sábado, 16 de abril de 2016

Lília Cabral com ascendência Açoriana


Lília Cabral (Lília Cabral Bertolli Figueiredo), de descendência açoriana por parte da mãe, natural da ilha de S.Miguel –Açores e italiana pela via paterna, nasceu a 13 de Julho de 1955, em S. Paulo, Brasil.
Iniciou a sua carreira de actriz actuando, pela primeira vez, no teatro com a peça “Feliz Ano Novo”, baseada na obra de Marcelo Rubens Paiva.
Em 1981, estreou-se como actriz televisiva, com a telenovela “Os Adolescentes”, produzida pela Rede Bandeirantes.
Três anos depois, transferiu-se para a Rede Globo, onde permanece até à actualidade, para participar em “Corpo a Corpo”.
Em 1989, participou na telenovela de grande sucesso “Tieta” onde interpretou a personagem de Amorzinho.
Em 1995, participou em diversas séries como “História de Amor” e, em 1998, integrou o elenco de “Anjo Mau”.
No ano seguinte, protagonizou a personagem da mãe de Tati em “Malhação”.
Em 2000, desempenhou o papel de Ingrid em “Laços de Família”. Nos dois anos seguintes, participou em “Estrela Guia” e, posteriormente, em “Sabor da Paixão”. Já em 2003, deu vida à personagem da vilã cómica Bárbara em “Chocolate com Pimenta”.
Em 2007, participou em “Páginas da Vida” e, um ano depois, desempenhou o papel de Catarina em “A Favorita”. Por fim, no ano de 2009, entrou em “Diva” e, ainda no mesmo ano, desempenhou o papel da sensível mãe Teresa, na tão célebre telenovela “Viver a Vida”.

Além do vasto leque de telenovelas que fazem parte do seu trabalho também participou em diversas minisséries de grande sucesso, entre as quais “Dona Flor e seus Dois Maridos” em que encarnou a personagem de Violeta.
Em 1999, participou na afamada série brasileira “Malhação” e, em 2002, interpretou a personagem de Hera em “Sítio do Pica-pau Amarelo”. Para além das minisséries, participou em variadíssimos programas especiais e em diversas peças de cinema.
O reconhecimento público da sua grande competência como atriz , fica demonstrado nos muitos prémios que lhe foram atribuídos:
- Em 2006, foi premiada com o Troféu Imprensa, para a categoria de Melhor Atriz, na telenovela “Páginas da Vida”;

- Em 2007, foi distinguida com os prémios APCA, “Prémio Contigo” e um Emmy para a categoria de Melhor Atriz, também em “Páginas da Vida”;
 Em 2008, venceu o Prémio “Qualidade Brasil”, na categoria de Melhor Actriz Coadjuvante em “A Favorita”;
- Em 2009, foi contemplada com os prémios “Contigo de Cinema” e Festival de Cinema Brasileiro de Miami, igualmente para a categoria de Melhor Atriz, na telenovela “Divã”. Ainda no mesmo ano, venceu o Troféu Imprensa para a mesma categoria, na telenovela “Viver a Vida”;
- Em 2010, venceu o Emmy, também na categoria de Melhor Actriz, na telenovela “Viver a Vida”.
- Em 2012 recebeu o Troféu Imprensa, “Melhores do Ano” e o “Prémio Contigo TV”, como Melhor Actriz, na telenovela “Fina Estampa”. A 20 de maio de 2012, foi convidada para entregar, em Portugal, um dos prémios da XVII Gala dos Globos de Ouro da estação de televisão SIC.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

John Mattos a excelência gráfica


John Mattos é neto de emigrantes açorianos, oriundos das ilhas do Pico e S. Jorge que, no início do século XX, se radicaram em Alvarado (actual Fremont), localidade onde, ainda hoje, existe uma importante comunidade de origem portuguesa.
Este açor descendente é um dos artistas luso-americanos, na área da ilustração, de maior sucesso nos Estados Unidos. A excelência gráfica dos seus trabalhos foi reconhecida com centenas de prémios, atribuídos por diversas revistas da especialidade. Foram-lhe atribuídas também medalhas de Ouro pela Sociedade de Ilustradores de Nova Iorque, pela \"New York Art Diretor´s Club\" e de Prata, pela Sociedade de Ilustradores de Los Angeles.
O seu trabalho pode ser visto em grandes revistas norte-americanas, como a Time, Newsweek, Forbes, Fortune, Town and Country Reader’s Digest Graphis (Seleções). Entre os seus principais clientes estão Arnold Schwarzenegger, David Copperfield, Microsoft, Disney e a Nike.
Desenvolveu também projetos institucionais, desde consultoria para Harvard, Stanford, Art Center College, NYU, à Universidade de Boston, Massachusetts Institute of Technology, Universidade do Pacífico, Brigham Young University .

Leccionou nas University of California, University of Berkeley, Stanford University, The Community College of Allegheny County (CCAC), School of Visual Arts (SVA), em Nova York. Participou em seminários na Chico State e University of California, em Santa Cruz. Foi docente de ilustração e desenho em The Anza College, Academy of Art University, California College of Arts and Crafts e possui um certificado de ensino profissional do Estado da Califórnia.
Ilustrador de eleição dos correios norte-americanos, criou o seu 11º selo, que foi posto em circulação, em 2011.
Também foi o artista gráfico escolhido, pelo Serviço de Parques dos EUA, para conceber o cartaz das comemorações do 75º aniversário da Goden Gate Bridge.

Os trabalhos deste artista estão também presentes na música e no cinema.
Os cartazes de promoção dos filmes \"The Rocketeer\", \"Indiana Jones, o Templo Perdido\" e uma ilustração da maratona de Londres usada em \"Jerry Mcguire\", são algumas das criações deste ilustrador para o cinema. Os desenhos em várias t-shirts para bandas americanas de música rock dão conta da sua intervenção na área da cultura.
Para além do desenho, arte que pratica desde os três anos, dedica-se ainda ao ensino. É consultor de várias universidades norte-americanas e mantêm uma actividade permanente na Columbia University, em Nova Iorque.

domingo, 10 de abril de 2016

Steve Martins


Steve Martins nasceu a 13 de Abril de 1972, em Gatineau, no Quebéc, Canadá. Foi jogador profissional de hóquei no gelo, um dos desportos com maior destaque neste país.
Em 1994, foi recrutado por Hartford Whalers para a NHL Suplemental Craft.
No ano seguinte, iniciou a sua carreira no hóquei, nos escalões inferiores. No entanto, algum tempo depois, foi solicitado para participar em 276 jogos da NHL (National Hoquei League), onde apontou 25 golos e realizou outras tantas assistências.
A sua melhor temporada, nos escalões inferiores, foi em 2005/2006 quando representava a equipa de Birghamton Senators, com 22 golos e 58 assistências.
Ao longo da sua carreira profissional, jogou em várias equipas nomeadamente Whalers, the Carolina Hurricanes, The Tampa Bay Lightning, The New York Islanders, the St. Louis Blues e Ottawa Senators.
Terminou a sua carreira como jogador nos Chicago Wolves, na época de 2008/2009.
Os anos de 1999/2000 foram, sem dúvida, o auge da sua carreira na HNL, com 5 golos e 17 assistências em 57 jogos.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A primeira grande vedeta feminina a surgir em Portugal era filha de um Açoriano


Emília das Neves de Sousa, a Linda Emília (Benfica, 5 de Agosto de 1820 — Lisboa, Santa Justa, 19 de Dezembro de 1883) foi uma actriz dramática portuguesa de grande relevo durante o século XIX, a primeira grande vedeta feminina a surgir em Portugal.
Era filha de Manuel de Sousa, um açoriano da Freguesia de São Bartolomeu dos Regatos, em Angra do Heroísmo, um dos Bravos do Mindelo, razão pela qual a freguesia lhe dedica a toponímia de um dos seus arruamentos, e filha de Benta de Sousa, nascida na freguesia de Benfica, Lisboa.
Emília das Neves Sousa foi amante de Luís da Câmara Leme e morreu no estado de solteira na sua casa do Rossio. Foi sepultada no cemitério do Alto de São João, no jazigo n.º 993 em 19 de Dezembro de 1883. Em Benfica, o arruamento que começa na Estrada da Da maia e termina na Avenida Grão Vasco, tem o seu nome.

Emília das Neves, a Linda Emília, surgiu nos teatros quando tinha 18 anos em 1838 e seria aplaudida até 1883. Trazida para o Teatro sob a égide de Alexandre Dumas, foi uma das grandes figuras do meio teatral português da geração romântica, ombreando com os os actores Epifânio, Teodorico da Cruz e Rosa-Pai. Ficaram memoráveis os seus desempenhos, em particular os seus papéis nas peças Judith, Proezas de Richelieu, Joana a Doida, Gladiador de Ravena e Maria Stuart.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Orlando Manuel Monteiro de Azevedo


Orlando Manuel Monteiro de Azevedo nasceu no dia 12 de maio de 1949, em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores, tendo chegado ao Brasil em 1963.
Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba, em 1980, Orlando de Azevedo dedica-se profissionalmente à fotografia documental em projetos especiais, assim como, à criação autoral no seu estúdio em Curitiba. É especializado em expedições e projetos de longa duração.
É colaborador de várias revistas brasileiras e estrangeiras, tendo participado ativamente em exposições colectivas e individuais no Brasil e noutros países.
Foi director de Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba (1993-96), tendo criado a Bienal Internacional de Fotografia e o Museu de Fotografia Cidade de Curitiba. Em 1994, realizou a exposição “A Revolta”, do artista Franz Krajcberg, visitada por mais de um milhão de pessoas.

Em 1998, foi considerado artista português de destaque no universo das artes visuais pelo Ministério das Relações Exteriores e Secretaria das Comunidades Portuguesas. Nesse mesmo ano, representou o Brasil no fórum de debates durante o encerramento do Mois de la Photo, exposição internacional de fotografia em Paris. Em 2003, recebe o prémio Talento do Paraná. Dois anos depois, a Câmara dos Vereadores de Curitiba confere-lhe o certificado de Honra e Mérito pela sua participação na Comunidade Portuguesa em Curitiba e na cultura local. Em 2007, venceu o prémio cultura e divulgação Cidade de Curitiba. Ainda neste ano, foi um dos três finalistas mundiais no campo das artes para portugueses radicados no exterior.
Ao longo da sua carreira já publicou 10 livros, o último deles intitulado “Expedição Coração do Brasil – Paranaguá, Largamar”, um seguimento do projecto “Expedição Coração do Brasil”, iniciado em 1999.