segunda-feira, 9 de julho de 2018

Emigrantes que foram para o Brasil da cidade de Angra do Heroísmo


12. Bartolomeu de Melo (Altares, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Joana Maria.

13. Bento José Machado (Freguesia de São Pedro, Ilha Terceira, Angra do Heroísmo, Aç
ores, Portugal, c. 1746 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 4 de agosto de 1779) casado com Ana do Nascimento.

14. Catharina Antônia do Espírito Santo (Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Sebastião Machado de Aguiar.

15. Diogo Inácio de Barcelos (Santa Bárbara das Nove Ribeiras, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 4 de Fevereiro de 1740 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 28 de Julho de 1818 ) casado com Ana Felícia do Nascimento.

16. Francisco Coelho Borges (Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Quitéria de Brum.

17. Gertrudes Maria do Rosário (Santa Bárbara, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com João Lourenço Moules.

18. Joana Maria (Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Bartolomeu de Melo.

19. Joana Rosa de Bittencourt (Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, c. 1744 - Brasil, ?) casado com José da Costa Cidade.


20. João de Castro do Canto e Melo, 1º visconde de Castro (Açores, Terceira, Portugal, c. 1740 - São Paulo, 2 de Novembro de 1826) Foi um militar e nobre brasileiro, casado com Escolástica Bonifácia de Oliveira Toledo Ribas.


21. João Jacinto de Mendonça (Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, 22 de Julho de 1795 - Pelotas, Rio Grande do Sul, 23 de Agosto de 1857) casado com Florinda Luísa da Silva.


22. João Lourenço Moules (Santa Bárbara, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Gertrudes Maria do Rosário.

23. João Machado Fagundes (Santa Bárbara das Nove Ribeiras, Angra Do Heroísmo, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Maria de Cárdenas.


24. João Martins dos Santos (Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, ? - Viamão, Rio Grande do Sul, 12 de Fevereiro de 1812) casado com Francisca de Montojos Bittencourt do Canto.

25. João Rodrigues Evangelho (São Mateus da Calheta, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Maria de São Mateus.


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Lista de emigrantes Açorianos para o Brasil


1. Agostinho Machado Fagundes (Santa Luzia, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, c. 1642 - Brasil, c. 1718) casado com Genebra Leitão de Vasconcelos.

2. Ana Margarida de Jesus de Sousa Breves (Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, c. 1772 - Piraí, Rio de Janeiro, Janeiro de 1852) casada com Francisco Luís Gomes.


3.Ana Maurícia Rosa (Santa Bárbara, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Mateus Lourenço Coelho.

4. Ana de Santiago (Santa Bárbara, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? -Brasil, ?) casada com Manuel de Medeiros e Sousa.

5. Ana Ursula da Conceição (São Bento, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Martinho José da Costa.

6. António Gonçalves Borges (São Miguel Arcanjo, Terceira, Angra Do Heroísmo, Açores, Portugal, c. 1748 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, ?) casado com Joana Rosa Pereira Fortes.


7.  António José de Matos (Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Catarina Antónia da Encarnação.


8.  António Nunes Corvelo (Altares, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 16 de Abril de 1696 - Santo Amaro, Rio Grande do Sul, 13 de Outubro de 1793) casado com Maria De Melo e Maria Francisca da Conceição de Melo.


9.  António Nunes Corvelo, Filho (Altares, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 17 de Agosto de 1732 - Canguçu, Rio Grande do Sul, 13 de Outubro de 1810) casado com Ana Maria do Nascimento.

10. António da Silveira Goulart (Nossa Senhora da Ajuda, hoje Pedro Miguel, Angra, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 8 de Dezembro de 1696 - Araçariguama, São Paulo, 2 de Setembro de 1771) casado com Maria Leite da Silva.


11. António de Sousa Breves (Santa Luzia , Angra do Heroísmo, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, c. 1720 - São João Marcos, Rio de Janeiro, 31 de Dezembro de 1814) casado com Maria de Jesus Fernandes. O "Velho Cachoeira", como ficou conhecido em idade tenra , foi patriarca da família Breves no Brasil.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Hélder Fragueiro Antunes

Filho de Armando Manuel Marques Antunes, de Torres Novas, e Carolina de Vasconcelos da Terra Fragueiro (Horta, Faial, 02 de Fevereiro de 1937 - São José, Califórnia, 26 de Janeiro de 2014), Hélder Manuel da Terra Fragueiro Marques Antunes nasceu no dia 6 de Julho de 1963, na freguesia da Nossa Senhora da Conceição, Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira. Membro da família Bettencourt, é descendente dos primeiros povoadores dos Açores, como Willem van der Haegen e Joss de Utra, do nobre francês Jean de Bettencourt,  e de D. Afonso Henriques e parente distante de Ernesto Hintze Ribeiro, primeiro-ministro do sec. XIX. É primo do político Miguel Frasquilho.
Passou os primeiros anos de sua vida na Base das Lajes da Força Aérea, onde seus pais e grande parte da sua família trabalhou na Força Aérea Portuguesa.  Em 1967, a família mudou-se para Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, quando o pai foi a trabalhar para SATA Air Açores. A família permaneceu na ilha até 1975, quando os eventos seguintes da Revolução dos Cravos, juntamente com outros factores, motivou-os a emigrar para Rhode Island nos Estados Unidos.

A família viveu em Rhode Island até 1984, quando a família se mudou para São José, Califórnia, quando o pai foi oferecida uma posição na Lockheed Martin, onde viria a trabalhar no telescópio
espacial Hubble.
Fragueiro Antunes começou a sua carreira em automobilismo em 1983, pouco depois de sua família chegar na Califórnia. Em 1987, participou várias vezes no Nevada Open Road Challenge e no Silver State Classic, considerado por Guinness World Records como a corrida de rua mais rápida do mundo.  No início de sua carreira Antunes, frequentou Sonoma Raceway e Leguna Seca Raceway.  Ao longo dos anos, ocupou várias vezes posição no Top 3 do Pony Express 100.

Durante seu tempo como piloto, também desenhou alguns dos primeiros sistemas de aquisição de dados para carros de corrida.
Fragueiro Antunes iniciou a sua carreira na indústria de alta tecnologia de Silicon Valley, na Grid Systems Corporation como um engenheiro de suporte. Após Grid Systems, foi trabalhar na Plus Development e dois anos depois mudou-se para Computer Associates, onde liderou o CA-SuperProject. Seguindo CA, trabalhou para NetManage, como Diretor de Engenharia, até deixar a empresa para a Cisco Systems.
Juntamente com o programa do INOV Contacto, também formou um programa semelhante em conjunto com a Governo Regional dos Açores,  que trabalha exclusivamente com estudantes de universidades açorianas e hospeda-los na Cisco Systems, em São José, Califórnia.
Ao lado de seu sócio da Pereira Ventures, Armando Pereira, ajuda muito na colaboração das empresas açorianas com firmas de capital de risco de Silicon Valley.

Salientou a importância da criação dum lóbi dos Açores, afirmando que o criação dum "lóbi formal com a estrutura que permita receber ideias inovadoras de Portugal para depois as lançar globalmente no mercado mundial."
É conselheiro da Rede Prestige Açores, uma rede de açorianos notáveis ​​hospedada pelo Governo dos Açores com a intenção de desenvolvimento e disseminação do conhecimento para o benefício dos Açores.
Em 2012 foi incluído numa lista, compilada pelo Governo Regional dos Açores, das pessoas mais "notáveis ​​dos Açores".

segunda-feira, 25 de junho de 2018

José Bensaude, fundador da Fábrica de Tabaco Micaelense


José Bensaude  nasceu em Ponta Delgada a  1835  e faleceu em  1922 foi um importante e culto industrial, administrador e lavrador açoriano de origem judaica. Foi o fundador da Fábrica de Tabaco Micaelense (FTM) uma empresa pioneira no sector da indústria tabaqueira.
Fez os seus estudos em Ponta Delgada, sendo condiscípulo de Antero Tarquínio de Quental, de quem foi sempre amigo dedicado. As circunstâncias económicas não lhe permitiram tirar um curso universitário, nem continuar a dedicar-se às letras, como começara.
De 1861 a 1863, desempenhou o cargo de Secretário da Junta Administrativa do Porto Artificial de Ponta Delgada.
Em 1866, introduziu na Ilha de São Miguel a cultura e manipulação do tabaco, propondo a alguns amigos a fundação duma Sociedade destinada à exploração industrial da planta. Assim nasceu a Fábrica de Tabaco Micaelense, a primeira fundada nos Açores. Para obter bons produtos nas circunstâncias do ambiente, teve de dedicar-se a longas e difíceis experiências, e manifestou os seus dotes de Moralista na solução que deu ao problema de operariado na fábrica.
Ocupou-se, também, durante anos, do comércio de aprestos marítimos para navegação à vela.
De 1872 a 1887, administrou a Sociedade Exportadora Micaelense, cujo principal objecto era colher, acondicionar e exportar laranjas por conta alheia. De 1873 a 1912 ocupou-se, também, da Sociedade de Cultura de Ananases. Contribuiu para o desenvolvimento da cultura do chá e da indústria da espadana.

José Bensaude, fundador da Fábrica de Tabaco Micaelense, nos primeiros anos do século XX já era respeitado por conjugar os interesses empresariais com preocupações de cariz social e cultural. Com Vasco Bensaude, contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento do do Grupo Bensaude, mantiveram-se as mesmas preocupações, bem como com o seu filho Filipe Bensaude. É na continuidade dessa tradição já secular que o Grupo Bensaude procura apoiar as mais diversas iniciativas, de natureza institucional, colectiva ou individual, com a preocupação de viabilizar projectos relevantes nos domínios mais diversos, nomeadamente no âmbito cultural e científico.

sábado, 23 de junho de 2018

Música Oficial Sanjoaninas 2018

As festas Sanjoaninas são consideradas as maiores festas profanas do arquipélago. Iniciadas logo após o povoamento na cidade Património Mundial de Angra do Heroísmo  Ilha Terceira Açores

A Terceira é uma das nove ilhas dos Açores, integrante do chamado "Grupo Central". Primitivamente denominada como Ilha de Nosso Senhor Jesus Cristo das Terceiras, foi em tempos o centro administrativo das Ilhas Terceiras, como era designado o arquipélago dos Açores. A designação Terceiras aplicava-se a todo o arquipélago do Açores visto terem sido as terceiras ilhas descobertas no Atlântico (o arquipélago das Canárias era designado de Ilhas Primeiras e o arquipélago da Madeira por Ilhas Segundas, segundo a ordem cronológica de Descoberta). Com o avançar dos anos esta ilha passou a ser conhecida apenas por Ilha Terceira.

A riqueza da sua história e património edificado levou a que a Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo fosse classificada como Património Mundial pela UNESCO a 7 de Dezembro de 1983.  A cidade é sede do Regimento de Guarnição n.º 1, uma das mais antigas unidades militares portuguesas.

As Sanjoaninas, festas dedicadas a S. João, ocupam as ruas de Angra do Heroísmo durante dez dias do mês de Junho. Cortejos, concertos musicais, touradas (de praça ou à corda), tasquinhas de petiscos, espectáculos de teatro e fogo-de-artifício e provas desportivas, têm o seu ponto alto no desfile das marchas populares.

Iniciadas logo após o povoamento, as Sanjoaninas são consideradas as maiores festas profanas do arquipélago.

Em 1934 surge pela primeira vez um cortejo de abertura com séquito real, como é hoje conhecido.

Desde então os cortejos têm evoluído de ano para ano, contando com temas cada vez mais arrojados.

Um dos pontos altos da festa é a noite de São João caracterizada pelas suas marchas.

Afficion tauromáquica está no sangue dos terceirenses, e como tal as suas maiores festas não podiam deixar de ser marcadas pela sua feira taurina.

Por esta altura a praça de toiros da nossa ilha Terceira, recebe nomes de relevo a nível nacional e internacional da tauromaquia.

Em 2010 as Sanjoaninas contam com uma equipa jovem e ambiciosa, que quer rejuvenescer o conceito das festas, sem quebrar com a sua tradição.

Apesar dos longos anos de edições consecutivas, as Sanjoaninas continuam a atrair sangue novo à comissão.

De 19 a 27 de Junho, as Sanjoaninas reúnem à semelhança de outras edições, cortejos, desfiles, marchas populares, exposições, desporto, etnografia, gastronomia, espectáculos e tauromaquia.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Angra, Berço do Liberalismo Sanjoaninas 2018


“Angra, Berço do Liberalismo”  tem por objectivo lembrar às novas gerações a importância do concelho na génese da primeira manifestação a favor do Liberalismo”, explicou o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, José Gaspar.

A organização vai assim recriar o momento em que “na noite de 22 de Junho de 1828, reagindo à aclamação de D. Miguel, o Batalhão de Caçadores n.5 sob o comando de José Quintino Dias, prendeu o governador do castelo, Teófilo Rogério de Almeida, e o capitão-general, Manuel Vieira de Albuquerque Touvar, protegido no Palácio dos Capitães-Generais. De seguida, recorrendo ao alvará de 12 de Dezembro de 1770, foi constituído o governo interino, tornando a Terceira o único reduto onde o ideal liberal existia e onde menos de um ano depois, a vitória liberalista na batalha de 11 de Agosto de 1829, consolidaria essa condição, preparando o caminho para o Desembarque do Mindelo, que permitiu às forças liberais apanhar de surpresa o exército miguelista que haveria de as submeter ao prolongado Cerco do Porto. D. Miguel acabou por capitular em 1834, abrindo caminho à implantação definitiva do liberalismo em Portugal.”

Em relação ao cartaz das festividades, da autoria do designer Rúben Quadros Ramos, ilustra o amanhecer na cidade, na sequência da noite de 22 de junho de 1828, mantendo a estética e identidade gráfica que tem sido desenvolvida nos últimos anos, e que representa a cidade de forma inequívoca.

Nas palavras do designer “casas coloridas, janelas de vidros miúdos, varandas de ferro fundido, telhas de barro, entre outros detalhes, fazem de Angra uma urbe única. Mais do que figurativo, é o romper da escuridão para um novo capítulo da história nacional”, disse. “Afinal, tal como a lua, o liberalismo crescia e iluminava o céu e as casas das mentes mais despertas”e mais do que dar forma e cor às Sanjoaninas 2018, “este cartaz demonstra como Angra é uma fonte de inspiração para celebrar os costumes, os valores e a vida humana”, afirmou.

A edição de 2018 das festas Sanjoaninas decorre entre os dias 22 de junho a 1 de julho.
( Cortesia à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo )