quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Tom Hanks bisneto de Açorianos


Tom Hanks, nome artístico de Thomas Jeffrey Hanks, nasceu a 9 de Julho de 1956, em Concord, Califórnia - EUA.
Os seus ancestrais paternos vieram de Inglaterra. Ambos os avós maternos, apesar de terem nascido na Califórnia, eram descendentes de açorianos.
Estudou na Skyline High School (Oakland, Califórnia), Chabot College (Hayward, California) e California State University (Sacramento).
Iniciou a sua carreira no teatro e depois no cinema, estreando-se no filme de terror «Trilha de Corpos». O seu primeiro sucesso aconteceu em 1984, com a comédia romântica «A Sereia.»
É um dos mais famosos atores norte americanos, tendo obtido um Óscar para melhor actor em dois anos consecutivos, nomeadamente, em 1993 com o filme “Filadélfia” e em 1994 com “Forrest Gump."

É membro da International Thespian Society. Em 1995 foi eleito o “Melhor Actor”, pelos leitores da revista “US.”Em 1999, nas comemorações do Dia dos Veteranos, foi-lhe atribuída a “Distinguished Public Service Award.” Em agosto de 2009, foi eleito vice-presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entidade responsável pela entrega de óscares.  É o narrador de um documentário realizado por David Guggenheim sobre Barack Obama, desde a sua chegada à Casa Branca em 2009. O trailer, de aproximadamente dois minutos, pode ser visto no Youtube.   Vive dividido entre o Pacific Palisades, em Malibu, Califórnia, e Ketchum, no estado de Idaho.

É detentor de variadíssimos prémios obtidos ao longo da sua relevante carreira cinematográfica.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Maria Vieira - Canonização da mártir


“A 4 de Junho de 1940, o povo da primitiva vila de S. Sebastião, ilha Terceira, Açores, foi sobressaltado com a notícia de que Maria Vieira da Silva, de 13 anos, natural da mesma vila, chegara a casa lavada em sangue, quase moribunda, com a cabeça retalhada de profundos golpes”, assim aponta um dos registos recolhidos pela obra de António Neves Leal.

“Num momento de reanimação, a menina balbuciou o nome do assassino — “mas que não lhe tinha raiva” — disse. E voltou ao estado de coma. Conduzida ao hospital de Angra e preparada para uma operação imediata, ainda pronunciou o nome do criminoso. — “e não lhe façam mal” acrescentou. Recebeu os Sacramentos da Santa Igreja e no dia seguinte morria na paz e alegria das Virgens e mártires da pureza”.

Reza a história que o crime ocorreu quando a jovem de 13 anos, num local isolado, entre matos, do Pico Ruivo, na companhia de uma irmã sua, com pouco mais de quatro anos, ia levar o almoço ao pai que trabalhava perto.

O atacante, de nome José Quinteiro, um homem de cinquenta anos, reconheceu posteriormente que perante a resistência à tentativa de violação acaba por agredir repetidamente Maria Vieira com uma enxada na cabeça, tentando posteriormente esconder o cadáver debaixo de uma moita.

O criminoso José Quinteiro foi julgado e condenado a 28 anos de prisão, tendo apenas cumprido 16 anos, devido a bom comportamento.

Nascida em lar de poucos recursos, a 11 de Novembro de 1926 Maria Vieira, era tida como muito reservada, silenciosa, pacata. Frequentara a catequese paroquial, sendo da cruzada eucarística.


“Com dificuldade foi levada a exame da 4ª classe, pois a julgavam mal preparada, mas foi a única das colegas a ficar distinta. Deu então provas da sua clara inteligência, como também quando resistiu firmemente a quem pretendeu forçá-la ao mal, e ainda quando indicou quem lhe fizera a tortura, dizendo que lhe perdoava — “e não lhe façam mal”. Foi este um gesto bem cristão, a denunciar a formação recebida na catequese e que a levou a perdoar”, refere nota de Aurélio, Bispo de Angra, a 1 de Janeiro de 1994.

“ Através do Processo de julgamento no Tribunal de Angra do Heroísmo — até 14 de Dezembro de 1940, verifica-se que a pequena mártir teve realmente consciência da tentativa da sua violação pelas maneiras indecorosas como foi tratada, e resistiu, preferindo ser ferida mortalmente.

Assim, Maria Vieira, jovem açoriana violentamente martirizada por defender o seu pudor e a sua virgindade, é o modelo dos jovens que querem ser puros. A sua atitude é mensagem para esta hora, que para tantos é de libertinagem”, acrescenta.


Em Maria Vieira, aponta “brilhou a virtude dos fracos, a força dos desprotegidos, a fé dos martirizados, a esperança dos que lutam contra toda a esperança. Na pobreza, seu espírito se prepara para a luta e na tentação provou saber lutar e vencer até dar a vida”.

O Bispo referiu que a mártir “merece ser conhecida e muitos serão os que terão gosto em imitar sua virtude e em recorrer à sua intercessão junto de Deus”.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Os Açores já constavam nos mapas Genoveses em 1340


O descobrimento do arquipélago dos Açores, tal como o da Madeira, é uma das questões mais controversas da história dos Descobrimentos. Entre as várias teorias sobre este facto, algumas assentam na apreciação de vários mapas genoveses produzidos desde 1351, os quais levam os historiadores a afirmar que já se conheceriam aquelas ilhas aquando do regresso das expedições às ilhas Canárias realizadas cerca de 1340-1345, no reinado de Afonso IV de Portugal. Outras referem que o descobrimento das primeiras ilhas (São Miguel, Santa Maria, Terceira) foi efectuado por marinheiros ao serviço do Infante D. Henrique, embora não haja qualquer documento escrito que por si só confirme e comprove tal facto. A apoiar esta versão existe apenas um conjunto de escritos posteriores, baseados na tradição oral, que se criou na primeira metade do século XV. Algumas teses mais arrojadas consideram, no entanto, que a descoberta das primeiras ilhas ocorreu já ao tempo de Afonso IV de Portugal e que as viagens feitas no tempo do Infante D. Henrique não passaram de meros reconhecimentos.


O que se sabe concretamente é que Gonçalo Velho chegou à ilha de Santa Maria em 1431, decorrendo nos anos seguintes o descobrimento - ou reconhecimento - das restantes ilhas do arquipélago dos Açores, no sentido de progressão de leste para oeste. Uma carta do Infante D. Henrique, datada de 2 de Julho de 1439 e dirigida ao seu irmão D. Pedro, é a primeira referência segura sobre a exploração do arquipélago. Nesta altura, as ilhas das Flores e do Corvo ainda não tinham sido descobertas, o que aconteceria apenas cerca de 1450, por obra de Diogo de Teive. Entretanto, D. Henrique, com o apoio da sua irmã D. Isabel, povoou a ilha de Santa Maria.

Os portugueses começaram a povoar as ilhas por volta 1432, oriundos principalmente do Algarve, do Alentejo e do Minho, tendo-se registado, em seguida, o ingresso de flamengos, bretões e outros europeus e norte-africanos.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

A polémica do nome Açores


Uma questão muito debatida é a atribuição da toponímia "Açores" ao arquipélago. Ela já figura no globo de Martinho da Boémia que, em 1492, havia estado no Faial, referindo as ilhas dos Grupos Oriental e Central de "Insulae Azore" e as duas restantes, do Grupo Ocidental, de "Insulae Flores". Na cartografia anterior, as ilhas eram identificadas quer como "Ilhas Afortunadas" quer como "Ilhas de São Brandão". Actualmente, admitem-se três teorias a clássica, que atribui a toponímia à presença de aves identificadas pelos marinheiros portugueses como pertencentes àquela espécie. Essa teoria é modernamente criticada com base em que:

a única ave de rapina até hoje identificada no arquipélago é o milhafre ("Buteo buteo rotschildi"), e mesmo assim, aparentemente, uma introdução comparativamente recente, já que a ecologia das ilhas lhes era claramente desfavorável: o milhafre prefere como alimento os pequenos mamíferos, os quais não existiam no tempo do povoamento (os únicos mamíferos nativos são minúsculos morcegos). Mesmo admitindo a presença de milhafres no tempo da descoberta, subsistindo com uma dieta de aves juvenis (pombos torcazes e aves marinhas), simples considerações ecológicas e de dinâmica das populações tornam difícil aceitar que a sua população fosse tão numerosa a ponto de os destacar no meio das grandes populações de aves marinhas e de pombos torcazes então existentes.

a falcoaria, à época, era uma actividade bastante apreciada pela nobreza, não se justificando desse modo, um equívoco dessa natureza.
a devoção de Gonçalo Velho a Santa Maria dos Açores, padroeira da freguesia de Açores, em Celorico da Beira, no Distrito da Guarda;
a que parece fazer mais sentido é a que aponta que Açores provém do nome Azzurro em italiano ou Azureus em latim, que significa Azul em português,  como referência ao céu azul num dia brilhante e claro aquando da descoberta ao longe das ilhas. Esta teoria pode ser sustentada por uma outra, que afirma que as ilhas dos Açores já apareciam inclusive em portulanos genoveses do século XIV.

Mas a utilização de nomes com origem nas ilhas míticas não se ficou pelo nome do arquipélago já que toda a toponímia das ilhas está cheia de referências a eles. Em São Miguel e no Pico existem povoados chamados Sete Cidades (topónimo também existente no Brasil); na Terceira, a península do Monte Brasil (com registo anterior a 1500 e raiz na mítica ilha do O'Brasil, ou Brasil, dos Celtas irlandeses) testemunha um nome que antes de chegar ao actual Brasil passou pelos Açores; ou os Mosteiros (da tradição brandoniana) que estão presentes na ilha de São Miguel e nas Flores (para além de Cabo Verde).

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

João e Nete

A 25 de Abril de 2019 ele faria 80 anos. Que saudades…

Meu pai João Sampaio Almeida. O “João do Foto” (Era fotógrafo), o “João de Bolo da Caiçara” (Filho de Saturnino, o qual era conhecido por “Bolo” da Fazenda Caiçara, em Ipirá na Bahia), o “irmão João” (era Presbítero na sua igreja, e cristão exemplar), “Jão” (Como seus irmãos(ãs) o chamam)...Pai, Vô, Tio, Mano...Enfim...Meu pai.
Compartilho aqui com a família e amigos um “pouquinho” das descobertas, das quais pude ser pioneiro na família, sobre ele, e sua ascendência. Coisa que eu tanto perguntava a ele, desde quando eu era criança, mas não podia me responder a tudo.
Veio novo para São Paulo. “Muito” trabalhador, e excelente vendedor... Não tinha vergonha de usar o “verbo”.
É por causa dele, e de minha mãe que amo história, e ler. Fez o que pode para eu me formar, e me dar bem na vida.
Meu pai era um legítimo “brasileiro”, das “antigas”. Descendente dos colonos portugueses, os quais atravessaram o oceano Atlântico em “naus” e “caravelas” na segunda metade dos anos 1500, e fazendo morada na Bahia (Belchior Velho heptavô de meu pai era já fazendeiro por volta de 1580/90 em solo baiano. Meu pai também descende das antigas famílias dos primórdios de Portugal...Os Ribadouro, Souza, Maia, Fonsecas, etc...Bem como da Espanha, da Hispânia romana, dos povos reis visigodos, francos, árabes, e outros...
Mas o que eu tanto buscava, e comprovei, e isso nos dando direito a Nacionalidade Portuguesa foram suas raízes judaicas.✡️🕎

Descendente “legítimo” e direto ou seja “em linha reta” de judeus sefarditas portugueses com origem em Sefarade (nas Sagradas Escrituras a palavra “Sefarad” é referida a península ibérica; veja na “Bíblia”, no livro do profeta Obadias 1.20: “...e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade, possuirão as cidades do Neguebe”.


Descendente direto dos Cristãos Novos de Portugal…”Gente da Nação” (hebreia) dos “Anussim” (“forçados” em hebraico, vítimas da Inquisição). O irmão e amigo Rabino Gilberto Venturas nos mostrou que meu pai era “Zera israel” (זרע ישראל), o nosso status perante a Lei Judaica “Halachá, e tema também de estudos, e obra do Rabino Haim Amsalem em Israel, o qual luta com empenho por isso hoje, e é profundo conhecedor do conceito “Zera Israel”. (“Zera Israel” (זרע ישראל) em hebraico significa “Semente de Israel”, como está na “Halachá” a Lei Judaica, e nos profetas nas Sagradas Escrituras)

Lindo tudo isso...Pena eu não poder lhe mostrar tudo isso descoberto, e lhe entregar em mãos. Mas por providência do Todo Poderoso me permitiu conhecer. E vou transmitir sempre que eu poder.
Um dia vamos nos encontrar pai. Te amo, te amamos, sempre…Guardamos sua “abençoada memória”.
Agradeço de coração às pesquisas feitas por meu primo Igor de Almeida aqui no Brasil, e por Inês Duque (prima açoriana também) nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira nos Açores, em Portugal. Sem vocês não poderia compartilhar isso. Sempre serei grato a preciosa atenção do Professor Paulo Valadares, o qual me fez conhecer tanto sobre as raízes judaicas do brasileiro, e me indicou Igor de Almeida a buscar nos livros empoeirados nos arquivos, e igrejas. Doutora Anita Waingort Novinsky, a pioneira, e fonte de inspiração nas pesquisas, e que a mim foi revelador.
Meu pai João Sampaio Almeida marido de Luzinete dos Santos Almeida. Pai de
Ricardo dos Santos Almeida marido de Maria Pereira Almeida Almeida, e avô de Aline Pereira Almeida, Paulo Silas Pereira Almeida, e Ricardo dos Santos Almeida Júnior
João Sampaio Almeida nasceu em Ipirá, Bahia, em 25.04.1939 e falecido em São Paulo, Capital, em 12.12.2012 era filho de Saturnino Ferreira de Almeida e Maria José Sampaio. Neto materno de Jovino Bastos Sampaio e Palmyra Paulo Sampaio, e bisneto de Alexandre Gramacho Sampaio com Maria Carolina Sampaio, e Capitão Marcolino Gomes Sampaio com Maria Madalena Sampaio.


(Pai) Saturnino Ferreira de Almeida filho do Major José Joaquim Ferreira de Almeida e D. Joaquina de Souza e Almeida.

(Avó) Joaquina de Souza e Almeida

filha de Antonio de Souza Brandão e Maria Theresa de Jesus;

(Bisavô) Antonio de Souza Brandão filho de Alexandre de Souza Brandão e Maria Madalena da Pureza:

(Trisavô) Alexandre de Souza Brandão filho de Manuel de Souza Rodrigues e Theodora Maria;

(Tetravô) Manuel de Souza Rodrigues filho do Capitão José Vaz Ribeiro e Catherina Brandão;

(Pentavô) Capitão José Vaz Ribeiro Filho de Francisco Vaz Ribeiro e Úrsula Pacheco de Melo;

(Hexavó) Úrsula Pacheco de Melo, brasileira nascida cerca de 1655, filha de Christovão Fernandes Pacheco e Catherina Velho de Melo;

(Heptavó) Catherina Velho de Melo, portuguesa, nascida nos Açores, filha de Diogo Velho Pereira e Ignês de Gouveia de Mattos;

(8° avô) Diogo Velho Pereira português, homem da “governança” na ilha de Santa Maria, nos Açores. Filho de Nuno Lourenço Velho Cabral;

(9° avó) Nuno Lourenço Velho Cabral filho de Grimareza Afonso de Melo:

(10° avó) Grimareza Afonso de Melo filha de Nuno Velho Cabral;

(11° avô) Nuno Velho Cabral filho de Violante Velho Cabral

(12° avó) Violante Velho Cabral, irmã do navegador, e descobridor Frei Gonçalo Velho Cabral o 1.º capitão donatário das ilhas de Santa Maria e São Miguel, as quais teria descoberto. Violante e o Frei Gonçalo eram e filhos de Fernão Velho, Senhor de Veleda, e Maria Álvares Cabral;


(13° avô) Maria Álvares Cabral (Tia-bisavó do Descobridor do Brasil Pedro Álvares Cabral, “nosso primo”) filha de Álvaro Gil Cabral, 1° Senhor de Azurara e Catarina Anes de Loureiro;

(14° avó) Catarina Anes de Loureiro filha de João Anes de Loureiro e Catarina Dias de Figueiredo;

(15° avó) Catarina Dias de Figueiredo filha de Diogo Afonso de Figueiredo, Senhor de Santo André;

(16° avô) Diogo Afonso de Figueiredo, Senhor de Santo André filho de Gonçalo Garcia de Figueiredo e D. Constança Rodrigues Pereira;

(17° avó) D. Constança Rodrigues Pereira filha de D. Rui Vasques Pereira, Senhor de Paiva e Baltar e D. Maria Gonçalves de Berredo;

(18° avó) D. Maria Gonçalves de Berredo filha de D. Gonçalo Anes de Briteiros e Sancha Perez de Guzmán;

(19° avô) D. Gonçalo Anes de Briteiros filho de D. João Mendes de Briteiros e D. Urraca Afonso de Portugal;

(20° avó) D. Urraca Afonso de Portugal filha de D. Afonso III, rei de Portugal e Madragana (Depois por nome Mor Afonso);

(21° avô) Madragana (Mor Afonso) filha de Aloandro Ben Bekar, alcaide de Faro;

(22° avô) Aloandro Ben Bekar, alcaide de Faro filho de Baker Ben Yahia;

(23° avô) Baker Ben Yahia filho de Yahia Ben Baker;

(24° avô) Yahia Ben Baker filho de Bakr Ben Yahia;

(25° avô) Bakr ben Yahia filho de Yahia Ben Yahi III


(26° avô) Yahia Ben Yahi III, também conhecido como Jahia Negro Ibn Ya'isch, foi um judeu Sefardita natural de Córdoba,1115. O Rei Afonso I de Portugal o encarregou de supervisionar a coleta de impostos e o nomeou como o primeiro Rabi-mor de Portugal. Filho de Yahia Ben Rabbi;

(28° avô) Yahia Ben Rabbi também conhecido como Yahya Ha-Nasi, Yahya Ibn Yaish, Dom Yahia "o Negro" ou Don Yahia "El Negro" (faleceu em 1222), conhecido como o Senhor da Aldeia dos Negros (mouros), Portugal. Tido como descendente “direto” dos Exilarcas (descendentes do Rei David, Rei de Israel) é considerado como ancestral epônimo da família "Ibn Yahya". Morava em Lisboa e era tido em alta estima entre os judeus, e pelo Rei Afonso I de Portugal. Filho de Yaish Ibn Yahia.

Em outros ramos pelos Velho Cabral meu pai João Sampaio Almeida descende do primeiro rei de Portugal Dom Afonso Henriques, bem como de Guilherme I, o Conquistador, Rei da Inglaterra, Hugo Capeto, Rei da França, Fernando I, o Magno, Rei de Leão e Castela, e de Carlos Magno, Imperador Romano Germânico. Também em outros ramos descende do primeiro governador de Coimbra, Portugal Dom Sisnando Davides (filho de David e Susana) o qual segundo historiadores, dentre eles José Hermano Saraiva, Dom Sisnando era judeu, ou filho de judeus, e também de Makir Ben Habibai David (Aka Makir Ben Habibai David) casado com Aude de France (filha de Carlos Martel).Segundo historiadores, Makir era judeu, e descendente também dos Exilarcas Judeus com ascendência “direta “ a Casa de David. (linhagem davídica) ✡️🕎


Fontes:

Pesquisas locais em fontes primárias no recôncavo baiano, e arquivos da Torre do Tombo por Igor Roberto de Almeida Moreira.
Pesquisas em fontes primárias na Ilhas de Santa Maria, e São Miguel nos Açores, por Inês Alexandre Duque.
“História insulina das ilhas a Portugal sujeitas no oceano ocidental”
Composta pelo padre Antonio Cordeiro
Lisboa Ocidental 1717.

Enciclopédia Judaica

Genealogia Paulistana - vol. III - pg. 92

In Memoriam do Dr. Teófilo Braga - 1843-1924 - pg. 371

Subsídios para uma Biografia de Pedro Álvares Cabral - pg. 105

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. VI - pg. 465 ((Loureiros))

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. VIII - pg. 190 ((Pereiras))

Linhagens Medievais Portuguesas - 3 vols - vol. 2 - pg. 168

Linhagens Medievais Portuguesas - 3 vols - vol. 2 - pg. 305

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. I - pg. 543 ((Azevedos))

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. III - pg. 87 ((Briteiros))

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. VIII - pg. 189 ((Pereiras))

Pedatura Lusitana - 6 vols. - vol. II - pg. 19

Os Patronos do Mosteiro de Grijó - pg. 132

Linhagens Medievais Portuguesas - 3 vols - vol. 2 - pg. 168

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. I - pg. 542 ((Azevedos))

Os Patronos do Mosteiro de Grijó - pg. 131

História Genealógica da Casa Real Portuguesa - Tomo I - pg. 115

Linhagens Medievais Portuguesas - 3 vols - vol. 1 - pg. 178

Linhagens Medievais Portuguesas - 3 vols - vol. 2 - pg. 166

Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. III - pg. 230

Os Patronos do Mosteiro de Grijó - pg. 130


Manuel Abranches de Soveral, (2000), "Origem dos Souza ditos do Prado", em Machado de Vila Pouca de Aguiar. Ascendências e parentescos da Casa do Couto d'Além em Soutelo de Aguiar, Porto.

BRANDAO, António (1632). Quarta parte da Monarchia lusitana : que contem a historia de Portugal desdo tempo del Rey Dom Sancho Primeiro, até todo o reinado delRey D. Afonso III. Lisboa: Mosteiro de S. Bernardo. pp. 220 verso

https://geneall.net/pt/

http://www.jewishencyclopedia.com/artic…/7781-hiyya-al-daudi

http://www.jewishencyclopedia.com/articl…/7669-hezekiah-gaon

http://marcosfilgueira.wikidot.com/aloandro-ben-bekar



( Cortesia a Ricardo de Almeida- Sousa )


terça-feira, 13 de agosto de 2019

Visconde José Coelho Pamplona que partiu para o Brasil


José Coelho Pamplona (Porto Martins, 24 de Abril de 1843 – São Paulo, 28 de Junho de 1906), primeiro e único visconde de Porto Martim, foi um industrial e financeiro de origem açoriana, radicado em São Paulo, Brasil, que exerceu uma importante influência na sua terra natal através de importantes investimentos em prol da comunidade. A sua actividade filantrópica estendeu-se ao Brasil, onde foi mecenas de diversos artistas. Está ligado à abertura da Avenida Paulista, em São Paulo, e a importantes investimentos imobiliários e industriais naquela cidade.

José Coelho Pamplona nasceu a 24 de Abril de 1843 no lugar de Porto Martim, então parte da freguesia do Cabo da Praia, hoje freguesia de Porto Martins, no sueste da ilha Terceira, Açores. Descendente de uma das mais antigas famílias da ilha, nasceu do segundo casamento de seu pai, quando este já tinha idade avançada. A família desde há muito que mantinha relacionamento estreito com o Brasil, pelo que José Coelho Pamplona tinha fixados no Rio de Janeiro dois meio-irmãos muito mais velhos, os quais tinham enriquecido pela exploração de uma pedreira. Assim, aos 13 anos parte para o Rio de Janeiro, juntando-se a seus irmãos.
Casou com Maria Vieira Paim. Em 1874, mudou-se para a cidade de São Paulo, tendo aí fundado uma fábrica de sabão, ceras e óleos vegetais, amealhando grande fortuna.

Existe um excelente retrato a óleo do visconde de Porto Martim, de autoria do pintor brasileiro Óscar Pereira da Silva, obra de grande valor artístico e perfeição técnica.

José Coelho Pamplona recebeu o título de Visconde de Porto Martim, criado pelo rei D. Carlos I de Portugal, por Decreto de 24 de Agosto de 1905.

José Coelho Pamplona é lembrado pelo topónimo Rua Pamplona no distrito Jardim Paulista da cidade de São Paulo. O nome daquela rua, que começa na Bela Vista e termina no Jardim Paulista, foi oficializado em 1916. A Rua Luís Coelho, situada nas imediações, é uma homenagem ao filho do visconde.