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quarta-feira, 4 de maio de 2022

A Ermida do Séc XVII na ilha Terceira Açores

 

A Ermida de Nossa Senhora dos Remédios localiza-se na freguesia das Lajes, concelho da Praia da Vitória, na ilha Terceira, nos Açores.

Remonta possívelmente ao século XVII, à veneração de uma imagem da Virgem, resguardada à beira do caminho em um nicho rústico de pedra. No final século XVIII, com o aumento da população, graças à doação de um terreno pelos descendentes de D. Inácio Castiblanco do Canto e Sampaio em 1796, e às esmolas para esse fim recolhidas, foi erguida a ermida, possívelmente em 1797 ou 1798.

Durante a crise sísmica de 1800-1801 a edificação ficou arruinada.

No contexto da Guerra Civil Portuguesa o seu sino foi recolhido em 1829 para ser refundido e com o bronze assim obtido cunhar-se moeda em Angra.

O terramoto de 1841 arruina novamente o templo, reconstruido nos anos de 1842 e 1843.

De acordo com um documento publicado pelo Bispado de Angra do Heroísmo, esta ermida teve muitos estragos ficando impossibilitada de servir ao culto em resultado dos estragos causados pelo terramoto do dia 1 de Janeiro de 1980.



segunda-feira, 2 de maio de 2022

Quando foi fundada a SATA Air Açores

 

Um grupo de cinco açorianos notáveis (entre os quais Augusto Rebelo Arruda) tomou a iniciativa de lançar os fundamentos da empresa SATA Air Açores ao fundar, em 21 de Agosto de 1941, a Sociedade Açoriana de Estudos Aéreos, Lda. Passados seis anos, em 17 de Fevereiro de 1947, foi alterada a sua designação para Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos, Lda. A 15 de Junho, a SATA iniciou os voos com um avião Beechcraft D18S prefixo CS-TAA, baptizado como "Açor". Transportava 7 passageiros e 2 membros de tripulação, e fazia as ligações aéreas entre as ilhas de São Miguel (na pista de Santana, até 1969), de Santa Maria e da Terceira (na pista da Achada, Lajes).

A perda da aeronave num trágico acidente em 1948 obrigou à suspensão temporária das operações da SATA. A 23 de Maio de 1949, chegaram a São Miguel dois aviões De Havilland Dove, com capacidade para 9 passageiros. Anos mais tarde, a frota foi aumentada com a aquisição de um Douglas DC-3 (CS-TAD) (21 de Agosto de 1963), com capacidade para 26 lugares, que entrou em operação em 1 de Julho de 1964.

Em 1969, o Aeroporto de Nordela (hoje, Aeroporto João Paulo II), próximo da cidade de Ponta Delgada, foi inaugurado e aberto ao tráfego civil. Serve ainda de Base Operacional da SATA. Dois anos depois, a TAP Portugal passou a realizar voos regulares entre Lisboa e Ponta Delgada. Em 24 de Agosto de 1971, é inaugurado o Aeroporto da Horta, e em 1972, é inaugurado o Aeroporto das Flores. Em 1972, é decidida a compra dos aviões Avro 748 com capacidade para 48 lugares, que voam nos Açores desde 1969. Entre 1981 a 1983, são construídos aeroportos nas restantes ilhas do arquipélago pelo Governo Regional.

Em 1976, a Força Aérea Portuguesa cede à SATA 2 aviões Douglas DC-6 e é proposta a regionalização da empresa à Assembleia da República. Em resultado da greve dos pilotos da TAP Air Portugal, o que obriga a fazer voos directos para Lisboa com os aviões DC-6, chegando até mesmo a fretar um Boeing 707, para descongestionar o tráfego acumulado nos Açores. A 14 de Abril de 1977, atingiu-se a marca de 1 milhão de passageiros transportados.


Inicialmente foi constituída como empresa privada, mas o estatuto da empresa SATA evoluiu, em 17 de Outubro de 1980, para uma empresa pública sob tutela do Governo Regional dos Açores passando a designar-se Serviço Açoriano de Transportes Aéreos, Empresa Pública, embora mantendo a sigla SATA. Foi adquirida ao Grupo Bensaúde, ficando 50 % das acções a pertencer ao Governo Regional dos Açores e, as restantes, à TAP Air Portugal, EP. Ainda em 1980 aderiu à Associação Europeia de Companhias Aéreas Regionais (ERA) , e à IATA. Em 1986, o então Presidente do Governo Regional dos Açores, Mota Amaral, sugeriu a adopção da designação "SATA Air Açores".

Em 1985 tiveram início os voos charters para a América do Norte. A Azores Express, empresa do Grupo SATA, efectuou voos charter dos Açores para os Estados Unidos. A SATA Express, empresa do Grupo SATA, efectuou voos charter entre os Açores e o Canadá. Em 1988, a SATA mudou as suas cores e passou a editar a revista de bordo bilíngue Paralelo 38, actualmente Espírito Açoriano/Azorean Spirit.

Entre 1989-1990, os aviões Avro foram gradualmente substituídos pelos ATP da British Aerospace. O primeiro avião, de nome "Santa Maria", entrou ao serviço em 1989, o segundo, de nome "Flores", em 1990, e o terceiro, de nome "Graciosa", em 1991. Ainda em 1991, o pequeno Dornier Do 228 iniciou as ligações para a ilha do Corvo, substituindo o CASA C-212 Aviocar da Força Aérea Portuguesa.

Em 1994, na celebração do 50.º aniversário da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), esta decidiu atribuir uma medalha de honra a uma entidade ou individualidade que, em cada estado membro, tivesse dado um relevante contributo ao desenvolvimento da aviação civil. Em Portugal, essa medalha foi atribuída à SATA Air Açores.



sexta-feira, 29 de abril de 2022

Quem foi João Soares de Albergaria

 


João Soares (c. 1415 — 1499) foi o 2.º capitão do donatário nas ilhas de Santa Maria e de São Miguel, sucedendo no cargo a Gonçalo Velho Cabral, seu tio materno. Após a confirmação da doação da capitania de São Miguel a Rui Gonçalves da Câmara (1474), continuou capitão apenas da de Santa Maria.

Nas genealogias tardias e alguma historiografia é por vezes referido como João Soares de Albergaria ou como João Soares Velho, mas coevamente, de fato, apenas se documenta como João Soares. Não pertencia à família Soares de Albergaria, como se comprova pela carta de armas que o seu filho João Soares de Sousa obteve a 18 de Junho de 1527, a saber um escudo esquartelado de Velho e Sousa (Arronches), com uma flor-de-lis de ouro por diferença. Nesta carta de armas, João Soares de Sousa diz-se filho de João Soares Velho, "que herdou esta Capitania [da ilha de Santa Maria] de Gonçalo Velho capitão da dita ilha e comendador de Almourol por ser seu parente mais chegado", e de sua esposa, Branca de Sousa, filha de João de Sousa Falcão. Se Fernão Soares, pai deste João Soares (Velho), fosse Soares de Albergaria, o neto não deixaria nunca de ter as armas desta família.

Foi filho de Fernão Soares e de Teresa Velho (Cabral), uma irmã de Gonçalo Velho. Desposou Brites Godins (Beatriz Godins, Godiz ou Codiz), não havendo descendência deste consórcio. Por motivo de doença desta senhora, João Soares deslocou-se com ela para a ilha da Madeira, em busca de clima mais favorável, sendo acolhidos pela família do capitão do Funchal, João Gonçalves da Câmara de Lobos.


Vindo a sua primeira esposa a falecer no continente por volta de 1492-1493, casou em segundas núpcias com D. Branca de Sousa, filha de um fidalgo da Casa Real e donzela de D. Filipa, tia da então rainha. Em que pese a avançada idade dele, de acordo com alguns autores, dessa união houve quatro filhos:


João Soares de Sousa, que viria a ser o 3.º capitão do donatário de Santa Maria;


Pedro Soares, que morreu no Estado Português da Índia;


D. Maria, que casou em Portugal;


D. Violante, que foi desposada em Santa Maria por um Castelhano.



quarta-feira, 27 de abril de 2022

Portas do Mar no Pátio da Alfândega em Angra do Heroísmo ilha Terceira Açores

 

As Portas do Mar localizam-se no Pátio da Alfândega, sobranceiro ao Cais da Alfândega, na freguesia da Sé, em pleno centro histórico da cidade e concelho de Angra do Heroísmo, na costa sul da ilha Terceira, nos Açores. Nessa condição integra aquele conjunto classificado como Património Mundial, pela UNESCO.

Embora remontem ao século XV, sofreram extensas alterações eventualmente por volta de 1470 ou 1500, por iniciativa do segundo capitão do donatário da ilha, Álvaro Martins Homem. À época, embora fosse fortificada por razões de segurança, a porta do cais da cidade de Angra tinha, sobretudo, funções de garantia de cobrança dos direitos da alfândega.

No contexto da Dinastia Filipina, o cais e a principal porta de acesso à cidade encontram-se representados na gravura "A Cidade de Angra na Ilha Iesu Xpo da Terceira que esta em 30 Graos", de Jan Huygen van Linschoten, datada de 1595. No mesmo período, por volta de 1610, tiveram lugar extensas obras de reforma que enobreceram a porta, traduzindo o período de prosperidade então vivido pela cidade.


Quando do sismo de Lisboa de 1755 (1 de Novembro), o maremoto resultante fez com que as águas da baía ultrapassassem as Portas do Mar, alcançando a Praça Velha. Em seu refluxo, arrastaram consigo a estrutura das Portas.


Com a criação da Capitania Geral dos Açores (1766), e a chegada a Angra do seu primeiro Capitão-general, D. Antão de Almada, foi determinado ao Sargento-mor João António Júdice que tirasse o plano de reedificação do cais, aproveitando-se o que fosse possível.


Data dessa época a atual configuração do Pátio da Alfândega, entre os estilos barroco e neoclássico, ao nível da Rua Direita, ligado ao cais por duas largas escadarias em ferradura, rematadas ao alto por duas portas com arcos de pedra. As bicas de abastecimento das embarcações foram transferidas para um chafariz de pilastras duplas laterais, ao centro das escadarias. Os vestígios da primitiva porta, as casas da guarda e demais estruturas foram aterradas para dar lugar a este conjunto.

Em finais do século XIX o conjunto apresentava nova configuração: as arcadas haviam desaparecido, e o cais conservava dois níveis.


Em 1998, durante obras de remodelação do cais, foram procedidos trabalhos de prospecção arqueológica que identificaram os vestígios de uma rua, de um cais, de uma fortificação abaluartada e de uma densa rede de águas e esgotos. Os vestígios distribuíam-se em três diferentes níveis de ocupação, interligados por escadarias e pátios.



terça-feira, 26 de abril de 2022

O Herói da fronteira de Wyoming é Açoriano

 

John Phillips – também conhecido por Portuguese Phillips ou ainda, de acordo com a oralidade da época, Portugee Phillips – nasceu no lugar de Terras, Lajes do Pico, a 28 de Abril de 1832, com o nome de Manuel Filipe Cardoso.



No livro "The John ‘Portugee’ Phillips Legends", o investigador norte-americano Robert A. Murray dá uma ideia da dimensão a que chegou a sua "canonização pagã": "À medida em que o processo de ficcionalização continuou, Phillips transcendeu o carácter de pioneiro determinado e atingiu a mesma categoria mítica, impossível, a que os escritores guindaram Daniel Boone, David Crockett, Kit Carson ou muitas outras figuras da fronteira."


John Phillips, um simples guia ao serviço do exército sedeado no recém-estabelecido Fort Phil Kearny, no então Território do Dakota (hoje no Nebraska), realizou um único grande feito na vida, mas foi o suficiente para a sua lenda durar até aos dias de hoje.


Ainda hoje não se sabe com total precisão o que é realidade e o que é mito. Mas, de noite, sob um forte nevão e perante temperaturas abaixo de zero, Phillips terá cavalgado na companhia de Daniel Dixon cerca de 190 milhas (300 quilómetros) ao longo do Trilho de Bozeman até Horseshoe Station, aí chegando na manhã de Natal.



Expediu um telegrama para Fort Laramie, em Horse Creek (Wyoming), a pedir ajuda, e, como se não bastasse, descansou algumas horas e dirigiu-se ele próprio para o forte, ao longo de mais 40 milhas (65 quilómetros), para certificar-se que era enviado socorro para o Fort Phil Kearny. Com isso, salvou a vida de mais de 90 pessoas. O seu cavalo, hoje mítico, chamava-se Dandy.



segunda-feira, 25 de abril de 2022

A Igreja que foi profanada e destruída por corsários franceses na ilha de Santa Maria Açores

 

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção localiza-se na freguesia da Vila do Porto, concelho da Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, nos Açores.


Sob a invocação de Nossa Senhora da Assunção, padroeira da vila, data do início do século XV, constituindo-se numa das igrejas mais antigas do arquipélago. É largamente referida por Gaspar Frutuoso  e, modernamente, a sua história encontra-se em trabalho do Dr. Manuel Monteiro Velho Arruda. Foi cabeça da Comenda de Nossa Senhora da Assunção.

Foram seus benfeitores João Tomé, o "Amo" e o Ouvidor Rui Fernandes, escudeiros do capitão do donatário e vereadores da municipalidade, nomeados por Gaspar Frutuoso como "lavradores e homens principais da terra". As suas obras foram iniciadas em 1439, a cargo do pedreiro Estevão Ponte e do carpinteiro João Roiz (Rodrigues). Frutuoso informa que o primeiro arrematou a obra por trezentos mil-réis, e Roiz, de Vila Franca do Campo, terá recebido "de noventa a cem mil-réis". Primitivamente a igreja só dispunha de uma porta no frontispício. No meado do século XVI já possuía sete confrarias.  Frutuoso assim a descreveu:

"A igreja principal é da invocação da Assunção de Nossa Senhora (por se achar no mesmo dia a Ilha), de naves, com quatro pilares em vão, e muito bem assembrada, com um Altar do apóstolo São Matias, que é o padroeiro de toda a Ilha, da banda do evangelho, e outro de Nossa Senhora do Rosário, da parte da epístola. Tem também duas capelas, uma da banda do sul, que mandou fazer Duarte Nunes Velho, com altar de Jesus; a outra, de Rui Fernandes de Alpoim, com o altar de Santa Catarina."

Por determinação de Filipe II de Portugal, o exclusivo do púlpito desta igreja foi dado aos franciscanos da vila. O pregador do Convento da Igreja de Nossa Senhora da Vitória tinha a obrigação de fazer 24 sermões por ano naquele púlpito, recebendo, por isso, três moios de trigo e 10$000 réis em espécie. O corpo eclesiástico de que dispunha era muito numeroso, recebendo bons proventos no século XVIII.

A igreja foi profanada e destruída por corsários franceses (agosto de 1576) e ingleses (1599), tendo sido incendiada por piratas da Barbária em 1616.  Nesta última terá servido como mesquita. Foi reparada pela Câmara Municipal em 1630, mas faltaram, à época, recursos para a telha.  Após vários apelos ao soberano, apenas em 1659 um pequeno auxilio foi conseguido. A imagem da Virgem foi devolvida ao seu nicho, ao centro do altar-mor em 1674, por iniciativa do então bispo da Diocese de Angra, D. Lourenço de Castro.

Encontra-se referida por MONTE ALVERNE (1986), possuindo à época (c. 1695) um vigário, um cura, um tesoureiro, um organista e quatro beneficiados.

As reparações promovidas no século XVIII e no século XX foram efectuadas à custa da população e das confrarias.  O altar das Almas goza do privilégio de indulgência para o sacerdote que oficiar missas dos fiéis defuntos, com isenção das penas do Purgatório, segundo Breve do Papa Pio VI datado de 11 de Março de 1784.

Em 6 de Outubro de 1832, um novo incêndio trouxe a destruição da igreja e a reconstrução foi iniciada no ano seguinte (1833) por iniciativa do padre António Calisto (agraciado com o hábito da Ordem de Cristo), às expensas dos paroquianos, conforme inscrição epigráfica a meio da parede da nave sul.

A torre foi alteada em cinco metros para a instalação de relógio, cuja inauguração se deu a 9 de Junho de 1946.

Actualmente, da primitiva estrutura, restam apenas uma porta lateral em estilo gótico e um tecto em estilo manuelino na Capela de Santa Catarina.



domingo, 24 de abril de 2022

Lista de Emigrantes que partiram para o Brasil da Vila do Porto ilha de Santa Maria Açores

 


1.  Antónia Margarida de Menezes (São Pedro, Ilha Terceira, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, 29 de Junho de 1740 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 16 de Março de 1807) casada com António José de Menezes e Moura.


2.  António Francisco de Menezes (Santa Bárbara , Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, 7 de Outubro de 1727 - Brasil, 1 de Novembro de 1791) casado com Rosa dos Anjos de Moura e Anna Joaquina.


3.  António José de Menezes e Moura (Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, ? - Rio Grande, Rio Grande do Sul, 18 de Fevereiro de 1760) casado com Antónia Margarida de Menezes.


4.  António Soares de Menezes, Capitão (Fajã de São Lourenço, Santa Bárbara, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, c. 1697 - Brasil, c. 1805) casado com Barbara Encarnação de Sousa de Menezes.


5.  Barbara Encarnação de Sousa de Menezes (Lugar de Flor da Rosa, São Pedro, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, c. 1707 - Brasil, c. 1805) casada com António Soares de Menezes, Capitão.


6.  Clara Maria de Sousa (Nossa Senhora do Rosário, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com André da Costa Leite.


7.  Catharina de Menezes (São Pedro, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria , Açores, Portugal, 22 de Abril de 1730 - Brasil, ?) filha de António Soares de Menezes, Capitão e Barbara Encarnação de Sousa de Menezes.


8.  Francisca Quitéria de Menezes (São Pedro, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, 15 de Janeiro de 1738 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 22 de Setembro de 1797) casada com Manuel de Medeiros e Mello.


9.  Francisco da Costa Leite (Vila do Porto, Ilha de S. Maria, Açores, Portugal, c. 1723 - Taquari, Rio Grande do Sul, 14 de Setembro de 1813) casado com Rita Maria da Conceição.


10.  Helena do Espírito Santo de Menezes (São Pedro, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, 25 de Abril de 1735 - Brasil, c. 1805) casada com António dos Santos Saloyo e José Luiz de Serqueira.


11.  Inácio da Costa Leite (Vila do Porto, Ilha de S. Maria, Açores, Portugal, c. 1734 - Brasil, ?) casado com Antónia Maria.


12.  João Francisco de Resende (Vila do Porto, Ilha de S. Maria, Açores, Portugal, ? - Brasil, c. 1858) casado com Felícia Francisca Rosa Teixeira.


13.  Joaquim Soares de Menezes (São Pedro, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, c. 1748 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 2 de Janeiro de 1805) casado com Maria Santa de Belém.


14.  João de Resende Costa (Ilha de Santa Maria, Vila do Porto, Açores, Portugal - 02 de Novembro de 1695 - Prados, Minas Gerais, 08 de Março de 1758) casado, em 3 de Outubro de 1726, com Helena Maria de Jesus Gonçalves, uma das 3 ilhoas.


15.  Manuel José de Menezes (São Pedro, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, 11 de Dezembro de 1732 - Brasil, c. 1772) casado com Marianna dos Anjos.


16.  Manuel Mendes Lourenço (Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Clara Maria Assumpção e Sá.


17.  Manuel de Sousa Leite (Vila do Porto, Ilha de S. Maria, Açores, Portugal, c. 1724 - Brasil, ?) casado com Margarida dos Anjos.


18.  Margarida dos Anjos (Vila do Porto, Ilha de S. Maria, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Manuel de Sousa Leite.


19.  Pascoal Leite da Silva Furtado (Vila do Porto, Ilha de S. Maria, Açores, Portugal, c. 1559 - Brasil, c. 1614) casado com Isabel Domingues do Prado.