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domingo, 15 de janeiro de 2023

Brás Soares de Sousa foi o 6.º capitão do donatário na ilha de Santa Maria Açores

 


Nascido Brás Soares de Albuquerque, ao suceder ao pai no morgadio teve que assumir o sobrenome deste (Sousa). No contexto da Dinastia Filipina, foi confirmado no cargo de capitão da ilha de Santa Maria a 16 de Julho de 1594, sucedendo a Jerónimo Coutinho.


Serviu na Praça-forte de Ceuta de 1613 a 1615, e esteve embarcado na Armada das ilhas de 1615, 1617, 1618 e 1621, vindo a ser recompensado por esses serviços com a Comenda da Ilha de Santa Maria da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, começando a gozar os seus proventos a partir de 24 de Junho de 1623. Entretanto, tendo os recursos anteriores desta comenda sido consumidos no Real serviço, o soberano impunha a Brás Soares de Sousa a obrigação de doar, por cinco anos a partir de então, os rendimentos da dita comenda para a fortificação que o soberano ia ordenar para a dita ilha. Nesse período não os poderia receber e cobraria ao Provedor da Fazenda das Ilhas Terceiras, que conservaria esses montantes em arca separada e fechada os recursos para se despender na obra da fortificação, por ordem do Conselho de Fazenda. Concluída a fortificação, no período aprazado, aquele rendimento deveria ser aplicado aos reparos das igrejas conforme o necessário, a ser estipulado pela Mesa da Consciência e Ordens.


Terá combatido na Praça-forte de Mazagão, assim como os corsários ingleses da armada do conde de Cumberland e piratas da Barbária  que assaltaram Vila do Porto respectivamente em 1589 e 1616.


Na Biblioteca Nacional da Ajuda em Lisboa, conserva-se cópia de carta de Filipe III de Portugal (1621-1640) a Brás Soares de Sousa, datada de 7 de Setembro de 1628 sobre uma queixa deste último, na qualidade de procurador de seu pai enquanto capitão do donatário da ilha de Santa Maria, sobre Simão Goardes Peixoto.


Numa viagem que fez a Lisboa, adoeceu e foi tratado na casa de uma fidalga, Maria da Câmara, viúva  de João Nunes Velho, que era filha de um sobrinho de Gonçalo Velho. Tendo ali sendo muito bem tratado, e como esta parenta era pobre, Brás Soares desposou uma filha dela, D. Dorotea da Câmara, demonstrando assim a sua gratidão.


Voltou para Santa Maria acompanhado da esposa, com quem teve três filhos: Pero Soares, Manuel de Sousa e António Soares, e mais algumas filhas, duas das quais professaram como freiras no Convento da Esperança, em Ponta Delgada.


Durante a primeira das invasões holandesas do Brasil (1624-1625), tomou parte da chamada "Jornada dos Vassalos", a poderosa esquadra que libertou Salvador em 1625.[4] No seu regresso, foi agraciado com a Comenda de Nossa Senhora da Assunção.


Quando da segunda invasão (1630-1654), pereceu em combate na capitania de Pernambuco, em 1634.




sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Quem partiu para o Brasil da cidade da Horta, ilha do Faial Açores em 1908

 


1 - Manuel dos Santos

2 - António Pereira Vargas

3 - Bento Rodrigues de Serpa

4 - Manuel Pereira Ferreira 

5 - Francisco Bernardo de Mello

6- António Garcia da Silveira

7 - Francisco Nunes de Freitas


8 - José Duarte Pereira

9 - António José de Oliveira 

10 - D. Florência Bulcão 

11 - António Francisco Paulo

12 - José de Ávila Pereira

13 - Maria Luíza

14 - Manuel Silveira Furtado


15 - João Maria

16 - Luisa Amélia Goulart

17- Manuel de Simas Costa

18 - Virginia Augusta da Costa

19 - Francisco Cardoso de Mello 

20 - António da Rosa de Oliveira 

21 - Alfredo da Silva


22 - Maria Julia Garcia

23 - José Francisco da Rosa Junior

24 - Guilhermina Augusta Garcia

25 - José Silveira Baptista

26 - Filomena Clara de Sousa

27 - Maria Madalena Garcia

28 - Eugénia Luísa da Conceição 

29 - José da Silveira do Amaral

30 - João Gaspar




quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Igreja do Bom Jesus freguesia de Rabo de Peixe na ilha de São Miguel Açores

 


A Igreja do Bom Jesus localiza-se em Rabo de Peixe, concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, Açores


Segundo Gaspar Fructuoso já em 1522 este templo existia mas um pouco mais acima do actual que o substituiu. Desconhece-se a data precisa de quando esta igreja teria sido construída. É de crer, porém, que já o houvesse sido no século XVI e, precisamente, na segunda metade deste, porquanto por carta do rei D. Sebastião, datada de 30 de Julho de 1568, já existia uma côngrua para o respectivo vigário. O lugar tinha mais de 300 fogos. Donde se conclui que o lugar já, era paróquia e a respectiva igreja já tinha certa importância. No ano de 1690 fazia-se uma despesa bastante razoável com a reparação da capela-mor e da sacristia.


No ano de 1732 os armários para a mesma sacristia um sino comprado no ano de 1734 custaram outra soma bastante avultada. Nesse ano novas obras na capela-mor (arco, pedreiro e entalhador custaram à Fazenda Real uma grande quantia.  Que consta, a torre só foi devidamente concluída no ano de 1735, ano em que, só o trabalho de pedreiro para a mesma voltaria a aparecer nas despesas da igreja.


Em 1755 a igreja ficou algo abalada com o terramoto do dia 1 de Novembro, porque em 1757 gastaram-se em pedreiro, carpintaria, pintura e ornamentos outra grande quantia. Em 17 de Junho de 1847, a Junta Governativa de Ponta Delgada criava mais um cura para Rabo de Peixe.



quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Quem partiu para o Brasil da ilha do Pico Açores em 1880

 


1 - Manuel Machado da Rosa 

2 - António José Madruga

3 - Joaquim Silveira Alves

4 - João José Soares

5 - Manuel Francisco Mateus


6 - José Pires

7 - Manuel Silveira Alvernaz

8 - João de Simas de Oliveira

9 - Manuel Martins Toste

10 - Jossé da Silveira Azevedo

11 - José de Sousa

12 - Mariana Augusta




13 - António das Neves

14 - Manuel Luís Pereira 

15 - Rosa Josefa

16 - Manuel Pereira da Fonte

17 - José Ferreira 

18 - Tomás Pereira dos Santos

19 - José Pereira de Almeida



terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Igreja de São Nicolau Sete Cidades ilha de São Miguel Açores

 


A Igreja de São Nicolau localiza-se no vale e freguesia das Sete Cidades, na ilha de São Miguel, nos Açores.

O templo foi mandado erigir em cumprimento de um voto feito em 1849 pelo coronel Nicolau Maria Raposo de Amaral (1770-1865) e sua esposa, Teresa Ermelinda Rebelo (1797-1895). A invocação escolhida foi São Nicolau, bispo de Mira, na Lícia, sepultado em Bari, na Itália, e por isso designado impropriamente como "bispo de Bari".


O terreno escolhido, com 25.000 metros quadrados, havia sido adquirido anteriormente, em 3 de Abril de 1834, passando a integrar um morgadio instituído por escritura pública desde 29 de setembro de 1821. O projeto, em estilo neogótico ficou a cargo de Manuel Lamberto Monteiro, que também foi encarregado de dirigir os trabalhos, iniciados em 1849 com o concurso de 60 operários. Foi determinante para a escolha do local do templo uma nascente de água vizinha, o que fez com o templo ficasse relativamente isolado. Para facilitar-lhe o acesso, foi construída uma alameda de criptomérias, encabeçadas por duas hoje imponentes araucárias.


Por escritura de 25 de junho de 1857 o templo foi dotado de uma verba de 2$600 réis anuais para a sua conservação. Posteriormente, em 11 de maio de 1859 recebeu dote para o azeite da lâmpada do Santíssimo Sacramento.


A igreja foi consagrada, em meio a grande festividade, em 16 de Agosto de 1857, com missa solene celebrada pelo então bispo da Diocese de Angra, D. Frei Estêvão de Jesus Maria.


Os instituidores mantinham um capelão, para quem mandaram construir o passal, permitindo à população do vale assistir à missa, o que, até então, apenas era possível nas freguesias vizinhas. À época, o lugar das Sete Cidades pertencia às freguesias dos Ginetes e dos Mosteiros, separadas pelo leito da chamada "Ribeira da Praia", que passou a denominar-se, a partir de então, de rua da Igreja.


A lei de 19 de Maio de 1863, que extinguiu os morgadios em Portugal, fez com que este templo voltasse à posse dos seus instituidores.


No século XX, os seus herdeiros, não mais desejando conservá-la, doaram-na em 1969 ao povo, pelo que se tornou de sede de curato em sede de paróquia a 23 de maio daquele mesmo ano. Pouco mais tarde, em 1971, as Sete Cidades foram elevadas à categoria de freguesia.




segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Quem partiu para o Brasil da ilha de São Miguel Açores em 1875

 



1 - Francisco de Medeiros

2 - Manuel Soares

3 - Manuel de Almeida 

4 - Francisco Maria Raposo

5 - Maria Isabel Ferreira

6 - José Raposo 

7 - Francisco da Silva 


8 - António de Oliveira

9 - Maria de Sousa

10 - Manuel Botelho

11 - João da Costa

12 - José Moniz

13 - António Pacheco

14 - Francisco Resendes Tavares


15 - Manuel Dias

16 - Mara da Conceição 

17 - José Cordeiro

18 - Luís de Sousa Leite 

19 - Filomena de Jesus

20 - João Furtado 

21 - Ana Emilia da Conceição 



22 - Dinis Pacheco Mendonça

23 - Maria Rosa do Amaral

24 - João Bento Borges

25 - Rosa da Conceição 

26 - João Moniz Cabral

27 - Antómia Julia Bettencourt

28 - Luciano José Carreiro

29 - Carolina Andrade

30 - António de Sousa Borges





domingo, 8 de janeiro de 2023

Quem partiu da cidade da Horta, ilha do Faial para o Brasil em 1836

 


1 - Manuel Correia

2 -José Francisco de Castro

3 - Francisco Pereira Jorge

4 - José de Freitas

5 - José Pereira do Amaral

6 - Manuel José Pavão

7 - Manuel Leal




8 - Francisco José

9 - José Bernardo

10 - José Goulart da Silva

11 - António José da Silveira 

12 - Joaquim José da Rosa

13 - José Francisco de Sousa

14 - Manuel Francisco Pinheiro



15 - Sebastião Homem de Mello

16 - José Dutra Pereira 

17 - Francisco da Silveira de Mattos

18 - Gabriel José de Faria

19 - António Dutra do Souto

20 - Julio da Silveira


21 - José de Andrade 

22 - Manuel Pereira de Ávila 

23 - Joaquim José de Matos

24 - José de Ultra

25 - Maria Isabel 

26 - Francisco Teles de Ultra

27 - António Leal da Costa