quarta-feira, 17 de junho de 2015

Tyler Bowe


Tyler Bowe (Vitor Nuno Garcia Botelho) nasceu na freguesia de S. José, Concelho de Ponta Delgada, ilha de São Miguel - Açores.Emigrou para os EUA, Fall River aos dez anos de idade.
Frequentou o liceu na cidade de Fall River e depois o Boston State College.
Foi assistente de professor numa escola primária, onde aprendeu música e formou, com um grupo de amigos, aquele que viria a ser o seu primeiro conjunto musical, “The Moderns”.
Quanto teve de escolher o seu nome artístico, lembrou-se de uma criança que conhecera na escola, de nome Tyler, que o marcou pela sua inteligência e dinamismo – enquanto que Bowe vem do apelido Botelho.
Os filmes sempre povoaram a imaginação de Tyler, transportando-o para o mundo de magia de Hollywood. Foi assim que em 1984 decidiu partir para Los Angeles, para concretizar o seu sonho, começando a trabalhar, como assistente, na “Paramount Recording Studios”
Já participou em mais de 30 trabalhos televisivos norte americanos, como a famosa série Murphy Brown. Trabalhou com os conceituados atores Elizabeth Taylor e Clint Eastwood (na série “Murphy Brown), Martin Sheen e Rob Lowe na série "The West Wing" (Os Homens do Presidente) e participou na série China Beach.

Em 2001, a convite do Governo dos Açores, participou na "V edição do programa Açores: À descoberta das Raízes.”

segunda-feira, 15 de junho de 2015

John Mattos


John Mattos é neto de emigrantes açorianos, oriundos das ilhas do Pico e S. Jorge que, no início do século XX, se radicaram em Alvarado (actual Fremont), localidade onde, ainda hoje, existe uma importante comunidade de origem portuguesa.
Este Ãçor descendente é um dos artistas luso-americanos, na área da ilustração, de maior sucesso nos Estados Unidos. A excelência gráfica dos seus trabalhos foi reconhecida com centenas de prémios, atribuídos por diversas revistas da especialidade. Foram-lhe atribuídas também medalhas de Ouro pela Sociedade de Ilustradores de Nova Iorque, pela \"New York Art Diretor´s Club\" e de Prata, pela Sociedade de Ilustradores de Los Angeles.
O seu trabalho pode ser visto em grandes revistas norte-americanas, como a Time, Newsweek, Forbes, Fortune, Town and Country Reader’s Digest Graphis (Seleções). Entre os seus principais clientes estão Arnold Schwarzenegger, David Copperfield, Microsoft, Disney e a Nike.
Desenvolveu também Projectos institucionais, desde consultoria para Harvard, Stanford, Art Center College, NYU, à Universidade de Boston, Massachusetts Institute of Technology, Universidade do Pacífico, Brigham Young University .

Leccionou nas University of California, University of Berkeley, Stanford University, The Community College of Allegheny County (CCAC), School of Visual Arts (SVA), em Nova York. Participou em seminários na Chico State e University of California, em Santa Cruz. Foi docente de ilustração e desenho em The Anza College, Academy of Art University, California College of Arts and Crafts e possui um certificado de ensino profissional do Estado da Califórnia.
Ilustrador de eleição dos correios norte-americanos, criou o seu 11º selo, que foi posto em circulação, em 2011.
Também foi o artista gráfico escolhido, pelo Serviço de Parques dos EUA, para conceber o cartaz das comemorações do 75º aniversário da Goden Gate Bridge.
Os trabalhos deste artista estão também presentes na música e no cinema.

Os cartazes de promoção dos filmes \"The Rocketeer\", \"Indiana Jones, o Templo Perdido\" e uma ilustração da maratona de Londres usada em \"Jerry Mcguire\", são algumas das criações deste ilustrador para o cinema. Os desenhos em várias t-shirts para bandas americanas de música rock dão conta da sua intervenção na área da cultura.
Para além do desenho, arte que pratica desde os três anos, dedica-se ainda ao ensino. É consultor de várias universidades norte-americanas e mantêm uma actividade permanente na Columbia University, em Nova Iorque.

sábado, 13 de junho de 2015

Documentos emitidos na Bahia entre 1664 a 1889

Documentos emitidos na Bahia entre 1664 a 1889 poderão ser acessados online
A escrava Isabel, que sequer tinha sobrenome, recebeu sua alforria em 22 de abril de 1816 – assim como sua filha, Eufrásia. Em 1853, foi a vez da também escrava Emília Nagô ter sua liberdade: comprada pela bagatela de 450 mil réis.

No mesmo ano, o Engenho de Maraçu publicava uma escritura com todos os seus escravos e Clara Eugênia Dias vendia uma casa de um único pavimento na região da Lapa a Manuel Felipe Bahia da Cunha por um pouco mais do que a compra da liberdade de Emília: 500 mil réis.
Cartas de liberdade, escrituras de venda e compra de imóveis, procurações, contratos de casamento, atas de eleição... Por muito tempo, documentos como esses ficaram escondidos entre as paredes da sede do Arquivo Público do Estado, na Baixa de Quintas.

Mas a digitalização de cerca de 450 mil imagens de 900 livros de notas (também conhecidos como registros de cartório) de Salvador promete trazer muito da história da Bahia e do Brasil para a luz – além de facilitar a vida de estudiosos e do público geral.

 Desde maio, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (Ufba), sob o comando do professor João José Reis, em parceria com a Fundação Pedro Calmon e o Arquivo Público, começou a digitalizar o material, que é do período de 1664 a 1889. O projecto é financiado pela British Library (Biblioteca Britânica), através do programa Arquivos Ameaçados de Extinção.

Demanda

Ao todo, serão investidas cerca de £ 42 mil libras (algo em torno de R$ 200  mil), ao longo dos dois anos do projecto. Depois, quando tudo tiver sido digitalizado, ficará disponível on line no site da British Library para ser acessado gratuitamente, de qualquer parte do mundo.
“A série documental escolhida para este projecto é fundamental para a escrita da história social e económica da Bahia. São documentos que já vêm sendo usados há décadas pelos pesquisadores. E são, com frequência, consultados pelo público em busca de documentos sobre história familiar, cadeias sucessórias de imóveis, limites de propriedade, entre outros assuntos”, explica o professor João José Reis, que é do Programa de Pós-Graduação em História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Ufba.

É difícil estimar quantas pessoas buscam os registros dos livros de notas, mas, segundo a directora do Arquivo Público, Maria Teresa Matos, eles estão entre as principais buscas das cerca de 300 consultas que o órgão recebe por mês. Como todos são muito antigos e frágeis, o risco de perdê-los era grande.


“A digitalização não vai apenas ampliar o acesso das pessoas aos documentos, mas vai ser possível preservá-los”.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Emeril Lagasse


Emeril Lagasse nasceu em Fall River, Massachusetts, EUA. É descendente pelo lado materno, uma vez que a mãe é natural da ilha de S. Miguel – Açores.
Actualmente, é considerado um dos chefes de cozinha mais afamados dos EUA. Para além da sua rede de restaurantes, é proprietário de um canal de televisão dedicado à gastronomia e culinária, onde apresenta uma vasta programação.
A revista Time classificou o programa “Essence of Emeril” como um dos 10 melhores shows de televisão.
Lagasse lançou a sua própria linha de panelas “Emerilware” e foi autor do bestseller New Orleans Cooking. Em 2002, criou o “Emeril Lagasse Foundation” que visa a promoção de programas educacionais de nutrição e arte culinária para crianças.