quarta-feira, 24 de abril de 2019

Harold Peary



Harold Peary (Harold José Pereira de Faria), descendente de açorianos, nasceu a 25 de Julho de 1908, em San Leandro, Califórnia – EUA.
Em 1923, tendo apenas 15 anos, começou a TRABALHAR numa rádio local, em S. Francisco, onde manteve um show, como cantor, em “The Spanisher Serenader” .
Em 1937, mudou-se para Illinois, Chicago.

Nesta cidade, uma das suas ocupações na estação de rádio consistiu em dar vida a uma nova personagem - Gildersleeve, vizinho de Fibber Mc Gee, na série “Fibber Mcgee and Molly.”
Trabalhou também na série de terror “Lights Out” e outros programas de rádio.
Peary Gildersleeve revelou-se muito popular pelo facto de representar a personagem no seu próprio show. “The Great Gildersleeve” estreou a 31 de Agosto de 1941, tornando-se um grande êxito, que durou até ao fim da década.
A sua grande e inconfundível voz tornaram-no numa das presenças mais famosas da rádio americana. No grande ecrã,ficou conhecido pelos quatro filmes em que participou, nos anos 40.
Apesar do indiscutível sucesso de “The Great Gildersleeve”, o passeio mágico de Peary culminou com a sua mudança para a CBS. Nesta estação de televisão, deu início à sua nova série, "The Harold Peary Show", também conhecida como “Honest Harold”, título que pertencia mais propriamente ao programa fictício da nova personagem de Peary.

Participou em filmes como "A Tiger Walks" da Walt Disney, em 1964, no musical intitulado "Clambake", no qual Elvis era a principal estrela. Integrou, também, o elenco de comédias televisivas nomeadamente "Blondie", onde desempenhava o papel de Herb Woodley e "Fibber McGee and Molly", interpretando o papel da personagem Mayor La Trivia. Peary participou ainda, como actor convidado, em “The Diek Van Dike Show”, “Petticoat Junction” e “The Brady Bunch”.
Apesar do grande sucesso que atingiu no mundo da rádio, o mesmo não aconteceu na televisão.
Continuou até ao fim dos seus dias, a dar voz a várias personagens em TRABALHOS animados como, “Ranking-Bass” e “Hanna-Barbera”, entre outros.

Faleceu a 30 de Março de 1985, com 76 anos de idade, em Torrance, Califórnia.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Quem partiu para o Brasil da Calheta ilha de S. Jorge Açores


1.  Ana Maria do Nascimento (Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Canguçu, Rio Grande do Sul, 28 de Julho de 1827) casada com António Nunes Corvelo, Filho.

2.  Ana de Sousa de Valença (Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, c. 1711 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 18 de Agosto de 1801) casada com António da Silveira Pereira.

3.  Antónia Maria da Ressurreição (Fajã de São João, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com António da Costa Chaves, Filho.

4.  António Machado Netto (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 11 de Agosto de 1728 - Brasil, ?) casado com Rita Maria do Rosário.

5.  Antão Pereira Machado (Topo, São Jorge, Portugal, c. 1738 - Mostardas, Rio Grande do Sul, ?) casado com Joana Maria de Sousa.

6.  Antão Pereira Machado (Vila do Topo, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal ? - Brasil, ?) casado com Maria Santo António.


7.  António Machado Botelho, Tenente (Santa Catarina, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, c. 1785 - Fazenda Monte Alegre, Cordeiro, Rio de Janeiro, 11 de Setembro de 1860) casado com Margarida Joaquina.

8.  António Pereira Fortes (Topo, Calheta, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 26 de Abril de 1736 - Encruzilhada do Sul, Rio Grande do Sul, 6 de Janeiro de 1813) casado com Helena Maria da Silva e Maria Antónia da Encarnação.

9.  António da Silveira Pereira (Ribeira Seca, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, c. 1710 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 5 de Fevereiro de 1784) casado com Ana de Sousa de Valença.

10.  António Teixeira Fagundes (Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, c. 1738 - Brasil, ?) casado com Maria do Rosário

11.  António Vieira da Rosa (Topo, São Jorge, Portugal, c. 1700 - Rio Grande, Rio Grande do Sul, ?) casado com Teresa Maria Pereira de Sousa.

12.  Catarina do Rosário (Santa Catarina, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 24 de Novembro de 1759 - Cantagalo, Rio de Janeiro, 11 de Agosto de 1823) casada com João Botelho de Seya (Sousa).


13.  Caetano de Sousa Nunes (Topo, Açores, Ilha de São Jorge, Calheta, Portugal, c. 1715 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 8 de Dezembro de 1793) casado com Paula Maria Cardoso.

14.  Felícia Maria do Sacramento (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, c. 1735 - Taquari, Rio Grande do Sul, 17 de maio de 1819) casada com André Jacinto Pereira.

15.  Francisco de Sousa (Fajã de São João, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Paula Correia.

16.  Inácio da Silveira (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 22 de Fevereiro de 1710 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, c. 1752) casado com Ana da Silveira e Clara do Rosário.

17.  Jacinto Mateus da Silveira (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 11 de Setembro de 1728 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 12 de maio de 1810) casado com Isabel Francisca de Bettencourt.

18.  João António da Silveira (Ribeira Seca, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 20 de Abril de 1765 - Brasil, ?) casado com Iria Silveira de Jesus.

19.  João Pereira Fortes (Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 15 de Agosto de 1731 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 19 de Novembro de 1820) casado com Eugênia Rosa Ribeiro.

20.  João de Sousa Leal (Norte Pequeno, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Mariana Inácia de Jesus.

21.  José Machado Pereira de Sequeira (Ribeira Seca, Ilha de S. Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Maria de Assunção.


22.  José Rodrigues (Calheta, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Mariana Luísa.

23.  Manuel Jerônimo de Sousa (Vila do Topo, Calheta de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Rosa Maria da Assunção.

24.  Manuel Rosa Luiz (Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Maria da Anunciação de Oliveira.

25.  Manuel Pereira de Lemos (Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Isabel Joaquina.

26.  Manuel Silveira Pereira (Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, ? - Gravataí, Rio Grande do Sul, 17 de Julho de 1816) casado com Maria Santa.

27.  Maria de Assunção (Ribeira Seca, Ilha de S. Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com José Machado Pereira de Sequeira.

28.  Maria de São Pedro (Ribeira Seca, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - São José, Santa Catarina, ?) casada com José Ferreira Mello.

29.  Maria Ignácia da Silva (Vila do Topo, Ilha de S. Jorge, Açores, Portugal, c. 1738 - São José do Norte, Rio Grande do Sul, 14 de Dezembro de 1798) casado com José António da Silveira.

sábado, 13 de abril de 2019

José Manuel Franco Wallenstein Teixeira de ascendência açoriana


José Manuel Franco Wallenstein Teixeira (Lisboa, 18 de Outubro de 1959) é um actor e encenador português.
Wallenstein nasceu em Lisboa, numa família com uma forte ligação às artes per formativas; de ascendência açoriana e alemã. O pai era o actor e encenador Carlos Wallenstein (1926-1990) e, a mãe era a actriz, professora e encenadora Maria do Bom Sucesso Wallenstein (1927-2007). Tem dois irmãos: Madalena e Pedro.
Bacharelou-se em Teatro (Formação de Actores), pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (1985), iniciando uma carreira no teatro. Foi dirigido por encenadores como Luís Miguel Cintra, Ricardo Pais, Rogério Vieira, Fernanda Lapa, Filipe La Féria, Gastão Cruz, Miguel Guilherme, Jorge Listopad, Carlos Avilez ou Rui Mendes.

A sua interpretação em A Grande Paz, de Edward Bond (1987), valer-lhe-ia no mesmo ano o Prémio de Melhor Actor de Teatro da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. Em 1988 foi nomeado para o Prémio Garrett, da Secretaria de Estado da Cultura pelo desempenho em Três Irmãs, de Anton Tchekhov.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

João Ignácio D´Oliveira


John Enos (João Ignácio D´Oliveira) nasceu a 28 de Fevereiro de 1838, na freguesia de Santo Antão, ilha de S. Jorge, Açores.
Terá emigrado, nos anos 60, com destino aos EUA, como marinheiro de um navio de caça à baleia. Chegou ao Rio Columbia, situado no extremo Noroeste americano, a trabalhar num barco a vapor, com o nome de John Enos, mais conhecido por “Portuguese Joe”, e começou a comprar gado.
Em 1870, radicou-se em Yakima (Oeste do Rio), no seu primeiro rancho. Pouco tempo depois, atravessou o rio e estabeleceu-se em Cannaway Creek no, então, condado de Lincoln, construindo assim o seu império nas terras livres da exploração “open range”. Criou um inovador sistema de rega utilizado num pomar que plantou, tendo-o cercado com árvores altas para o proteger dos ventos.
John, que era um homem afável e bondoso, foi um visionário para a sua época. Todos os seus Projectos foram pensados e executados. Os Invernos desastrosos de 1880, 1881, 1889 e 1890 não o impediram de progredir. O grande terramoto de 1872 foi quase um “fait-divers).

Em 1888, tinha 22 mil hectares de terra e mais de mil cabeças de gado, no valor de vinte mil dólares, tornando-se, assim, o segundo homem mais rico daquele condado (Lincoln).
Em 1900, parte para França, com um vizinho, também ele português, para assistirem à Feira Mundial de Paris. Ao regressar decide deixar a vida de cowboy.
Esta decisão permitiu-lhe, com o dealbar do novo século, substituir gradualmente a criação de gado pela agricultura, passando de cowboy a industrial hoteleiro e, mais tarde, a banqueiro. Nunca aprendeu a ler e a escrever, pelo que falava o inglês misturado com o português. Já com idade avançada aprendeu a escrever o seu nome.
Em 1905, na primeira de várias viagens que efectuou aos Açores, conheceu a mulher com a qual viria a casar em 1909, na igreja portuguesa de São João Baptista, em Boston.

Faleceu, em Santo Antão, ilha de S. Jorge, a 30 de maio de 1911.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Filipe Oliveira Baptista director criativo da Lacoste é Açoriano



Filipe Oliveira Baptista nasceu em 1975  em Angra do Heroísmo ilha Terceira  Arquipélago Açores . Ele  formou se  na Universidade de Kingston , em Londres , onde estudou design de moda e design.  Posteriormente, ele trabalhou para Max Mara , Christophe Lemaire e Cerruti . Em 2003, ele fundou sua própria gravadora e agora vive e trabalha em Paris com sua esposa e dois filhos.  


 Em 2005, ele foi convidado a mostrar no calendário oficial de Couture, pela primeira vez. As   suas colecções foram vendidas em lojas como a Colette e Galeries Lafayette em Paris e Podium em Moscovo. Ele é  membro da Chambre Syndicale de la Haute Couture . Em 2010  foi nomeado gerente criativo da Lacoste .   Em 2014, Filipe Oliveira Baptista parou a sua linha ready-to-wear para a sua marca.

sexta-feira, 29 de março de 2019

António Garcia da Rosa 1.º barão da Areia Larga Açores


António Garcia da Rosa  nasceu na Horta,a 25 de Agosto de 1790  e faleceu na  Horta a  25 de Abril de 1876 , 1.º barão da Areia Larga, foi um aristocrata e político açoriano que, entre outras funções, foi sub prefeito da Comarca da Horta (1833) e governador civil do Distrito da Horta.
 Foi filho do desembargador Manuel Garcia da Rosa e de sua mulher Isabel Josefa de Lacerda, uma família da melhor aristocracia faialense.
Pertencente à elite da cidade da Horta, foi uma das figuras mais destacadas da cena política faialense no período que se seguiu ao fim da Guerra Civil. Foi por várias vezes vereador da Câmara Municipal da Horta, tenente-coronel do regimento de milícias do Faial e sub perfeito da Horta em 1833, durante o curto período em que existiu a Província dos Açores. Após a criação do Distrito da Horta, foi governador civil interino num período de grande agitação política nos Açores .
Recebeu o título de barão da Areia Larga, por decreto de 22 de Fevereiro de 1854 do rei D. Pedro V de Portugal e foi feito fidalgo da Casa Real com brasão de armas concedido por alvará de 12 de Março de 1872 . Foi ainda agraciado com a comenda da Ordem de Cristo.

Casou a 15 de Julho de 1815 com Isabel Lacerda Peixoto.

domingo, 24 de março de 2019

Descobertas acerca dos descendentes de Violante Velho Cabral no Brasil





Pesquisas sobre a nossa família no ramo dos "Velho Cabral".
Há cerca 396 anos era realizado o casamento de meus tios (sim, irmão de minha 8ª avó Catherina Velho de Melo, ancestral de minha bisavó paterna Joaquina de Souza e Almeida.
Os noivos Manuel Pereira e Maria de Matos. Manuel era irmão de Catherina Velho de Melo, filhos de Diogo Velho Pereira (meu 9º avô).
Casamento em 18 de Junho de 1622.

Este é mais um achado incrível de Inês Duque, genealogista, e pesquisadora nos Açores sobre a ligação que se reconecta com nosso ramo "Velho Cabral". Cujas origens estão ligadas a Violante Velho Cabral irmã do navegador Frei Gonçalo Velho Cabral.
Maria Velho Cabral mãe de Violante e do Frei Gonçalo era irmã de Luiz Álvares Cabral, 2º Senhor de Azurara, em Belmonte, Portugal, bisavô do descobridor do Brasil, portanto era tia-bisavó de Pedro Álvares Cabral.

Na imagem o assento que consta no primeiro livro de casamentos da Freguesia de Nossa Senhora de Assunção, no Conselho de Vila do Porto, Ilha de Santa Maria, Açores, Portugal. E os Brasões de Armas das famílias"Velho" e "Cabral".
Em 25 de abril aniversário de meu pai João Sampaio Almeida, descendente dos Velho Cabral, farei uma publicação da genealogia dele até Álvaro Gil Cabral, senhor de Belmonte e Azurara.
Agradeço mais uma vez ao primo genealogista Igor de Almeida, o qual em pesquisas através de fontes primárias, e conhecedor do recôncavo baiano no período colonial chegou até meus 9º avós Diogo Velho Pereira e Ignês de Gouveia de Matos. E ao trabalho intenso nas próprias ilhas de Santa Maria, e de São Miguel de Inês Duque que nos dá grande alegria em reconectar a família às suas raízes portuguesas.

"Cultivar, e preservar a memória, e perpetuação da história familiar"

( Cortesia a Ricardo de Almeida )