elementos mais destacados. Em 1852 foi eleito procurador à Junta Geral do Distrito de Angra do Heroísmo.
Já em Lisboa, foi candidato a deputado pelo Partido Regenerador no círculo de Angra do Heroísmo nas eleições de 1856 e 1858, mas não foi eleito. Em 1860 foi eleito deputado pelo círculo uninominal das Velas, da ilha de São Jorge, e depois sucessivamente por mais oito vezes pelo mesmo círculo entre 1870 e 1884. Em 1885 foi pela última vez eleito mas agora par do reino para a legislatura de 1886.
A sua longa carreira parlamentar tornou-o num dos decanos da Câmara dos Deputados e um dos mais destacados deputados açorianos do século XIX. Com uma intensa acção na Câmara a favor do seu distrito era conhecido pela sua capacidade de angariar fundos para as ilhas de São Jorge, Graciosa e Terceira e sempre muito louvado na imprensa. Na Câmara dos Pares, em fim de carreira, foi contudo uma figura apagada.
Foi feito conselheiro de Sua Majestade Fidelíssima por decreto de 2 de Março de 1862 e condecorado com o grau de cavaleiro, em 1851, e comendador, em 1864, da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e de comendador da Ordem de Cristo. Foi fidalgo cavaleiro, por carta de 1866. A vila de Santa Cruz da Graciosa recorda-o na sua toponímia com uma rua com o seu nome.
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Provedor Baltasar da Costa Pereira / Ombudsman Baltasar da Costa Pereira
Baltasar da Costa Pereira nasceu na Ilha de São Miguel ,Açores.
Foi um militar português que lhe foi-lhe concedido o Oficio de provedor do Fortaleza de São João Baptista, de Angra do Heroísmo em 9 de Setembro de 1642 e a pensão de 40$000 réis, com o hábito da Ordem de Cristo, 29 de Julho de 1641.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Simon Fernandes o pirata Terceirence/ Simon Fernandes, the pirate from Terceira
Fernandes nasceu por volta de 1538 na ilha Terceira Açores.
Recebeu a sua formação em navegação em Espanha, na famosa escola de formação de pilotos da Casa de Contratación, em Sevilha, e realizou pelo menos uma viagem através do Atlântico ao serviço da Coroa espanhola.
Simão Fernandes conhecido em inglês como Simon Fernandes ou Simon Ferdinando, foi um navegador de origem portuguesa do século XVI — e, por vezes, pirata — que comandou as expedições inglesas de 1585 e 1587 para fundar colónias na ilha de Roanoke, parte da atual Carolina do Norte, mas então conhecida como Virgínia.
Fernandes formou-se como navegador em Espanha, na famosa Casa de Contratación, em Sevilha, mas mais tarde pegou em armas contra o Império Espanhol, atacando navios espanhóis juntamente com o seu companheiro pirata John Callis. Acusado de pirataria em 1577, foi salvo do laço do carrasco por Sir Francis Walsingham, tornando-se protestante e súbdito da Rainha de Inglaterra. Em 1578, Fernandes entrou ao serviço de Sir Humphrey Gilbert e, mais tarde, de Sir Walter Raleigh, pilotando a mal sucedida expedição de 1587 a Roanoke, conhecida na história como a «Colónia Perdida».
Fernandes desaparece dos registos após 1590, quando partiu com uma frota inglesa para os Açores, uma viagem da qual muito provavelmente não regressou com vida. No entanto, ainda se conserva na Coleção Cotton uma cópia de uma das suas cartas náuticas da costa leste da América do Norte, que foi provavelmente uma das principais fontes utilizadas por John Dee para o seu mapa de 1580, que justificava as reivindicações inglesas sobre a América do Norte.
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Agnelo Ornelas do Rego
Agnelo Ornelas do Rego nasceu na Praia da Vitória ilha Terceira Açores a 10 de Maio de 1908 e faleceu na Praia da Vitória a 23 de Dezembro de 1994. Foi um advogado, conservador do Registo Predial e político açoriano que, entre outras funções de relevo, foi presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória.
Após estudos iniciais na sua cidade natal, conclui o ensino secundário no Liceu Nacional de Angra do Heroísmo no ano de 1919. Alguns anos depois matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em 1930.
Em 1932 ingressou na carreira de conservador do Registo Predial, iniciando a sua carreira profissional na ilha das Flores, a 1 de Fevereiro de 1932, como conservador efetivo do Registo Predial de Santa Cruz das Flores. Permaneceu nas Flores até 1934, tendo neste período exercido as funções de vogal da comissão administrativa e de presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.
Transferiu-se em 1934 para a repartição de registo predial da cidade da Praia da Vitória, tendo em 1936-1937 sido membro da comissão administrativa da Câmara Municipal da Praia da Vitória.
Em 1937 foi transferido para as funções de conservador do registo civil de Angra do Heroísmo, funções que exerceria até se aposentar, a seu pedido, em 1973. A 9 de Outubro de 1947, foi agraciado com o grau de Oficial da Ordem de Benemerência. Naquela cidade exerceu as funções de vice-presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Foi também vogal da Junta Geral do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo, organismo a que presidiu de 1965 a 1973.
terça-feira, 18 de agosto de 2026
Estaços nos Açores / Estaços in the Azores
Segundo os historiadores, Dom João provinha de uma família cujo apelido era Estaço e provavelmente de origens hebraicas.
Álvaro Pires Estaço, um dos primeiros povoadores dos Açores terá sido também o iniciador desta família nos alvores do século XV. Foi vereador da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo em 1542 e casado com D. Aldonça Martins, que já se encontrava falecida em 15 de Junho de 1571, tendo feito testamento a favor do seu filho, Gaspar Estaco instituindo vínculos perpétuos. D. Aldonça Martins foi sepultada na Igreja de São Salvador de Angra do Heroísmo.
Ao longo dos anos a família Estaco ou Estácios, como também aparece escrito, deu origem a quatro ramos com varonia. O primeiro e primogénito, foi Gaspar Estaço, que exerceu o cargo de Juiz ordinário em Angra, (actual Angra do Heroísmo) e esteve ao serviço de Filipe II de Espanha, para obter a dotação da viúva Antónia Vaz Chama, com um pagamento anual que foi uma tença 45$000 réis (moeda da altura) e três moios de trigo.
O segundo filho foi João Estaço. Mais tarde, nasceram ainda duas filhas neste casamento: D. Inês ou Beatriz Estaço e D. Filipa Estaço.
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Agostinho Vieira d'Areia ilha Terceira Açores / Agostinho Vieira d'Areia, Terceira Island, Azores
Agostinho Remédios de Bettencourt Vieira de Areia nasceu na Vila das Lajes a 11 de Março de 1902 e faleceu em Lisboa a 24 de Abril de 1967.
Filho natural do padre Agostinho Vieira da Areia, proprietário da Ermida de Nossa Senhora dos Remédios e residência anexa, localizadas nas Lajes, ilha Terceira, e de Palmira Bettencourt, de Angra do Heroísmo.
Após a conclusão do ensino secundário em Angra do Heroísmo, fixou-se em Lisboa, onde viveu toda a sua vida profissional. Era sobrinho do político e publicista José Vieira da Areia.
Começou por trabalhar na redacção de O Século, tendo atingido naquele periódico a categoria de redactor-chefe da secção de estrangeiro. Colaborou em vários periódicos, com destaque para os jornais a A Tarde e Acção e para as revistas Renovação e Civilização.
Dedicou-se à tradução e revisão, tendo preparado para edição em português cerca de 60 obras literárias estrangeiras, algumas das quais prefaciou e anotou. Na década de 1940 dirigiu uma enciclopédia popular editada pela Agência Editorial Brasileira.
Publicou várias obras de índole historicista da sua autoria sobre enigmas famosos, nas quais explora episódios “misteriosos” do passado europeu, recorrendo a fontes publicadas e transcrevendo alguns documentos, sintetizando os factos conhecidos e apresentando as várias explicações possíveis. Os temas vão da feitiçaria, às associações secretas e às conspirações políticas.
sábado, 1 de agosto de 2026
O aventureiro Alberto do Canto nasceu na ilha Terceira / The adventurer Alberto do Canto was born on the island of Terceira
No ano de 1547 nasceu na cidade da Praia da Vitória ilha Terceira Açores, filho do Sr. Sebastião Martins do Canto e da Sra. Maria Dias de Vieira. Presume-se que a origem da sua família em Portugal remonta a 1350, altura em que João, 3º conde de Kent, passou a viver na ilha.
Aventureiro, autoconfiante e um líder natural. Desde muito jovem, como um capitão de 30 anos, ele descobriu minas e fundou novas cidades.
Alberto do Canto e Dias de Vieira ou Alberto Vieira do Canto, segundo o costume português, era temido e respeitado, pelo que se impôs reiteradamente como autarca fundador de Saltillo.
Também se distinguiu por sua masculinidade, comportamento aventureiro e cabelo loiro, pelo que foi assediado por poucas mulheres. Diz-se que ele veio para a corte de Dona Juana Porcallo, esposa de Diego de Montemayor, no ano de 1581 . Ele também era um treinador de cavalos.
Não está claro como e quando chega à Nova Espanha . Alguns autores dizem que ele embarcou das ilhas de Castela em 1562 .
No entanto, há certeza da sua presença em 1562 na Nova Espanha em Zacatecas para a região de San Martín e Mazapil desde que foi recrutado por Francisco de Ibarra. que fez parte das primeiras explorações do recém-estabelecido Nueva Vizcaya 1554 . Ele definitivamente não fazia parte do outro grupo de exploradores do leste entrando por Tampico com o grupo Carbajal e de la Cueva em 1560 .
Em busca de fortuna nas minas Alberto do Canto em dezembro de 1562, aos dezesseis anos, foi um dos 170 soldados recrutados em Zacatecas por Francisco de Ibarra, com a autorização de Luis de Velasco e Ruiz de Alarcón, para conquistar o Nordeste de Nova Espanha com colonos das fazendas Zacatecas.
Também foi incorporado um grupo de biscayan e portugueses encabeçado por Martín de Gamón, mesmo que por rebelde e agitador em 1563 foi ordenado a dar um clube no Vale de San Juan. Com a morte do líder o grupo se dispersou. Alguns dos agora liderados por Martín López de Ibarra como governador foram: Alberto do Canto, Diego de Montemayor, Gaspar Castaño de Sosa e outros futuros colaboradores de Luis de Carvajal y de la Cueva .
Do Canto conheceu muitas terras: Chiametla, Copala, Sinaloa, Topiao Guatimapé, percorreu San Martín e Sombrerete, Chalchihuites e Sain, Nieves e Río Grande, por Nombre de Dios e Victoria, por Fresnillo e Zacatecas, por Cedros e Mazapil. Lá fez amizade com Diego de Montemayor e Gaspar Castaño de Sosa e Luis Carvajal y de la Cueva, todos portugueses como ele. Também é provável que em 1569 ele tenha acompanhado Martín López de Ibarra em sua expedição ao norte.
Casou-se com Estevanía Procallo de Montemayor tendo o seu primeiro filho chamado Miguel de Montemayor em 1587, no final de 1589 nasceu seu segundo filho, batizado com o nome de Diego de Montemayor, então em 1593 tiveram sua única filha, Elvira.
Consta que Estevanía declarou que Do Canto teve relações de fato com sua mãe, acusando seu marido e deixando de usar o sobrenome Canto e seus filhos adotaram o sobrenome materno.
Ele morreu em sua fazenda Buena Vista perto de Saltillo em 1611 como vereador.







































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