Páginas

segunda-feira, 13 de junho de 2022

Lista de Emigrantes das Lages da ilha do Pico para o Brasil

 

1. Isabel de Brum da Silveira (Lajes, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 29 de Outubro de 1746 - Brasil, 2 de Abril de 1822) casada com Faustino Manuel Corrêa.


2. Isabel Francisca (Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Bernardo Gonçalves da Cruz.


3. Francisco Cardoso (Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 4 de Outubro de 1736 - Brasil, ?) casado com Francisca do Sacramento Ferreira.



4. Joana da Conceição (São João, Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com José de Brum da Silveira.


5. João Inácio da Costa (Feteira, Calheta de Nesquim , Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Joaquina Maria da Conceição.


6. João Paulino de Azevedo e Castro (Piedade, Lajes do Pico, Açores, Portugal, 11 de Novembro de 1813 - Brasil, ?) casado com Maria Constança de Sousa.


7. José de Brum da Silveira ( Lajes, Ilha do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Joana da Conceição.



8. José de Brum da Silveira, Filho (Vila das Lajes, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 3 de Agosto de 1740 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 22 de Fevereiro de 1798) casado com Maria Dias da Conceição.


9. Luís da Silveira (Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 9 de Setembro de 1738 - Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, ?) casado com Maria Rosa.


10. Manuel de Azevedo Mattos (Piedade, Lajes do Pico, Açores, Portugal, c. 1699 - Pati dos Alferes, Rio de Janeiro, c. 1788) casado com Antónia Ribeira do Pilar Werneck.

11. Manuel de Macedo Brum Silveira (Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 28 de Setembro de 1763 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 7 de Agosto de 1816) pai de Francisco Pereira de Macedo, barão e visconde do Cerro Formoso.


12. Maria da Conceição (São João, Lajes do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 28 de abril de 1729 - Brasil, ?) casada com José da Costa Matos.


13. Tomé Cardoso de Mendonça (Ribeiras, Lajes do Pico, Ilha do Pico, Azores, Portugal, 17 de Dezembro de 1715 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 26 de Dezembro de 1793) casado com Isabel Maria da Conceição.



domingo, 12 de junho de 2022

A lenda da Ponta Ruiva ilha das Flores Açores




Lá pelo século XVI, certo dia um pescador de uma povoação do norte da ilha das Flores andava na costa a apanhar peixe, como era seu costume. Começou a ouvir uma voz muito bonita de mulher a cantar por perto, mas numa língua que não conhecia. Cismou que por ali havia uma sereia. Logo espalhou pelo povoado a novidade e, pela maneira que se falava da sereia, todos ficaram a pensar que ela encantava os homens.

O pescador não pensava noutra coisa e, logo que pode, poucos dias mais tarde, voltou à pesca, sonhando com a ideia de que havia de ver a sereia.


Tinha acabado de lançar o anzol ao mar, quando começou a ouvir o canto que tanto o perturbava. Recolheu logo a linha e pôs-se a escutar com muito cuidado e a seguir o som. Por fim, encontrou a dona de tão melodiosa voz. Não era uma sereia, como ele pensava, mas uma linda mulher de olhos azuis, pele clara e sardenta e cabelos ruivos. Muito assustada, ao começo, nada disse, mas por fim o pescador ficou a saber a sua história. Era irlandesa e tinha escapado de um navio pirata, atirando-se ao mar quando avistou terra próximo.


O pescador ficou ainda mais encantado e, depois de conquistar a confiança da mulher, voltou para casa trazendo consigo a mulher mais bela que alguma vez a gente do lugar tinha visto. Algum tempo mais tarde, o pescador casou com a “sereia” e deles nasceram muitos filhos, todos de olhos azuis e ruivos como a jovem irlandesa.

Assim, aquele lugar da ilha das Flores passou a chamar-se, por causa da cor dos cabelos de muitos dos seus habitantes, Ponta Ruiva, e ainda hoje ali há muitas pessoas de pele clara, sardentas e de cabelos ruivos, como a jovem irlandesa que um dia ali apareceu.


sábado, 11 de junho de 2022

Monte da Senhora da Ajuda na ilha da Graciosa Açores

 

O Monte de Nossa Senhora da Ajuda é uma elevação portuguesa localizada na freguesia de Santa Cruz da Graciosa, no concelho de Santa Cruz da Graciosa, na ilha Graciosa, no arquipélago dos Açores.


Este acidente geológico tem o seu ponto mais elevado a 129 metros de altitude acima do nível do mar e encontra-se sobranceiro à vila de Santa Cruz da Graciosa, de que oferece uma excelente panorâmica, não só desta vila mas também de parte do interior da ilha. Actualmente, (2010) um conjunto de estruturas de telecomunicações, algumas delas já desactivadas, desfiguram a solenidade deste local.

Trata-se de uma elevação de origem vulcânica dotada de cratera interior, local que foi aproveitado para a construção de uma praça de Touros, dada a forma de anfiteatro natural da antiga cratera. Tem uma forma quase perfeitamente tronco-cónica.


A encimar este monte existem três ermidas, a saber: a Ermida de Nossa Senhora da Ajuda, que dá o nome ao Monte, a Ermida de São Salvador, e a Ermida de São João.

Este monte e as ermidas que o coroam encontram-se incluídos na Zona Classificada de Santa Cruz da Graciosa e é um local, por força de lei, onde a construção é proibida. Esta lei estende a sua aplicação a todo o cone vulcânico do Monte de Nossa da Ajuda acima dos 30 m de altitude. Actualmente este monte encontra-se praticamente todo florestado.




domingo, 5 de junho de 2022

Convento de São Francisco Vila do Porto ilha Santa Maria Açores

 


O Convento de São Francisco de Vila do Porto, originalmente designado como Convento de Nossa Senhora da Vitória, localiza-se no largo de Nossa Senhora da Conceição, na freguesia da Vila do Porto, concelho da Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, nos Açores.

Não se encontram referências à ação ou à presença da Ordem dos Frades Menores na ilha de Santa Maria na crónica de Gaspar Frutuoso, de fins do século XVI. A esse respeito, frei Agostinho de Monte Alverne, no final do século XVII, em capítulo dedicado a este convento, refere:

"O muito reverendo padre mestre Fr. Manuel da Esperança, (...) em a sua segunda parte da História Seráfica, (...) faz três fundações do convento desta ilha. Da primeira só ele nos dá notícia: foi que, tanto que estas ilhas foram descobertas, acudiram logo os nossos frades a elas, a fazer povoação do Céu;  foram alguns daqueles que, sendo na penitência admiráveis ao mundo, andaram fugindo dele pelas ilhas desertas, (...). Destes e de outros que de Portugal vieram, se ajuntaram nesta ilha e fizeram um limitado oratório, formando comunidade de prelado, com seus súbditos; como não tivessem licença da Santa Sé Apostólica, conhecendo esta falta, recorreram ao Papa Nicolau quinto, que lha concedeu a 28 de abril de 1450, (...) mas, em breve, esta planta se secou, por ser pequena, fraca nos edifícios e os moradores da ilha, além de poucos, pobres, sem posses para os sustentar; e assim foi perecendo às mãos da sua grande miséria. (...)

Em que lugar fundassem este limitado convento não sabemos; só do que temos notícia, conforme o diz o padre Frutuoso, que tem esta ilha um ilhéu, da banda do Norte, em Santa Ana, que chamam os ilhéus do Frade, onde se diz que saíram e estiveram algum tempo, junto a Nossa Senhora dos Anjos. Também achei outra tradição: que no adro do convento que existe hoje havia antigamente uma ermida de Nossa Senhora de Nazaré, que dizem fora o convento antigo, onde os frades moravam, e a ermida era de palha, e o mesmo seria o tugúrio onde os frades se recolhiam; (...).

Este estabelecimento inicial era portanto de reduzidas dimensões e condição precária, tendo os religiosos, por falta de recursos, decidido em 1456 passar à ilha Terceira. Com relação ao seu retorno, o mesmo autor informa:


Crescendo os moradores da ilha cresceu a devoção com eles de terem nela novo convento, (...).

Chegaram os dois fundadores (Pe. Frei Manuel do Corpo Santo e Fr. António da Piedade) a esta ilha em 17 de setembro de 1607, (...)."

Parte do terreno onde o segundo convento foi erguido havia sido doado em fins do século XVI por António Coelho, fidalgo natural de Guimarães, escudeiro da Casa de D. Duarte, e sua esposa, Catarina Vaz Velho, que desposou em Vila do Porto.


O convento teve a sua fundação aprovada em 1607, tendo as suas obras se iniciado a 27 de outubro do mesmo ano. MONTE ALVERNE (1986) refere ainda:


"É este convento dedicado à Virgem Santíssima da Vitória Nossa Senhora, cuja imagem veio do nosso convento da cidade de Ponta Delgada. (...)."

A primeira missa na igreja anexa foi celebrada a 26 de março de 1609.


O convento e a igreja foram saqueados por piratas da Barbária em 1616 e, novamente, em 1675. Com relação ao primeiro, MONTE ALVERNE (1986) conclui:

"(...) E ainda que o padre [Frei Manuel da] Esperança faça menção de três conventos nesta ilha, (...) contudo achamos que a primeira planta secou e a segunda é esta [de 1607], de que tratamos até agora, e a terceira vem a ser este segundo, porque foi reedificado quando os mouros saquearam esta ilha no ano de 1616 e o deixaram destruído."

Um escrito do padre Manuel Delgado Fragoso,  dá conta de que o convento e a igreja foram edificados em 1725 por iniciativa de Frei Agostinho de São Francisco com esmolas suas e da população da ilha, conservando-se o sacrário, enquanto decorreram as obras, na capela do 2º capitão do donatário, João Soares de Albergaria (c. 1415 — 1499), onde então se celebraram os ofícios divinos. Por essa razão atribuía-se a Albergaria a fundação do convento, para o qual teria dado o terreno, dotando-o. Esse dote, entretanto, cessara em tempos remotos, não havendo mais memória da causa.  Datam desta etapa construtiva os atuais claustro e jardim interior, assim como os painéis de azulejos na igreja.


Aqui eram ministradas, desde 1689, aulas de retórica e latim, abertas a todos os interessados independente de sua condição social[9], afamadas em todo o arquipélago. O currículo era então constituído por:


Primeira classe de latim;

Segunda classe de latim;

Retórica (então chamada de "Aula prima"); e Teologia moral.

Em 1791, por provisão de Maria I de Portugal, "(...) se fez mercê ao guardião e mais religiosos do Convento de S. Francisco para que nele se estabelecesse uma cadeira de gramática latina paga pela Dona Senhora." Por Alvará de 23 de março de 1792 estabeleceu-se o ordenado do religioso que regeria a referida cadeira, e que o mesmo constaria da folha dos professores e mestre da comarca da ilha de Santa Maria.



sábado, 4 de junho de 2022

Loja Basílio Simões na cidade de Angra do Heroísmo ilha Terceira Açores

 

António Pedro Simões era marinheiro. Capitão do lugre "Flor de Angra" comandava-o no século XIX entre o Ericeira, de onde era natural, e as Américas. Angra era então porto de escala obrigatória, onde descarregava e onde se abastecia. Abandona a vida de mareante, fixando residência nesta cidade em 1860, em prédio que construiu na Rua Direita e onde estabeleceu em 1860 o seu armazém, a Casa de António Pedro Simões. Enamora-se por uma donzela angrense com quem casou em 1872, tornando-se pai de 3 filhos.

Na Rua Direita está a mais famosa loja de Angra do Heroísmo, uma mercearia centenária que se tornou paragem obrigatória. Visitar ou comprar na Basílio Simões & Irmãos, Lda. é como voltar atrás no tempo.

Pouca coisa mudou desde que António Pedro Simões criou a empresa. O prédio, enquadrado na traça da cidade, mantém os seus materiais fiéis ao original.

No início se vendia essencialmente sal para efeitos de conservação, mas também se vendiam outros produtos básicos, como farinha, arroz ou vinho, que estava armazenado em pipas e era disponibilizado ao cliente ao litro. Nesta casa ainda muito se vende à medida. As especiarias sempre se comercializaram muito, até porque na cultura gastronómica açoriana esta é uma componente que atribui muitos dos sabores aos pratos.

Estabelecimento com as suas portadas largas, prateleiras de madeira até ao teto, preenchendo a quase totalidade das paredes, guarnecidas com tudo o que se possa imaginar. Ainda antes de se cruzar as escancaradas portas de madeira, é bem percetível o inconfundível e intenso cheiro das especiarias que chama a atenção a todos os que passam pela rua.

A história desta casa foi passando de geração em geração, bem como o próprio negócio. Desde António Pedro Simões, fundador, homem com enorme visão e cultura, já se sucederam seis gerações, mantendo sempre o negócio em família.


( Cortesia  à  loja Basílio Simões  )



quinta-feira, 2 de junho de 2022

Nuno Gonçalves Botelho, o primeiro homem que nasceu na ilha de São Miguel Açores

 

Nuno Gonçalves Botelho, primeiro homem que nasceu na ilha de São Miguel.

Foi  escudeiro e viveu em Rosto do Cão. Fez Vinculo das terras, onde depois se construi a  Ermida da Nossa Senhora da Vida, perto de Vila Franca, por testamento  de 13.10.1504. Casou com Catarina Rodrigues, a quem alguns genealogistas  acrescentam  Coutinho.


Nuno Gonçalves Botelho, no seu testamento de 13.10.1504 diz que João Gonçalves é seu irmão e fala em seus filhos Margarida, Beatriz e Antão que não constam de Frutuoso. Por testamento aprovado a 04.09.1531 sua mulher também institui um pico em Rosto de Cão e 5 alqueiros de terra em Ponta Garça para seu filho Jorge Nunes Botelho.


A 12.08.1517 Catharina Rodrigues faz uma doação á Santa Casa da Mesericórdia da cidade de Ponta Delgada e nela fala em João Gonçalves, seu cunhado, dizendo que o marido, Nuno Gonçalves era já falecido.

Foi escudeiro e viveu em Rosto do Cão. Fez Vinculo das terras, onde depois se construi a Ermida da Nossa Senhora da Vida, perto de Vila Franca, por testamento de 13.10.1504. Casou com Catarina Rodrigues, a quem alguns genealogistas acrescentam Coutinho.






quarta-feira, 1 de junho de 2022

Palácio dos Capitães-Generais na cidade de Angra do Heroísmo ilha Terceira Açores

 

O Palácio dos Capitães-Generais, também designado por Colégio de Santo Inácio e Colégio da Companhia de Jesus, localiza-se na freguesia da Sé, no centro histórico da cidade e município de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.


Trata-se de um conjunto edificado de apreciáveis dimensões onde primitivamente esteve instalado o Colégio da Companhia de Jesus  que, em 1595, foi crismado com o nome de "Colégio da Ascensão". Nesta época era constituído não apenas pelo atual edifício, mas também pelo do Colégio própriamente dito, o chamado "Pátio dos Estudos" (hoje desaparecido), o do chamado "Colégio Novo" (onde atualmente se encontra instalada a Direção Regional das Comunidades), e pela Igreja de Santo Inácio.

Enquanto a Fortaleza de São João Baptista personificou o poder militar, o Palácio dos Capitães-Generais personificou o poder civil no arquipélago. Ao longo de sua história, com mais de quatro séculos, serviu como sede do primeiro governo unificado do arquipélago (período da Capitania Geral dos Açores), como Palácio Real de Pedro IV de Portugal e de Carlos I de Portugal, como sede do Governo Militar dos Açores, e como sede da Presidência do Governo dos Açores e local de reunião do Conselho do Governo da Ilha Terceira, quando passa à posse da Região após a constitucionalização da autonomia política e administrativa dos Açores na sequência da Revolução dos Cravos no país. Entre as suas funções, na atualidade, é uma das sedes da Presidência do Governo Regional.

O Palácio dos Capitães-Generais está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1980.


O estabelecimento dos Jesuítas nos Açores e na Madeira remonta a 1569, quando o regente D. Henrique instituiu dois colégios, custeados pelo erário real, em Angra e no Funchal.


O Colégio dos Jesuítas de Angra foi mandado erguer por Alvará de D. Sebastião datado de 19 de fevereiro de 1570, sendo a partida dos religiosos assim registada, no início do mesmo ano:

"Estes dias passados se partieron de aquí tres Padres y nueve Hermanos que van para la Isla de Madera a fundar el collegio (...). Cedo partirán otros tantos para la Isla de Angra y por ventura que algunos Hermanos más; partirán a quinze de Março poco más o menos"

Desse modo, a 1 de junho de 1570, após uma viagem tormentosa, o grupo de doze religiosos entrou solenemente em Angra, sob a liderança daquele provincial. No grupo destacavam-se ainda os nomes de Luís de Vasconcelos (reitor e mestre - ou leitor - dos casos de consciência), Pêro Gomes e Baltasar Barreiros.

José da Silva do Canto, que fundara na rua da Rocha (posteriormente rua de Jesus, em homenagem à Companhia) o Recolhimento e Ermida de Nossa Senhora das Neves, disponibilizou-lhes essas facilidades para nelas se instalarem. Sendo essas acomodações reduzidas, buscaram-se novas instalações, que foram encontradas numa casa no local do atual palácio, que se tornou a segunda casa da Companhia em Angra. Por Alvará passado em Almeirim a 20 de março de 1572, D. Sebastião concedeu as licenças necessárias para a construção de uma nova edificação, com traça do jesuíta Tinoco,  e atribuiu 600$00 reis anuais para o estabelecimento e sustento dos padres da Companhia, pagos a partir desse ano pelo Provedor da Fazenda Real na Terceira, através dos rendimentos da Coroa naquela ilha   As obras foram dirigidas pelo jesuíta Francisco Dias, com recurso das esmolas das principais famílias da ilha.


Na mesma época, em Ponta Delgada, João Lopes, um cristão-novo oriundo do Porto que enriquecera no comércio, legou em testamento o rendimento de trinta moios de trigo à Companhia, com a condição de também ser aberto um Colégio naquela cidade, o que aconteceria em 1592.