quarta-feira, 9 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Joe Silvey (Silva) da ilha do Pico Açores, foi um dos primeiros pioneiros portugueses a chegar ao Canadá
Silvey, que nasceu na pequena Ilha do Pico, na freguesia da Calheta de Nesquim, empregou-se num navio americano aos 12 anos de idade e, eventualmente abandonou a tripulação e se estabeleceu nesta província – e 158 anos após o início da sua aventura na costa do Canadá, há mais do que 1.000 dos seus descendentes espalhados por esta província.Joe adquiriu uma propriedade em Stanley Park, estabeleceu um negócio de pescaria, construiu o seu primeiro barco e iniciou a indústria de pesca com redes – usando a sua experiência lusitana.
"The Remarkable Adventure of Portuguese Joe Silvey" publicada em 2004 é o primeiro trabalho de Jean Barman abordando a problemática da emigração açoriana para a Colúmbia Britânica.
No prefácio desta obra escreve Manuel A. Azevedo: "Existe um provérbio português que diz que Deus está em todo o lado, mas os portugueses chegaram lá primeiro."
Joe Silvey (Silva) foi um dos primeiros pioneiros portugueses a chegar ao Canadá muito antes de 1867, o ano da Confederação à qual a Colúmbia Britânica se juntou em 1871.
A história do Picoense Joe Silvey iniciou-se durante a corrida ao ouro de 1858 na Colúmbia Britânica. Estes foram os anos em que a população não nativa cresceu do dia para a noite. As 1000 almas que habitavam a Colúmbia Britânica viram de um momento para o outro o seu lugar "inundado" por sonhadores à procura de riqueza. Em pouco tempo a população somava 20.000 pessoas.
Todavia, o Picoense Joe Silvey não encontrou fortuna no ouro mas encontrou uma esposa nativa da localidade que mais tarde ficaria conhecida por Vancouver.
domingo, 6 de novembro de 2016
O cowboy da ilha de São Jorge Açores
João Ignácio d’Oliveira nasceu a 28 de Fevereiro de 1838 na freguesia de Santo Antão, na ponta Leste da ilha de São Jorge, nos Açores.
João Ignácio terá emigrado como marinheiro de um navio de caça à baleia, como acontecia com tantos outros. Nos anos 60 já se encontra no rio Columbia, no extremo Noroeste americano, a trabalhar num barco a vapor, com o nome de John Enos – nome que resulta da evolução Ignacius-Ignácio-Inácio-Enos, explicam os etimólogos.
É nessa altura que começa a comprar gado, e em 1870 já está em Yakima, a oeste do rio, no seu primeiro rancho. Pouco depois atravessa a água e estabelece-se em Cannaway Creek, no então Lincoln County (...) imediatamente antes de se juntar ao Snake e rumar ao Pacífico – o chamado "Big Bend" (Terra da Grande Volta), uma planície "ondulante, desértica e semi-árida", como explica William S. Lewis em "The Story of Early Days in The Big Bend Country", de 1926.
E é a partir daí, nas terras livres da exploração open-range (terrenos do estado, de utilização gratuita), que construirá o seu império.
(…) O seu rancho, dizia-se, estava assombrado. Enos, como enumerou Kenneth Kallenberger em Saga Of Portegee Joe, gerava todos os mitos: envenenara três índios, enterrando-os no rancho junto com dois cowboys, enforcara um chinês, matara um jovem ladrão de cavalos, tinha cinco golpes na pistola, roubava cavalos e trazia-os para o rancho de noite, fugira da justiça no Leste da América, chicoteava os seus funcionários...
Muitas mães repreendiam as crianças com a ameaça: "Se não de comportares, Portegee Joe vai apanhar-te!" Mas, nos relatos dos que o conheceram, compilados mais tarde pelos jornais e pelos historiadores, Enos era precisamente o contrário: um homem afável e bondoso, embora irascível em determinados momentos.
John Enos era um visionário para a época, e essa é outra das características mais extraordinárias da sua história. No seu rancho de Cannaway Creek, criou um inovador sistema de rega, plantou um pomar que proporcionava maçãs aos funcionários, construiu uma casa em cima de uma fonte para usar a sua refrigeração, escavou uma adega atrás de uma colina e semeou árvores altas alinhadas, para proteger tudo contra o vento.
João Ignácio terá emigrado como marinheiro de um navio de caça à baleia, como acontecia com tantos outros. Nos anos 60 já se encontra no rio Columbia, no extremo Noroeste americano, a trabalhar num barco a vapor, com o nome de John Enos – nome que resulta da evolução Ignacius-Ignácio-Inácio-Enos, explicam os etimólogos.
É nessa altura que começa a comprar gado, e em 1870 já está em Yakima, a oeste do rio, no seu primeiro rancho. Pouco depois atravessa a água e estabelece-se em Cannaway Creek, no então Lincoln County (...) imediatamente antes de se juntar ao Snake e rumar ao Pacífico – o chamado "Big Bend" (Terra da Grande Volta), uma planície "ondulante, desértica e semi-árida", como explica William S. Lewis em "The Story of Early Days in The Big Bend Country", de 1926.
E é a partir daí, nas terras livres da exploração open-range (terrenos do estado, de utilização gratuita), que construirá o seu império.
(…) O seu rancho, dizia-se, estava assombrado. Enos, como enumerou Kenneth Kallenberger em Saga Of Portegee Joe, gerava todos os mitos: envenenara três índios, enterrando-os no rancho junto com dois cowboys, enforcara um chinês, matara um jovem ladrão de cavalos, tinha cinco golpes na pistola, roubava cavalos e trazia-os para o rancho de noite, fugira da justiça no Leste da América, chicoteava os seus funcionários...
Muitas mães repreendiam as crianças com a ameaça: "Se não de comportares, Portegee Joe vai apanhar-te!" Mas, nos relatos dos que o conheceram, compilados mais tarde pelos jornais e pelos historiadores, Enos era precisamente o contrário: um homem afável e bondoso, embora irascível em determinados momentos.
John Enos era um visionário para a época, e essa é outra das características mais extraordinárias da sua história. No seu rancho de Cannaway Creek, criou um inovador sistema de rega, plantou um pomar que proporcionava maçãs aos funcionários, construiu uma casa em cima de uma fonte para usar a sua refrigeração, escavou uma adega atrás de uma colina e semeou árvores altas alinhadas, para proteger tudo contra o vento.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Quem partiu de Santa Cruz da Ilha Graciosa Açores para o Brasil
1- Ana Paula do Sacramento (Santa Cruz da Graciosa, Ilha da Graciosa, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Sebastião Nunes Coelho.
2- Ana Vicência Rosa (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, c. 1746 - Brasil, ?) casada com José Coelho Machado.
3- António Correia da Silva (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa , Açores, Portugal, ? - Cruz Alta, Rio Grande do Sul, c. 1835) casada com Francisca das Chagas.
4- António José d'Aviz (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, ? - Triunfo, Rio Grande do Sul, 4 de Junho de 1810) casado com Apolónia Maria de Sousa Machado.
5- Faustino Manoel Corrêa (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, c. 1743 - Brasil, 2 de abril de 1822) casado com Izabel de Brum da Silveira.
6- Francisco da Silva (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) filho de Manoel da Silva Ferreira.
7- José Coelho Machado (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Terceira, Azores, Portugal, c. 1748 - Brasil, ?) casado com Ana Vicência Rosa.
8- José Corrêa (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) filho de f Pedro Corrêa e Andreaza de Espindola.
9- Maria Clara de Jesus Corrêa (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, c. 1734 - Brasil, ?) casada com Jacinto Furtado de Mendonça.
2- Ana Vicência Rosa (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, c. 1746 - Brasil, ?) casada com José Coelho Machado.
3- António Correia da Silva (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa , Açores, Portugal, ? - Cruz Alta, Rio Grande do Sul, c. 1835) casada com Francisca das Chagas.
4- António José d'Aviz (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, ? - Triunfo, Rio Grande do Sul, 4 de Junho de 1810) casado com Apolónia Maria de Sousa Machado.
5- Faustino Manoel Corrêa (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, c. 1743 - Brasil, 2 de abril de 1822) casado com Izabel de Brum da Silveira.
6- Francisco da Silva (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) filho de Manoel da Silva Ferreira.
7- José Coelho Machado (Vila da Praia, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Terceira, Azores, Portugal, c. 1748 - Brasil, ?) casado com Ana Vicência Rosa.
8- José Corrêa (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) filho de f Pedro Corrêa e Andreaza de Espindola.
9- Maria Clara de Jesus Corrêa (Guadalupe, Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, Portugal, c. 1734 - Brasil, ?) casada com Jacinto Furtado de Mendonça.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Quem partiu da cidade de Ponta Delgada Ilha de S. Miguel Açores para o Brasil

1- António Augusto Monteiro de Barros (Santa Maria, Ponte Delgada, Açores, Portugal, c. 1790 - Rio de Janeiro, Brasil, 16 de Novembro de 1843) casado com Virgínia Amália Carneiro de Campos e Maria Constança da Graça Rangel.
2- António Carvalho Tavares (São Sebastião, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, ? - Salvador, Bahia, ?) casado com Margarida Teresa de Negreiros.
3- Francisco Rodrigues Alves (Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, 7 de Fevereiro de 1758 — Vassouras, 21 de Julho de 1846), foi proprietário rural brasileiro, pioneiro do povoamento e um dos fundadores do município fluminense de Vassouras, e ancestral da antiga família fluminense Rodrigues Alves Barbosa
4- João Pereira de Bittencourt (Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Maria de Abreu.
5- José António do Rego (NS dos Anjos, Ponte Delgada, Ilha de S. Miguel, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Teodora Maria Soares.
6- José Caetano Pereira (Ponta Delgada, São Miguel, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Eugénia Maria de Figueiredo.
7- José Inácio Borges do Canto (Ponta Delgada, São Miguel, Açores, Portugal, c. 1732 - Brasil, ?) filho de José Caetano Pereira e Eugénia Maria de Figueiredo
8- José de Medeiros e Albuquerque (Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Portugal, c. 1756 - Rio Grande do Sul, 30 de Julho de 1823) casado com Ana Joaquina Leocádia da Fontoura.
9- Luzia Francisca da Assunção (Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Manuel de Medeiros e Sousa.
10- Manuel de Medeiros e Souza (Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, 27 de Julho de 1716 - Florianópolis, Santa Catarina, 16 de Setembro de 1804) casado com Luzia Francisca da Assunção e Ana de Santiago.
11- Maria Leopoldina Machado de Câmara (Ponta Delgada, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 1812 - Rio de Janeiro, 1849) casou-se com Francisco José de Assis, foi a mãe de Joaquim Maria Machado de Assis.
12- Maria Teresa de São José (Ponta Delgada, São Miguel, Açores, Portugal, c. 1734 - Brasil, ?) filha de José Caetano Pereira e Eugénia Maria de Figueiredo.
13- Maria Teresa de São José (Ponta Delgada, São Miguel, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) filha de António Pereira De Frias e Francisca Rosa, casada com Ventura José Sanhudo.
14- Nicolau Henriques (São Pedro, Ponta Delgada, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, c. 1841) casado com Josefa del Jesus.
15- Pedro Medeiros da Costa (Santo António, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, ? - São Paulo, c. 1762) casado com Isabel dos Reis.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















