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quinta-feira, 9 de março de 2017

Rodolfo Vieira

Rodolfo Botelho Vieira nasceu no dia 18 de Março
de 1981, na cidade da Ribeira Grande, ilha de São Miguel - Açores.
É um violinista versátil dedicado à música contemporânea e à tecnologia da música. Em 2009, foi eleito um dos 100 jovens talentos criativos da União Europeia.
Iniciou os seus estudos musicais com o seu avô materno, tendo depois frequentado a Academia de Música da Ribeira Grande. Aos 12 anos, ingressou no Conservatório Regional de Ponta Delgada, tendo terminado, em 1999, o 8.º grau de violino com a classificação final de 19 valores.
Concluiu, depois, a licenciatura, em violino – instrumentista de orquestra, em Lisboa, na classe do professor Aníbal Lima, na Academia Nacional Superior de Orquestra. Obteve o Certificado de Performance e o mestrado em String Performance, Chamber Music And Orchestra Literature na Northwestern University, Chicago, Estados Unidos da América.
Como músico de orquestra, Rodolfo Vieira foi concertino no Conservatory Project Orchestra, na Latin Chamber Orchestra e na Tutti Chamber Orchestra. Foi também assistente concertino na Civic Orchestra de Chicago sob a direção de Pierre Boulez, Berhard Haitink, Alan Gilbert e Cliff Colnot. Participou em vários festivais internacionais, nomeadamente, o Ravinia Festival ou o Lucerne Festival Academy.
No campo da música contemporânea e tecnologia da música, o violinista conta com participações em concertos como o Ensemble Dal Niente de Chicago, o International Contemporary Ensemble e o Lucerne Music Festival Academy.
Participou, como solista, na ERA Symphony Orchestra de Chicago, Orquestra Metropolitana de Lisboa e na Orquestra Sinfónica de Espinho. O músico já marcou presença em recitais nos Estados Unidos, na América do Sul e na Europa, tendo sido
convidado para integrar a “Gala Open Days”, da União Europeia.
Rodolfo Vieira é professor assistente da classe de violino do professor Gerardo Ribeiro na Northwestern University e na Meadowmounth School of Music e, leciona no Music Institute of Chicago e no Midwest Young Artist.
Dos vários prémios que recebeu destacam-se o Jovens Músicos da RDP/Antena 2, o Concurso Internacional Júlio Cardona, da Phiharmonic Society of Arlington, e o Concurso de Música do Meadowmount School of Music.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Lúcia Aguiar, porque hoje é o dia internacional da Mulher


Lúcia Aguiar nasceu no dia 15 de maio de 1970, na Ribeira Grande, ilha de São Miguel – Açores. É considerada um dos grandes talentos do mundo da moda nos EUA, particularmente no que diz respeito à criação de vestidos de noiva.
Desde criança que Lúcia Aguiar apresentou uma afinidade natural para a moda, muito por influência da sua mãe, desenhadora e costureira de fatos para homem.
Quando tinha apenas 13 anos de idade, ganhou uma bolsa de estudos num concurso de moda em São Miguel. Com 18 anos mudou-se para Lisboa onde frequentou o curso de moda no Instituto de Tecnologia de Lisboa. Finalizado o curso, rumou aos EUA, onde reside até hoje.
Apesar da distância e de viver nos EUA há cerca de 20 anos, Lúcia Aguiar mantém boas recordações de Portugal, como o mar ou o sol. Estas memórias servem de inspiração no momento de dar vida a projectos inovadores e variados e na criação de colecções que reflectem o seu legado europeu. A esta inspiração e talento, junta uma atenção meticulosa aos detalhes e um estilo singular que lhe rendeu maior exposição no mundo da moda e os elogios da crítica.
Seis dos seus vestidos foram destaque no filme da Lifetime TV, “I Do (But I Don’t)”, de 2004, que teve como protagonista a actriz Denise Richards. Uma das suas criações foi a escolha da Miss Connecticut para a abertura do concurso Miss EUA.
Em 2005, foi nomeada para o Fall New York Couture Bridal Market, na categoria de “Best New Talent”.
Foi, durante vários anos, designer na Alfred Sung, uma das mais conceituadas lojas de vestidos de noivas do país. Actualmente é designer exclusiva na Saison Blanche Couture. O seu estilo inovador foi um dos motores responsáveis pelo crescimento e sucesso da empresa.

O reconhecimento do talento de Lúcia Aguiar tem permitido à estilista açoriana participar em diversos eventos de moda e apresentar as suas criações um pouco por todo o mundo.

terça-feira, 7 de março de 2017

Tancredo Almeida Neves com origens Açorianas

Tancredo Almeida Neves, descendente de austríacos e de açorianos oriundos da ilha Terceira -Açores, nasceu no dia 4 de Março de 1910, em São João Del-Rei, Minas Gerais - Brasil.
Começou os seus estudos em São João Del Rei, transferindo-se posteriormente para Belo Horizonte, Minas Gerais, onde concluiu o curso de Direito. Regressou depois à sua cidade, onde iniciou a sua carreira profissional e política.
A sua trajectória política começou pela militância no movimento estudantil do final dos anos 20, em Belo Horizonte. Passo a passo, ocupou os cargos de vereador, deputado estadual e federal, ministro, primeiro-ministro e governador, até ser eleito presidente da República, a 15 de Janeiro de 1985. Porém, dias antes de ser empossado faleceu, em São Paulo – Brasil, tendo sido sepultado no Cemitério da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, em Minas Gerais.


Segundo a lei 7.465, o seu nome deve figurar em todas as galerias de presidentes do Brasil.
O seu arquivo encontra-se depositado no Cpdoc da Fundação Getúlio Vargas.
Em 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos", através de um concurso realizado pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), em parceria com a BBC Londres.


segunda-feira, 6 de março de 2017

João Goulart foi o 24º. Presidente do Brasil com origens nos Açores


João Goulart (João Belchior Marques Goulart), nasceu a 1 de Março de 1919, em São Borja, Rio Grande do Sul – Brasil. Descendente de açorianos oriundos da ilha do Faial- Açores, pelo lado do avô materno, era conhecido popularmente por “Jango”.
Formou-se em direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Foi o 24º. Presidente do Brasil, de 1961 a 1964 e Vice-Presidente de 1956-1961.
Assumiu o cargo de Secretário de Estado do Interior e Justiça e foi Ministro do Trabalho.

Faleceu na Argentina, com 57 anos, no dia 6 de Dezembro
de 1976.

domingo, 5 de março de 2017

Manuel Henrique Farias Ramos mais um Açoriano de sucesso no Brasil

Manuel Henrique Farias Ramos nasceu no dia 8 de maio de 1939, na freguesia do Raminho, concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. Emigrou para o Brasil em 1957, com apenas 18 anos.
Radicou-se em São Paulo e, depois de uma primeira década de trabalho árduo, retomou os estudos licenciando-se em Ciências Sociais pela Pontífica Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).
Frequentou os cursos de Filosofia, pela Universidade de São Paulo e de Pedagogia, pela PUC/SP.

Comerciante do ramo de carnes, Manuel Henrique Farias Ramos é uma personalidade de relevo na área da agro-pecuária do Estado de São Paulo. É presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas do Estado de São Paulo, vice- presidente do Conselho Arbitral da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, conselheiro regional do Serviço Social do Comércio de São Paulo, conselheiro da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio e presidente da UNICARNES. Foi também presidente do Conselho Nacional de Pecuária de Corte e da Casa dos Açores de São Paulo.
Apoiante entusiasta das Festas do Espírito Santo, Manuel Henrique Farias Ramos foi um dos participantes, em 2008, do III Congresso do Divino Espírito Santo, realizado em Angra do Heroísmo, tendo apresentado a comunicação “Espírito Santo – Crenças e Símbolos.”

sexta-feira, 3 de março de 2017

Carlos Ávila de Borba mais um Açoriano detentor de uma carreira brilhante

Carlos Ávila de Borba nasceu a 14 de Junho de 1963, no concelho da Praia da Vitória, na ilha Terceira, Açores.
 Treinador profissional especializado em várias modalidades desportivas,fez a sua carreira pelos Estados Unidos da América, Alemanha, Finlândia e Japão, sendo prelector em acções de formação e congressos um pouco por todo o mundo.
 Estudou desporto em Portugal, nos Estados Unidos (San Diego) e fez a sua licenciatura em Alto Rendimento Desportivo na Academia de Mainz, na Alemanha.
 Detentor de uma carreira brilhante, Ávila de Borba foi treinador e preparador físico de grandes figuras mundiais do desporto, como Mao Asada (medalha de prata em patinagem artística nos Jogos Olímpicos de inverno de Vancouver e medalha de ouro nos Campeonatos Mundiais de 2008 e 2010), Koji Murofushi (medalha de ouro no lançamento do martelo nos Jogos Olímpicos de Atenas e bronze em Sydney), Miki Ando (campeã mundial de patinagem artística em 2007 e 2011), a italiana Carolina Kostner (campeã mundial e europeia) e, esteve presente nos Jogos Olímpicos de inverno de Turim em 2006, como treinador do atleta japonês Daisuke Takahashi. Em 2006, foi também comentador da cadeia televisiva Eurosport nos campeonatos do mundo de patinagem artística em Calgary, no Canadá.
 Ao longo do seu percurso, trabalhou ainda como treinador e preparador físico de patinagem artística no Centro Olímpico de Munique e como colaborador na Karl-Heinz Riedl Soccer Academy (ambos na Alemanha), e foi conselheiro desportivo na Urheiluakatemia Pohjois-Savon (academia de desporto, Finlândia).
 Entre 2007 e 2010, foi professor de metodologia do treino desportivo e alto rendimento na Universidade de Chukyo (Nagoya - Japão).


Em 2011, esteve presente nos Jogos Olímpicos da Ásia, realizados no Cazaquistão, como treinador do patinador artístico Denis Ten, atleta que viria a conquistar a medalha de ouro na competição.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Casa de campo do TI' JOSÉ BORGES na Vila das Lajes ilha Terceira


Aqui nasceu em 1889. José Borges foi um “homem bom” da, então, freguesia das Lajes, conhecido pelas suas qualidades pessoais como proprietário e conceituado agricultor e pelo bem que fez aos outros e à sua terra. Como reconhecimento da sua personalidade, a rua que dá acesso à “Casa Ti José Borges” tem o seu nome.
José Borges Leal de Menezes Júnior, de seu nome completo, descende das mais antigas e representativas famílias da ilha Terceira, sendo que o ramo genealógico do qual descende directamente se fixou nas Lajes desde o século XVI.
Com efeito, José Borges descende directamente de Gaspar Camelo do Rego, ouvidor, capitão-mor, vereador e juiz ordinário da Praia da Vitória, onde viveu, vindo da ilha de São Miguel, nos finais do século XVI e início do século XVII, tendo casado com D Catarina Cardoso Evangelho trisneta de Álvaro Martins Homem, “fidalgo da casa da Infanta D. Beatriz”, que “veio para a Terceira cerca de 1461 e foi o 1º capitão donatário da Praia, por carta da dita infanta, dada em Évora a 14.2.1474”.
Situada na Vila das Lajes, ilha Terceira, a 1 km do aeroporto e a 8 km do porto oceânico, numa zona conhecida por Ramo Grande, constituída por uma vasta planície na qual se produziam das maiores quantidades de trigo e milho dos Açores e onde se situa o solar de uma raça bovina autóctone.

No Verão de 2004, iniciou-se a recuperação de uma casa com traços de cariz rural, erigida essencialmente em pedras de cantaria – Lajes – que dão origem ao nome da localidade onde se situa. Trata-se de uma habitação de família do século XIX, com toda a sua estrutura original, chaminé de “mãos postas”, forno e fogão de pedra. Para além da comodidade aconchegante das madeiras e pedras naturais em que está construída, oferece cozinha e lavandaria totalmente equipadas, w.c., 2 quartos duplos e sala com sofá-cama. Poderá, ainda, usufruir de uma área de lazer com árvores de fruta e ornamentais, plantas aromáticas utilizadas para infusões típicas da ilha, bem como, instrumentos e peças ligadas à vida rural do Ramo Grande, para além de churrasqueira e parque de estacionamento privado.
Daqui pode conhecer a cidade de Angra do Heroísmo (a 20 km), património da humanidade, e a cidade da Praia da Vitória (a 5 km) com o maior areal dos Açores e as suas festas populares - "Sanjoaninas" e Festas da Praia – as touradas à corda e o Carnaval único no mundo que aqui se realiza. Pode, ainda, desfrutar do mar, da rica gastronomia regional, das maravilhas naturais, históricas e belas paisagens que caracterizam a ilha!


Na Casa Ti´José Borges, encontra animais domésticos, pode, ainda, experimentar a ordenha manual da vaca, seguir o ciclo do milho, passear de carroça, montar a cavalo ou de burro ou, simplesmente, descansar. Aqui, uma família ou um grupo de amigos têm tudo o que podem desejar para umas férias inesquecíveis."

Estamos, assim, perante uma casa que identifica o viver típico de uma zona importante da vida económica, social e cultural da ilha Terceira, ao mesmo tempo que representa séculos da História da ligação de uma família a um lugar. Dos primeiros povoadores da ilha até aos nossos dias, muito tempo passou e muita gente viveu esta terra. Esta casa, pela obra de preservação e recuperação que lhe dedicaram os seus actuais proprietários – neto de José Borges Leal de Menezes -, é, na verdade, uma sentida homenagem aos antepassados e à ilha! No fundo, às gentes e à terra!...