sábado, 30 de maio de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
José Manuel Franco Wallenstein Teixeira de ascendência açoriana

José Manuel Franco Wallenstein Teixeira (Lisboa, 18 de Outubro de 1959) é um actor e encenador português.
Wallenstein nasceu em Lisboa, numa família com uma forte ligação às artes per formativas; de ascendência açoriana e alemã. O pai era o actor e encenador Carlos Wallenstein (1926-1990) e, a mãe era a actriz, professora e encenadora Maria do Bom Sucesso Wallenstein (1927-2007). Tem dois irmãos: Madalena e Pedro.
Bacharelou-se em Teatro (Formação de Actores), pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (1985), iniciando uma carreira no teatro. Foi dirigido por encenadores como Luís Miguel Cintra, Ricardo Pais, Rogério Vieira, Fernanda Lapa, Filipe La Féria, Gastão Cruz, Miguel Guilherme, Jorge Listopad, Carlos Avilez ou Rui Mendes.
A sua interpretação em A Grande Paz, de Edward Bond (1987), valer-lhe-ia no mesmo ano o Prémio de Melhor Actor de Teatro da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. Em 1988 foi nomeado para o Prémio Garrett, da Secretaria de Estado da Cultura pelo desempenho em Três Irmãs, de Anton Tchekhov.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Nascimento de António 1794
Registo de nascimento de António que se baptizou em os 24 dias do mês de Dezembro de 1794 na freguesia das Manadas ilha de S. Jorge. António que tinha sido abandonado á porta da avó do padre da época. O padre acaba por revelar a identidade da criança inclusive que mais tarde partiu para o Brasil onde casou com uma filha de um fazendeiro natural do Caís da ilha do Pico e não mais voltou aos Açores. Era filho natural do Sargento Mor das Velas José de Bettencourt e de Maria Joaquina.
terça-feira, 26 de maio de 2015
Eliseu Pereira dos Santos
Eliseu Pereira dos Santos, de ascendência cabo-verdiana, nasceu em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores, a 1 de Outubro de 1983. É jogador de futebol e, na equipa, desempenha, habitualmente, as funções de defesa e extremo esquerdo.
Iniciou a sua carreira de futebolista no Marítimo Sport Clube, formação da freguesia da Conceição, concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira.
Em 2002/2003 efectuou a sua estreia na divisão maior do futebol português, como jogador do Belenenses.
Na citada época fez apenas uma partida, tendo marcado um golo nesse jogo.
Em 2003/2004, participou em 24 jogos. Na época seguinte continuou em Belém, no entanto apenas participou em 10 partidas. Na temporada 2005/2006, foi emprestado ao Varzim, que competia na Liga de Honra. Em 15 jogos apontou 3 golos. Em 2006/2007 regressou a Belém, onde em 17 jogos, marcou um golo.
Em 2007/2008 assinou um contrato com o Málaga, que competia na LIGA BBVA (equivalente a Liga de Honra portuguesa).Participou em 37 jogos, apontando 3 golos. Em 2008/2009 foi uma das estrelas da formação espanhola. No início da época 2009/2010 foi anunciada a sua transferência para a Lazio, da série A italiana.
No verão de 2010, regressou ao Málaga. No dia 24 de Julho de 2014 assinou um contrato válido por duas épocas, mais uma de opção, com o Sport Lisboa e Benfica.
Em Fevereiro de 2009, Eliseu foi convocado por Carlos Queiroz para integrar os trabalhos da Selecção Nacional, tendo em vista o jogo de preparação para a fase de qualificação do Mundial da África do Sul, realizado em 2010. No entanto, não chegaria a estrear-se pela equipa principal das Quinas. A sua primeira internacionalização teve lugar a 10 de Junho de 2009, frente à Estónia, num jogo de carácter particular, que terminou empatado a zero.
Iniciou a sua carreira de futebolista no Marítimo Sport Clube, formação da freguesia da Conceição, concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira.
Em 2002/2003 efectuou a sua estreia na divisão maior do futebol português, como jogador do Belenenses.
Na citada época fez apenas uma partida, tendo marcado um golo nesse jogo.
Em 2003/2004, participou em 24 jogos. Na época seguinte continuou em Belém, no entanto apenas participou em 10 partidas. Na temporada 2005/2006, foi emprestado ao Varzim, que competia na Liga de Honra. Em 15 jogos apontou 3 golos. Em 2006/2007 regressou a Belém, onde em 17 jogos, marcou um golo.
Em 2007/2008 assinou um contrato com o Málaga, que competia na LIGA BBVA (equivalente a Liga de Honra portuguesa).Participou em 37 jogos, apontando 3 golos. Em 2008/2009 foi uma das estrelas da formação espanhola. No início da época 2009/2010 foi anunciada a sua transferência para a Lazio, da série A italiana.No verão de 2010, regressou ao Málaga. No dia 24 de Julho de 2014 assinou um contrato válido por duas épocas, mais uma de opção, com o Sport Lisboa e Benfica.
Em Fevereiro de 2009, Eliseu foi convocado por Carlos Queiroz para integrar os trabalhos da Selecção Nacional, tendo em vista o jogo de preparação para a fase de qualificação do Mundial da África do Sul, realizado em 2010. No entanto, não chegaria a estrear-se pela equipa principal das Quinas. A sua primeira internacionalização teve lugar a 10 de Junho de 2009, frente à Estónia, num jogo de carácter particular, que terminou empatado a zero.
sábado, 23 de maio de 2015
Caetano Veloso de origem Açoriana
Caetano Veloso nasceu em 7 de Agosto de 1942 em Santo Amaro, na Bahia,
como o quinto dos sete filhos de José Teles Velloso, o "Seu
Zezinho", funcionário público da Empresa Brasileira de Correios e
Telégrafos (1901-1983), e Claudionor Viana Teles Velloso, mais conhecida como
"Dona Canô" (1907-2012), casados em 7 de Janeiro de 1931 e de
descendência Açoriana.
Desde pequeno, mostrou imenso interesse em arte e pintura. Em 1946, sua
irmã mais nova nasceu. Veloso foi fundamental no momento da escolha de seu
nome: o garoto de quatro anos de idade que adorava música brasileira, inspirado
na valsa "Maria Bethânia" do compositor Capiba e sucesso na voz do
cantor Nélson Gonçalves, assim escolheu o nome da irmã, Maria Bethânia. Ambos veriam sua trajectória artística se
cruzar por diversos momentos e foram os dois filhos de Dona Canô que mais se
destacaram no cenário nacional.
Dois acontecimentos principais o fizeram optar pela música. Aos dezasseis
anos, sofreu um impacto que mudou definitivamente os seus planos de trabalhar
no cinema: ouviu, num programa da Rádio Mayrink Veiga, a canção "Chega de
Saudade" na voz de Marisa Gata Mansa e tomou conhecimento do disco
homônimo de 1959 de João Gilberto. "Foi o marco mais nítido que uma canção
já me deixou na vida", recordaria anos mais tarde. As maiores influências musicais desta época
foram alguns cantores em voga na época, como "o rei do baião" Luís
Gonzaga, e canções de maior apelo regional, como sambas de roda e pontos de
candomblé. Em 1956, frequentou o auditório da Rádio Nacional, na cidade do Rio
de Janeiro, que contava com apresentações dos maiores ídolos musicais
brasileiros.
Iniciou a carreira interpretando canções de bossa nova, sob influência
de João Gilberto, um dos ícones e fundadores do movimento bossa nova. Colaborou
com os primórdios de um estilo musical que ficou conhecido como MPB (música
popular brasileira), deslocando o melodia pop na direcção de um activismo
político e de conscientização social. O nome ficou então associado ao movimento
hippie do final dos anos 1960 e às canções do movimento da Tropicália.
Trabalhou como crítico cinematográfico no jornal Diário de Notícias, dirigido
pelo director e conterrâneo Glauber Rocha. A obra adquiriu um contorno
pesadamente engajado e intelectualista e o artista firmava-se sendo respeitado
e ouvido pela mídia e pela crítica especializada.
Participou na juventude de espectáculos semi-amadores ao lado de Tom Zé,
da irmã Maria Bethânia e do parceiro Gilberto Gil, integrando o elenco de
"Nós por exemplo", "Mora na filosofia" e "Nova bossa
velha, velha bossa nova" em 1964. O primeiro trabalho musical foi uma
trilha sonora para a peça teatral Boca de ouro, do escritor Nelson Rodrigues,
do qual Bethânia participou em 1963, e também escreveu a trilha da peça "A
excepção e a regra", do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, dirigido por
Álvaro Guimarães, na mesma época em que ingressou na Faculdade de Filosofia da
Universidade Federal da Bahia.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Manuel Vieira, o "rei" da batata-doce
Nasceu há 66 anos no Açores, saiu do Pico com 17, esteve primeiro no Rio
de Janeiro e chegou aos Estados Unidos da América em 1972, onde ainda hoje vive
e produz 50 mil toneladas de batata-doce por ano.
Na cidade de San José, na Califórnia, Manuel Vieira
foi distinguido pelo Presidente da República com a comenda da Ordem do Mérito.
Uma insígnia que junta ao sucesso que alcançou à frente da produção de
batata-doce, um caminho que reconhece ter sido exigente.
Notando que gosta muito da sua terra e não quer falar mal de Portugal,
Manuel Vieira reconhece, contudo, que tem de ser "realista".
"Apenas estou a comentar o que eu vejo quando vou a Portugal",
disse.
Apesar disso, aquele que é já o maior produtor mundial de batata-doce
biológica, que representa 30 por cento de toda a sua produção, garante não
estar desiludido com Portugal, apesar de ter pena que neste momento exista
"uma troika a mandar" nos portugueses.
Apontando o dedo a quem não evitou a chegada dessa `troika`, Manuel
Vieira atribuiu responsabilidades a quem falhou, aos "da economia, das
finanças que foram convidados para exercer cargos de grande
responsabilidade".
"Alguém falhou ou muita gente falhou. Não se admite que gente muito
formada, gente bem informada, gente com formação universitária, não tenha visto
antecipadamente o problema da crise", sustentou.
Apesar disso, o actual patrão de 900 trabalhadores, que classifica como
"os melhores funcionários do mundo", não deixa de lado a
possibilidade de continuar a investir em Portugal.
De lado, contudo, parece estar a possibilidade de estender os negócios
da batata-doce a Portugal, um país onde "não há cultura da batata-doce".
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Marcelo Ribeiro Alvares Correa
Marcelo Correa nasceu no dia 1 de Agosto de 1972, no Rio de Janeiro, Brasil.
Neto de terceirenses, naturais do Concelho de Angra do Heroísmo, é um fotógrafo que colabora, regularmente, com diversas publicações brasileiras, nomeadamente na realização de retratos e ensaios fotográficos.
As suas fotografias já publicadas nas páginas de revistas como a Lola, Elle, Trip, Cláudia, Quem, Gol, Vip, Veja, Época, PME, PEGN, Criativa, Sem Número, Men’s Health, entre outras. Marcelo Correa trabalha, também, com agências de design e publicidade, participando em projectos relacionados com livros e CD’s, entre os quais se encontram os discos de Luiz Melodia e Alceu Valença.
Entre as várias exposições que já realizou, destaca-se a “Eu Ilha”, realizada em 2008, na ilha do Faial, Açores. Participou no Workshop “Gestos e Gentes do Carnaval Terceirense”, realizado em Fevereiro de 2006, pela Direcção Regional das Comunidades, na ilha Terceira.Já participou em mais de uma dezena de exposições colectivas. Uma das suas imagens serviu de cartaz e material promocional do Estivales de Perpignan por ocasião do ano do Brasil em França, em 2005, e outra participou na Designmai, em Berlim, a convite do designer Felipe Taborda, em 2006.
É sócio fundador do Estúdio Fotográfico 1000 Palavras e ex-professor na escola Atelier da Imagem.
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