terça-feira, 14 de abril de 2015

Katy Perry com origens nos Açores


Katheryn Elizabeth Hudson nasceu em 25 de Outubro de 1984 em Santa Bárbara, Califórnia, Estados Unidos, oriunda de uma família de classe baixa.  Ela é filha de dois pastores evangélicos, Keith e Mary Hudson, e possui dois irmãos, uma mais velha chamada Angela Hudson e um mais jovem chamado David Hudson. Katheryn possui ascendência portuguesa por parte de sua mãe, que é irmã do cineasta Frank Perry e da roteirista Eleanor Perry, ambos falecidos. Três de seus trisavós eram originários dos Açores, mais especificamente de Horta. Perry também tem ascendência alemã, irlandesa e inglesa.
Quando era criança, ela ouvia apenas música gospel e era proibida de ouvir outros estilos musicais, chamados por seus pais de "músicas seculares".  Ela participava de escolas dominicais e acampamentos religiosos, chegando a fazer aulas de dança em um salão em Santa Bárbara, onde aprendeu a dançar swing, Lindy Hop e jitterbug.
 Segundo a cantora, ela competia musicalmente com sua irmã mais velha porque queria "copiar sua irmã e tudo o que ela fazia" e devido a isso, praticava seu canto com fitas cassetes, que eram frequentemente roubadas por Katheryn para treinar. Após treinar, ela cantou para seus pais e eles sugeriram para que ela aperfeiçoasse suas habilidades com aulas de canto; durante um certo período, Katheryn cantava publicamente em restaurantes e reuniões familiares. Ela foi baptizada e, aos nove anos de idade, começou a cantar no coro musical de sua igreja até os dezassete anos.  Quando adolescente, ela estudou no Colégio Dos Pueblos e depois de completar o ensino médio e receber seu diploma, ela decidiu prosseguir sua carreira musical, estudando canto até os dezasseis anos de idade e até mesmo chegando a cursar ópera na Faculdade de Música do Oeste em Santa Bárbara, mas por pouco tempo.

domingo, 12 de abril de 2015

Ultima lista de Emigrantes que partiram da Calheta ilha de S. Jorge Açores para o Brasil

1.  Maria Santa (Nossa Senhora do Rosário, Calheta, Ilha de São Jorge, Portugal, batizada em 17 de Outubro de 1733 - Rio Grande do Sul, ?) casada com Jerónimo da Silveira Machado.

2.  Maria Santa Pacheco (Vila do Topo, Ilha de S. Jorge, Azores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Bernardo Pinto Bandeira.

3.  Maria de Santo Antonio (Vila do Topo, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Antão Pereira Machado.

4.  Mariana Inácia de Jesus (Norte Pequeno, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com João de Souza Leal.
5.  Mariana Luísa (Calheta, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com José Rodrigues.
Mathias Silveira de Oliveira (Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Joanna do Sacramento.

6.  Paula Corrêa (Fajã de São João , Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Francisco de Souza.

7.  Paula Maria Cardoso (Topo, Açores, Ilha de São Jorge, Calheta, Portugal, 1 de janeiro de 1722 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, ?) casada com Caetano de Sousa Nunes.

8.  Pedro de Moraes Monforte (Vila do Topo, Ilha de S. Jorge, Açores, Portugal, 2 de julho de 1659 - Paranaguá, Paraná, c. 1721) casado com Catharina de Lemos.

9.  Rita Maria do Rosário (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Azores, Portugal, 13 de setembro de 1728 - Gravataí, Rio Grande do Sul, 23 de março de 1810) casada com Antonio Machado Netto.

10.  Rosa de São José (Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com José da Silveira Bittencourt.

11.  Roza Maria (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Azores, Portugal, c. 1735 - Rio Grande, Rio Grande do Sul, 18 de maio de 1773) casada com Thome de Souza Mattos.

12.  Sebastião Francisco da Cunha (Ribeira Seca, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Ana Vitória da Luz.



13.  Thome de Souza Mattos (Vila do Topo, Calheta, Ilha de São Jorge, Açores, Portugal, 17 de setembro de 1715 - Brasil, ?) casado com Roza Maria,

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Ramiro Carvalho Dutra


Ramiro Dutra nasceu a 27 de Setembro de 1931, na ilha de São Miguel -Açores. Em 1948, emigrou para a Califórnia, Estados Unidos da América. Prosseguiu os estudos na University of California, onde obteve uma licenciatura em Agrotecnologia, um mestrado em Ciências dos Alimentos e um doutoramento em Bioquímica.
Distinto conferencista, jornalista e autor de várias obras em prosa e poesia, exerceu durante vários anos as funções de professor universitário no California State Polytechnic University, onde fundou e dirigiu, durante 15 anos, o Departamento de Nutrição e de Ciências dos Alimentos, mantendo-se nesta instituição até à sua aposentação como professor catedrático.
Apesar do sucesso da sua carreira científica, também se destacou no campo da literatura ao apresentar, em 1986, um livro de poesia intitulado “Sorrisos da Califórnia”. No ano anterior, publicou o livro “Horizontes – mensagens aos luso-americanos”. Mais tarde, em 1991, lançou as obras “Eco Cinzento” e “Maré Cheia”. Em 2002, investigou e redigiu o texto de quatro comunidades que fizeram parte da publicação “Holy Ghost Festas: A Historical Perspective of the Portuguese in Califórnia”.
A sua escrita revela uma melancólica reanimação das vivências do além – mar, prestando uma homenagem ao esforço dos emigrantes.
Foi distinguido pela Governo Português com o grau de Comendador da Ordem de Santiago da Espada, para as Ciências, Letras e Artes (1981), tendo recebido também a Medalha de Valor e Mérito, em 1986, atribuída pela Secretária de Estado da Emigração, o Golden Leaves Award for Contribution to the Literature of Higher Education, em 1991, e a Medalha de Mérito das Comunidades Portuguesas, Grau de Ouro, em 1992.

Ramiro Dutra foi um das personalidades que participou no I Encontro de Escritores Açorianos da Diáspora, realizado em 2003, em Angra de Heroísmo, ilha Terceira -Açores.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

António Garcia da Rosa 1.º barão da Areia Larga

António Garcia da Rosa (Horta, 25 de Agosto de 1790 — Horta, 25 de Abril de 1876), 1.º barão da Areia Larga, foi um aristocrata e político açoriano que, entre outras funções, foi subprefeito da Comarca da Horta (1833) e governador civil do Distrito da Horta.

 Foi filho do desembargador Manuel Garcia da Rosa e de sua mulher Isabel Josefa de Lacerda, uma família da melhor aristocracia faialense.
 Pertencente à elite da cidade da Horta, foi uma das figuras mais destacadas da cena política faialense no período que se seguiu ao fim da Guerra Civil. Foi por várias vezes vereador da Câmara Municipal da Horta, tenente-coronel do regimento de milícias do Faial e subperfeito da Horta em 1833, durante o curto período em que existiu a Província dos Açores. Após a criação do Distrito da Horta, foi governador civil interino num período de grande agitação política nos Açores1 .
 Recebeu o título de barão da Areia Larga, por decreto de 22 de Fevereiro de 1854 do rei D. Pedro V de Portugal e foi feito fidalgo da Casa Real com brasão de armas concedido por alvará de 12 de Março de 18572 . Foi ainda agraciado com a comenda da Ordem de Cristo.

Casou a 15 de Julho de 1815 com Isabel Lacerda Peixoto.