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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Quem partiu da ilha de S. Miguel Açores para a Argentina, Brasil e Estados Unidos da América em 1928

 


1-  José Bernardo de Sousa, 16 anos, Povoação. Para o Brasil


2-  Manuel de Melo, 23 anos, Povoação. Para o Brasil


3-  Luis Raposo Macedo, 23 anos, Povoação. Para Brasil


4-  Manuel Luis de Mendonça, 25 anos, Povoação. Para o Brasil



5-  José da Câmra, 43 anos, Povoação. Para a Argentina


6-  Manuel da Câmara Branco, 17 anos, Povoação. Para a Argentina


7-  Joaquim da Câmara Branco, 15 anos, Povoação. Para a Argentina


8-  João Raposo de Sousa, 50 anos, Nordeste. Para o Brasil


9-  Maria Pacheco de Melo, 58 anos anos, Nordeste. Para o Brasil


10-  Maria José de Sousa, 20 anos, Nordeste. Para o  Brasil


11-  Maria Júlia Raposo de Sousa, 13 anos, Nordeste. Para o Brasil


12-  Mariana Raposo de Sousa, 12 anos, Nordeste. Para o Brasil


13-  Daniel Raposo de Sousa, 10 anos, Nordeste. Para o Brasil


14-  josé da Costa Cardoso, 33 anos, Lagoa. Para a Argentina


15-  Manuel Faria, 21 anos, Ribeira Grande. Para a Argentina


16-  Maria dos Santos Andrade, 45 anos, Vila Franca. Para os Estados Unidos da América


17-  José da Costa Amaral, 32 anos, Vila Franca. Para os Estados Unidos da América


18-  António Soares do Rego, 27 anos, Ponta Delgada. Para o Brasil



domingo, 12 de setembro de 2021

Quem partiu da ilha Terceira Açores no ano de 1930 para a Argentina, Brasil e Estados Unidos da América

 


1-  António Pereira Dinis, 21 anos, Feteira. Para o Brasil


2-  Maria da Conceição Veiga, 48 anos, São Bartolomeu. Para o Brasil


3-  Mateus Simões, 28 anos, Fonte do Bastardo. Para o Brasil


4-  Eugénia da Luz, 23 anos, Luz ilha Graciosa. Para os Estados Unidos da América


5-  José de Sousa Tomé, 38 anos, Ribeirinha. Para os Estados Unidos da América


6-  Francisca Candida, 21 anos, Ribeirinha. Para os Estados Unidos da América



7-  José Tomé, 13 anos, Feteira. Para os Estados Unidos da América


8-  Nelson de Sousa Tomé, 12 anos, Feteira. Para os Estados Unidos da América


9-  António da Costa Correia, 53 anos, Santa Barbara. Para a Argentina


10-  Luís Gonçalves Ferreira, Doze Ribeiras. Para a Argentina


11-  Maria Adelaide Mendes da Costa, 22 anos, Feteira. Para os Estados Unidos da América


12-  Francisco de Sousa Teixeira Júnior, 23 anos, São Bartolomeu. Para o Brasil


13-  Francisco Ferreira Dias, 21 anos, Santa Luzia. Para o Brasil


14-  João Barcelos da Rocha, 30 anos, Santa Barbara. Para o Brasil


15-  Serafim Nunes Pires, 23 anos , Vila Nova. Para a Argentina


16-  Francisco Artur Freitas, 23 anos, Agualva. Para a Argentina


17-  Maria da Conceição Brasil de Lima, 50 anos, São Mateus. Para o Brasil


18-  Agostinho Luís da Costa, 23 anos, Ribeirinha. Para o Brasil


19-  Francisco Gonçalves Rodrigues, 21 anos, Ribeirinha. Para o Brasil


20-  António Pacheco Ferreira, 25 anos, Ribeirinha. Para o Brasil



21-  Joaquim de Matos Júnior

, 23 Calheta ilha de São Jorge. Para o Brasil


22-  Serafim Machado Coelho, Cinco Ribeiras.Para o Brasil


23-  Manuel Joaquim Monteiro, 29 anos, Santa Cruz Praia da Vitória. Para o Brasil


24-  Emilia da Conceição Rocha, 28 anos, São Bento. Para o Brasil


25-  Elias de Sousa da Rocha, 25 anos, Santa Barbara. Para a Argentina


26-  Francisco Amarante, 22 anos,  Santa Barbara. Para a Argentina


27-  Francisco Cota da Costa, 20 anos, Doze Ribeiras. Para a Argentina



sábado, 11 de setembro de 2021

O Solar dos Noronhas ilha de S. Jorge Açores

 

O Solar dos Noronhas é um solar português localizado na freguesia da Ribeira Seca ao concelho da Calheta, ilha de São Jorge, arquipélago dos Açores.


O Solar dos Noronhas apresenta-se como uma imponente construção cuja fundação data do Século XVIII, mais precisamente de 1781. É este solar dotado de uma ermida anexa, a Ermida de Nossa Senhora dos Milagres, que foi edificada na mesma época, é um dos expoentes máximos do barroco na arquitectura civil da ilha de São Jorge.

Trata-se de um solar urbano que apresenta uma grande desenvoltura arquitectural e é pertença de uma das mais abastadas e influentes famílias da ilha de São Jorge do século XVIII.




quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Manuel de Azevedo Gomes

 

Manuel de Azevedo Gomes nasceu na freguesia   de Santo Amaro da ilha do Pico, filho de António de Ávila Gomes e de sua mulher Maria José de Azevedo e Castro. Foi irmão de Amaro de Azevedo Gomes, ministro do Governo Provisório da República Portuguesa. Foi pai do silvicultor, botânico e professor universitário Mário de Azevedo Gomes (1885-1965).

Azevedo Gomes destacou-se pelo seu brio enquanto oficial naval. O seu prestígio foi reforçado quando em 1862, em plena Guerra Civil Americana, como jovem tenente ao comando da corveta D. Estefânia obrigou a corveta USS Kearsarge, dos Estados Unidos da América, a respeitar a neutralidade portuguesa não atacando o navio corsário dos Estados Confederados CSS Alabama quando este se encontrava fundeado na Baía de Angra, nos Açores.

Foi chefe de gabinete do ministro Jacinto Cândido da Silva, ele também açoriano, no período em que aquele ministro liderou o programa de construções navais de 1896, o maior investimento em material naval feito pelo Estado português nos séculos XIX e XX.

Chefiou a missão da Armada Portuguesa que recebeu nos estaleiros do Havre os cruzadores São Gabriel e São Rafael, construídos no âmbito do plano de construções navais de 1896. Foi ajudante honorário do rei D. Carlos I de Portugal quando em 1901 aquele monarca visitou os Açores.


Comandou o Cruzador São Gabriel e, no final da sua carreira, o Cruzador D. Carlos I, então a mais prestigiosa unidade naval portuguesa.

Terminou a sua carreira naval no posto de capitão-de-mar-e-guerra chefiando a Divisão Naval do Oceano Índico  em 1902.

Foi casado com Alice Hensler, filha de Elise Hensler, a condessa de Edla, que entretanto casara com o rei D. Fernando II de Portugal.


Foi condecorado com o grau de comendador da Ordem da Torre e Espada e grande oficial da Ordem de São Bento de Avis. Recebeu também diversas condecorações estrangeiras, entra as quais a da Ordem do Elefante Branco, do Reino do Sião. Conhece-se uma colaboração póstuma da sua autoria no semanário Academia Portuguesa  em 1933.




segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Ana Maria de Jesus Ribeiro com origens nos Açores e foi a companheira do revolucionário Giuseppe Garibaldi



Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida como Anita Garibaldi  nasceu em Laguna, 30 de Agosto de 1821  e faleceu em  Mandriole, Itália a  4 de Agosto de 1849 . Foi a companheira do revolucionário Giuseppe Garibaldi,  conhecida como a "Heroína dos Dois Mundos".


Alguns estudiosos alegam que Anita Garibaldi teria nascido em Lages, que na cúria metropolitana daquela cidade estaria o registo dos irmãos mais velho e mais novo dela, e que teria sido retirada do livro a folha do registo de Ana Maria de Jesus Ribeiro. Em 1998, entidades representativas da sociedade civil de Laguna promoveram uma acção judicial para obter o registo de nascimento tardio de Anita Garibaldi. A acção terminou na primeira vara da comarca de Laguna, sendo instruída com diversos documentos que comprovariam que Anita nasceu no município de Laguna. Assim, em 5 de 

Dezembro de 1998, proferiu-se:


Anita Garibaldi, descendente de portugueses imigrados dos Açores à província de Santa Catarina no século XVIII, provinha de uma família modesta.2 O pai Bento era comerciante em Lages e casou-se com Maria Antónia de Jesus. Anita era a terceira de 10 filhos (6 meninas e 4 meninos).

Após a morte do pai e o casamento da irmã mais velha, Anita cedo teve que ajudar no sustento familiar e, por insistência materna, casou-se, em 30 de Agosto de 1835, aos 14 anos, com Manuel Duarte de Aguiar, na Igreja Matriz Santo Antônio dos Anjos da Laguna. Depois de somente três anos de matrimonio, o marido alistou-se no exército imperial, abandonando a jovem esposa.
Durante a Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos, o guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi, a serviço da República Rio-Grandense, participa da tomada do porto de Laguna, na então província de Santa Catarina, onde conheceu Anita, que se apaixonou e decidiu lutar pela independência gaúcha e de outros territórios. Eles ficaram juntos pelo resto da vida de Anita, que seguiu Garibaldi em seus combates em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Uruguai (Montevidéu) e Itália. Eles tiveram quatro filhos .

Em 12 de Janeiro de 1840, Anita participou da batalha de Curitibanos, na qual foi feita prisioneira.  Durante a batalha, Anita provia o abastecimento de munições aos soldados. O comandante do exército imperial, admirado de seu temperamento indómito, deixou-se convencer a deixá-la procurar o cadáver do marido, supostamente morto na batalha. Em um instante de distracção dos guardas, tomou um cavalo e fugiu. Após atravessar a nado com o cavalo o rio Canoas,  chegou ao Rio Grande do Sul, e encontrou-se com Garibaldi em Vacaria, oito dias depois.


Em 16 de Setembro de 1840, nasceu no estado do Rio Grande do Sul, na então vila e actual cidade de Mostardas o primeiro filho do casal, que recebeu o nome de Menotti Garibaldi, em homenagem ao patriota italiano Ciro Menotti. Doze dias depois, o exército imperial, comandado por Francisco Pedro de Abreu, cercou a casa para prender o casal, e Anita fugiu a cavalo com o recém-nascido nos braços e alcançou um bosque aos arredores da cidade, onde ficou escondido por quatro dias, até que Garibaldi a encontrou.


sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Solar dos Meireles ilha Terceira Açores

 

O Solar dos Meireles é um solar português, localizado na ilha  Terceira Açores, concelho de Angra do Heroísmo, freguesia de São Pedro.


Este solar localiza-se junto aos Portões de São Pedro, na encruzilhada dos caminhos para o localidade do Pico da Urze, onde se encontra o Palácio de Santa Catarina, que é a residência de Verão do Bispo de Angra, e o Caminho de Baixo que dá acesso à freguesia de São Mateus da Calheta e à localidade de São Carlos. Fica na área de abrangência da Paisagem Protegida do Monte Brasil.




quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Maria Benedita de Castro Canto e Melo filha de um Açoriano

 

Maria Benedita de Castro do Canto e Melo, Baronesa consorte de Sorocaba  nasceu em São Paulo a 18 de Dezembro de 1792  e faleceu no Rio de Janeiro a 5 de Março de 1857.  Foi uma nobre brasileira.

Filha de João de Castro Canto e Melo, 1º Visconde de Castro, e de sua esposa Escolástica Bonifácia de Toledo Ribas, 1.ª Viscondessa consorte de Castro. Era irmã de Domitila de Castro Canto e Melo, Marquesa de Santos, amante do Imperador Dom Pedro I, e de João de Castro do Canto e Melo, 2º Visconde de Castro. Foi também amante do Imperador.

Em São Paulo, em 8 de Julho de 1812, casou com Boaventura Delfim Pereira, Barão de Sorocaba. Do casamento houve descendência, mas o segundo filho, Rodrigo Delfim Pereira, foi sempre considerado como filho ilegítimo de D. Pedro I do Brasil. Sua filha Margarida de Castro Delfim Pereira casou pela primeira vez com António Alves Gomes Barroso e casou pela segunda vez com Leopoldo Augusto da Câmara Lima, 1.º Barão de São Nicolau.