sexta-feira, 16 de julho de 2021
terça-feira, 13 de julho de 2021
Francisco Pereira de Macedo Barão e Visconde do Cerro Formoso Brasil
domingo, 11 de julho de 2021
Laurinda Andrade foi editora e directora da edição, semanal, do Jornal “Tribuna”, de Newark, em New Jersey
Laurinda Andrade (Laurinda C. Andrade) nasceu em 1899, na ilha Terceira-Açores.
Emigrou com 18 anos, para os Estados Unidos da América.
Formou-se na Pembroke College of Brown University, em Providence, Rhode Island.
Foi editora e directora da edição, semanal, do Jornal “Tribuna”, de Newark, em New Jersey.
Em 1942, regressou a New Bedford para introduzir o ensino da língua portuguesa na escola secundária da referida cidade. Lecionou inglês e francês e encontrou muita resistência à introdução da língua e cultura portuguesas. Após uma luta considerável, foi criado, em 1955, o primeiro departamento de língua portuguesa, no colégio da cidade de New Bedford.
Em 1944, com a colaboração do proprietário e director do “Diário de Noticias” fundou a Portuguese Educational Society, em New Bedford, para promover o intercâmbio cultural entre os EUA, Portugal e Brasil.
Em 1948, fez o mestrado, no departamento espanhol da Columbia University, em New York, concentrando-se no grande escritor brasileiro Luiz António Machado de Assis.
Em 1950, foi convidada a assistir ao primeiro Colóquio Luso-Brasileiro, realizado na biblioteca do Congresso.
Em 1966, apresentou a sua autobiografia, tendo a mesma sido publicada em 1968. Esta encontra-se entre as colecções da biblioteca do Congresso.
Em 1971, e após a aposentação de Laurinda Andrade, a língua portuguesa era leccionada em quatro escolas públicas de New Bedford. Cerca de 300 pessoas, com apelidos portugueses, frequentavam esta escola.
Faleceu em Setembro de 1980, com 80 anos de idade.
sexta-feira, 9 de julho de 2021
A Lenda das Varas do Espírito Santo é uma tradição oral da ilha de São Jorge Açores.
Há muitos séculos, a população da ilha tinha caído num grande desleixo para com o seu semelhante: havia desavenças por todo e qualquer motivo e todo o tipo de abusos. Nas igrejas os padres pregavam pedindo penitência e humildade e anunciavam castigos de Deus. Mas o povo não se emendava, continuava com os seus abusos e desavenças, maltratando-se uns aos outros.
No dia 1 de Maio de 1808 começaram a sentir-se grandes tremores de terra por toda a ilha, aconteceram grandes terramotos. Toda a ilha era abalada com violência. No cimo da serra central da ilha deu-se então uma grande erupção. Cinzas vulcânicas e lavas desceram das serras, aterrorizando as populações que nas partes baixas da ilha viam as lavas incandescentes a vir na sua direcção. O castigo para os pecados tinha chegado, gritavam os padres nos altares e as pessoas de boa alma nas ruas.
Segundo reza a lenda, a erupção aconteceu próximo da localidade de Santo António, nas imediações do Pico da Esperança. Foram atiradas pedras incandescentes até grandes alturas e a lava correu vulcão abaixo numa ribeira lenta, muito quente e caudalosa, em direcção ao mar.
Nas aldeias muitas pessoas choravam e rezavam, impotentes, perante a violência da natureza. Outras desorientadas, corriam de um lado para o outro numa tentativa vã de encontrar abrigo. Foi então que um padre franciscano, dotado pela população do epíteto de "o Malagueta", e que tinha o cargo de guardião do convento e dos demais padres seculares, teve a ideia de todos, cheios de fé saírem numa procissão fazendo preces a Deus para que parasse a erupção. Com eles levavam coroa do Espírito Santo de um dos Impérios da Vila das Velas e iam dentro de um quadro formado por varas do Espírito Santo.
Seguiram pelas ruas da localidade de Santo António, cujas casas se encontravam no caminho do rio de lava. Aproximaram-se o mais possível da lava que corria lenta e pastosa, e nesse local atiraram as varas do Espírito Santo para o chão, de forma a que formassem um traçado, um caminho que queriam que a lava tomasse, que a levasse ao mar.
Fizeram-no com tanta fé que pouco depois o rio de lava começou a mudar a sua trajectória, encaminhando-se para o mar, seguindo assim o caminho traçado pelas varas do Espírito Santo. A população ainda chorosa e atónita, estarrecida de medo e admiração, começou a agradecer ao Divino Espírito Santo. Fizeram-Lhe muitas promessas por os ter protegido da lava.
Foi então assim, reza a lenda, que se começaram a fazer outros impérios e a distribuir muitas esmolas aos mais pobres por ocasião das festas do Espírito Santo.
terça-feira, 6 de julho de 2021
O Açoriano que fundou a cidade de Vassouras no Brasil e ancestral da antiga família fluminense Rodrigues Alves Barbosa
domingo, 4 de julho de 2021
Solar de Santo António na ilha de São Jorge Açores
O Solar de Santo António é um solar português do século XIX localizado no caminho entre a freguesia da Calheta e a freguesia da Ribeira Seca no concelho da Calheta, ilha de São Jorge, Açores.
Apresenta-se como uma construção sólida dotada de excelente cantaria de basalto de cor negra que se podem ver tanto em redor das janelas e das portas, mas também das esquinas.
Sobre a porta principal do solar é possível ler a inscrição: MASS 1822, que será a data de edificação do solar.
Anexa a este solar encontra-se a Ermida de Santo António que foi construída em 1816.
quinta-feira, 1 de julho de 2021
João Inácio de Sousa
João Inácio de Sousa nasceu em Santo Amaro vila das Velas ilha de São Jorge e faleceu a 28 de Março de 1849 e faleceu em Bakersfield (Califórnia) a 5 de Abril de 1925 foi um filantropo de origem açoriana.
Emigrante nos Estados Unidos onde fez fortuna, legou a sua enorme fortuna à Santa Casa da Misericórdia de Velas e ao Asilo de Mendicidade de São Jorge, hoje denominado Casa de Repouso João Inácio de Sousa.
Foi erguido um monumento em sua homenagem na praça principal da vila de Velas.




















