sexta-feira, 20 de março de 2015

Emigrantes que partiram para o Brasil da cidade da Praia da Vitóri ilha Terceira

 1.  Águeda Maria Simões (Ilha Terceira, Praia da Vitória, Açores, Portugal, 19 de Agosto de 1731 - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 19 de Novembro de 1820) casada com Manuel Gonçalves, Mancebo.

2..  Antão Lourenço Rebolo (Quatro Ribeiras, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, 26 de Julho de 1810) casado com Rosa da Conceição. O casal já havia emigrado para Desterro, estabelecendo-se no alto de um morro à Oeste da Ilha, de onde se avistava mar e continente a perder de vista. Quando o açoriano faleceu a história de seu primeiro habitante já havia baptizado aquele lugar: era o morro do Antão, actual Morro da Cruz.

3.  António Mendes Borges (Ilha Terceira, Lajes, Praia da Vitória, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Francisca Josefa e Maria de São José.

4.  Catarina dos Anjos (Fontinhas, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Bernardo Rodrigues de Souto.

5.  Isabel Inácia do Espírito Santo (Lajes, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Portugal, 11 de Outubro de 1740 - Rio Grande, Rio Grande do Sul, 31 de Março de 1816) marido de Manuel Lucas.

6.  João do Couto Machado (Biscoitos, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Taquari, Rio Grande do Sul, 16 de Junho de 1781) casado com Taquari, Rio Grande do Sul.

7.  José Francisco Lourenço (Quatro Ribeiras, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Joana Bernarda.

8.  José Martins Faleiro (Lajes, Praia da Vitória, Terceira, Açores, Portugal, 4 de Fevereiro de 1716 - Brasil, 15 de Março de 1783) casado com Jacinta Rosa Coelho.

9.  Manuel Gonçalves Dias (Lajes, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 7 de Fevereiro de 1789) casado com Cecília Maria dos Anjos.

10.  Manuel Luís (N.Sa. de Guadalupe de Agualva, Ilha Terceira, 13 de Março de 1712 - Brasil, ?) casado com Mariana Tomásia.

11.  Manuel Lucas (São Pedro de Biscoitos, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, 7 de Setembro de 1731 - Rio Grande, Rio Grande do Sul, 24 de Junho de 1802) casado com Isabel Inácia Do Espírito Santo.

12.  Maria Francisca da Conceição de Melo (Biscoitos, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, c. 1702 - Santo Amaro do Sul, General Câmara, Rio Grande do Sul, 28 de Junho de 1792) casada com António Nunes Corvelo.

13.  Maria de Jesus (São Pedro dos Biscoitos, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Thomé Machado Ourique.

14.  Maria do Nascimento (Praia da Vitória, Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Manuel de Freitas Teixeira.

15.  Maria de São Mateus (Fontinhas, Praia da Vitória, Terceira, Açores, Portugal, c. 1734 - Brasil, ?) casada com João Rodrigues Evangelho.

16.  Maria Silveira (Lajes, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, c. 1710 - Taquari, Rio Grande do Sul, 23 de Junho de 1781) casada com Manuel da Silveira Golarte.

17.  Mariana Tomásia (S. Miguel Arcanjo das Lajes, Ilha Terceira, 18 de Outubro de 1710 -Brasil, ?) casada com Manuel Luís.

18.  Mateus Lourenço Coelho (Quatro Ribeiras, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Ana Maurícia Rosa.


19.  Thomé Machado Ourique (São Pedro dos Biscoitos, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal, c. 1710 - Brasil, ?) casado com Maria de Jesus.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Helder Eiró, tocador e construtor de viola da terra


Na pequena ilha açoriana da Graciosa, a emigração leva potenciais tocadores da tradicional viola da terra para longe. Helder Eiró viveu muitos anos nos Estados Unidos, tem uma casa perto das afamadas termas do Carapacho e procura ensinar as novas gerações. «Construo violas e ensino o que sei para que isto não morra».
Foi na sua casa do Carapacho, com uma vista magnífica sobre o mar da Graciosa que encontrei o construtor de violas e tocador de viola da terra Helder Eiró. Fui lá graças a outro tocador mais jovem, António Reis, que aprendeu a tocar com Eiró.
 No dia em que lá passámos Eiró estava à espera de três jovens da freguesia de Guadalupe a quem ensina gratuitamente viola da terra para que a arte não se perca. Na Graciosa, há necessidade de que existam mais jovens a envolver-se com a viola característica dos Açores. A emigração e migração para fora da ilha esvazia o lote de potenciais tocadores. Curiosamente, dos três jovens que apareceram naquele dia em casa de Hélder, uma rapariga ia em breve partir para estudar fora da ilha.

O próprio Helder vive parte do seu tempo no Carapacho e outro tanto na Califórnia. Foi nos Estados Unidos, para onde emigrou em 1965, que começou a construir violas da terra. «Até aos 20 anos trabalhei a terra. Depois trabalhei de carpinteiro aqui na Graciosa e depois emigrei em 65. Estive na costa leste, no Massachusetts como operador de máquina de fazer caixas de papelão. Nos tempos livres aprendi a construir violas».

 O pai era tocador e mandava nos bailes de roda. Foi ele que insistiu para Eiró começar a construir. «Comecei por construir um violão velho e experimentei colocar-lhe os corações como na viola da terra. Mas a minha pequena não gostou. Depois, fiz a primeira viola». Em 1976, mudou de ares. Da costa leste foi viver para a Califórnia. «Trabalhei numa fábrica de waffles, depois fui novamente para uma fábrica de papelão e uma vez numa filarmónica de lá conheci um indivíduo que me arranjou trabalho na Lockeed, numa fábrica de armamento. Andei lá 23 anos a limpar os escritórios, vim com uma reforma linda».

Comprou três livros sobre a viola e foi construindo para os emigrantes. «Cada viola leva o nome do dono, onde eles estão e quanto custou», diz a sorrir. Também já construiu nove bandolins, dois violões, três guitarras de fado e consertou muita viola. «Mas já não conserto. O conserto dá muito trabalho e não compensa. Mais vale comprarem uma nova».

Existem vários casos de pessoas que se dirigem a Eiró para consertar violas da terra que pertenciam aos antepassados. «São violas que pertenciam à família e têm muito afecto por elas. Houve um que me disse: Esta viola, senhor, é do meu avô. Custe o que ela custar, pago o que for preciso para a consertar. Tinha conchas incrustadas ...»


Uma vez, apareceu-lhe uma encomenda de conserto do Havai. «Eu disse ê senhor eu conserto a viola mas tu assinas uma carta em como és responsável pelo transporte para o Havai, eu cá não vou ser responsável pelo transporte...Ele concordou, assinou o termo de responsabilidade e lá chegou a viola da terra ao Havai. Era do avô dele. Já mandou o endereço do Havai para eu ir lá uma semana a casa dele mas nunca fui...»


Na Califórnia, aos fins-de-semana, Eiró organizava bailes de roda com «pessoal» quase todo da Graciosa, tocando e cantando as modas da ilha. «Aqui é preciso não deixar morrer a tradição. Há tempos fizemos um baile aqui no Carapacho e eu ensino estes jovens para que isto não morra».

terça-feira, 17 de março de 2015

Narciso Lopes é dos últimos na Terceira a dedicar-se à arte da tanoaria


Na ilha Terceira, nos Açores, já não há muitos carpinteiros a dedicar-se à arte da tanoaria. Um deles é Narciso Lopes, cuja carpintaria fica perto da estrada entre as Quatro Ribeiras e a Agualva, na costa norte da ilha. Apaixonado pelo trabalho em madeira, Narciso até já escreveu num jornal regional sobre as virtudes e a segurança dos tectos em madeira numa ilha flagelada em 1980 por um forte terramoto: «É mais seguro que o betão».
A carpintaria Narciso de Narciso Lopes, 59 anos, fica à beira da estrada entre Quatro Ribeiras e Agualva, na costa norte da Ilha Terceira. Narciso é um dos poucos na ilha que ainda faz tanoaria.
«Não há nada que eu não saiba fazer em madeira», explica Narciso, que cresceu na lavoura mas cedo ganhou a paixão pelo trabalho com madeira. «Dos 13 aos 18 ia sozinho na companhia de um cão guardar vacas para a Serra do Labaçal. Mas nos tempos livres e na escola sempre gostei de trabalhar a madeira. Na escola eu é que fazia os piões para os outros, com uma navalha, um vidro para raspar e uma machada pequena». Após o serviço militar, casou com a filha de um marceneiro. «Fui para a oficina do meu sogro e ao fim de seis meses já fazia qualquer mobília».

Com o terramoto que abalou a Terceira em 1980, teve muito trabalho. «Meti tectos de madeira em casas da ilha toda». Ainda hoje, Narciso Lopes mantém que os tectos em madeira são bem mais seguros do que as placas de betão. «Durante o sismo, muitas casas ficaram sem paredes e os tectos ficaram em cima dos frontais em madeira que faziam as divisões dos quartos. As traves de madeira assentes em cima das paredes não deixam que estas caiam para dentro. A placa em betão é mais perigosa em caso de sismo porque está ligada às paredes. Se a terra tremer e a construção cair, cai para dentro».
De há uns anos a esta parte, Narciso Lopes dedica-se também ao artesanato. «Faço bordões de lavrador que muita gente gosta de comprar para levar para a América, para o Canadá ou para o continente». Também faz aguilhadas: «A aguilhada é a peça com que o lavrador em cima do carro de bois toca no animal e faço varas para o jogo do pau. Já fiz alguns arados e já reparei carroças e carros de bois».

segunda-feira, 16 de março de 2015

João de Resende Costa e Helena Maria de Jesus

Muitos Resendes ramificaram-se e expandiram-se no Brasil por meio do casal João de Resende Costa e Helena Maria de Jesus, sendo ele filho do português Manuel de Resende e de Ana da Costa, neto paterno de André da Fonte de Morais e de Margarida de Resende (esta, filha de Jorge de Resende e de Catarina de Freitas); neto materno de António Vaz de Fontes e de Maria Fernandes. João de Resende Costa nasceu em 1699, na Ilha de Santa Maria, no Arquipélago dos Açores em Portugal, e mudado para o Brasil, por volta de 1720, sequioso pelo enriquecimento rápido proporcionado pelo ouro das famosas Minas Gerais, onde acabou por adquirir uma vasta propriedade rural na região de do município de Lagoa Dourada, a qual deu o nome de Engenho Velho dos Cataguases ou Catauás . Enquanto que Helena Maria de Jesus, é filha de Manuel Gonçalves Correia e de Maria Nunes, nascida em 15 de Janeiro de 1710, na Ilha do Faial, Arquipélago dos Açores, em Portugal, sendo ela uma das célebres Três Ilhoas, que deram origem a vários troncos de antigas, tradicionais e importantes famílias. Casaram-se em  de Outubro de 1726, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Prados, Comarca do Rio das Mortes, hoje município de Lagoa Dourada, e deixaram treze filhos, dos quinze nascidos vivos, os quais se tornaram um dos mais importantes grupos mineiros, de abastados proprietários rurais, membros da chamada «aristocracia rural cafeeira», e actuantes na história política e social do país, os quais são considerados o berço da Família Resende no Brasil e que daí se espalharam os vários ramos, do Rio Grande do Sul ao Amazonas, ramificando-se até o Uruguai.
Registaram-se filhos de João de Resende Costa e Helena Maria de Jesus:
Padre João de Resende Costa, nascido em 02/Novembro/1728;
Este foi o primeiro Resende nascido no Brasil, e como um presságio tornou-se padre e abençoou toda a descendência da família que viria à seguir, tornando-a uma das mais respeitadas e influentes da história política e social do país, com características marcantes na forte religiosidade e na reconhecida simplicidade e apego ao trabalho, além de incansáveis defensores da moral e dos bons costumes, que servem como exemplo de retidão até os dias de hoje, para o enriquecimento de toda a sociedade.
Foi baptizado na Igreja Matriz de Prados, pelo Vigário José Pacheco Pereira em 02 de Novembro de 1727, sendo padrinhos o Sr. Miguel da Costa Pereira e D. Maria Pedrosa, esta esposa de João Alves Prado.
Foi vigário colado da Matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Prados até a data de sua morte em 1788, sendo sepultado na Capela-Mór da referida igreja.
Sua Irmã D. Josepha, em seu testamento de 29 de maio de 1825 manda dizer 40 missas pela alma deste seu falecido santo irmão. Saliente-se que após este primeiro padre da família, outros 12 filhos e netos de João Rezende Costa e Helena Maria de Jesus tornaram-se padres católicos, seguindo a vida religiosa como 12 apóstolos do primeiro Rezende brasileiro.
Maria Helena de Jesus, nascida em 17/abr/1729;
Foi baptizada em 17 de abril de 1729, casou-se no dia 15 de Setembro de 1749, na Capela de Santo António da Lagoa Dourada, com o Capitão José António da Sylva, Português, filho de André João e D. Maria Antónia.
Capitão José de Resende Costa (o Inconfidente) nascido em 13/06/1730;
Foi baptizado em 13 de Junho de 1730, tornou-se parte da Inconfidência Mineira e foi condenado à morte junto com Tiradentes, cuja pena foi comutada na última hora pela Rainha Maria I pelo degredo de 10 anos na África, onde morreu em 1803, foi casado com Anna Alves Pretto, filha do Cap. Mór João Alves Preto e D. Maria Pedrosa de Morais.
Consta na história que a viúva do Capitão José Rezende Costa, D. Anna Alves Pretto, por desgosto de ter que assistir a prisão do marido e do filho porquanto da Inconfidência Mineira, mandou trancar a porta da residência situada em Rezende Costa/MG e nunca mais permitiu que fosse aberta enquanto fosse viva, cuja promessa foi devidamente cumprida.
Outro aspecto importante é que a carta assinada pela Rainha Maria I perdoando os réus da pena de morte foi assinada no dia 15 de Outubro de 1790, mas os inconfidentes somente tomaram conhecimento da comutação da pena no dia 20/04/1792, ou seja, uma dia antes da data marcada para o enforcamento junto com Tiradentes, sendo inclusive lavrado testamento e realizada a cerimonia de extrema-unção.
Capitão António Nunes de Resende nascido em 13/11/1731;
Filipe Resende (faleceu criança);
Ana Maria de São Joaquim nascida em 10/out/1734;
Alferes Manuel da Costa Resende nascido em 04/set/1735;
Padre Gabriel da Costa Resende nascido em 27/Janeiro/1738;
Helena Maria de Jesus nascida em 18/08/1739;
Teresa Maria de Jesus nascida em 16/08/1741;
Josepha Maria de Jesus nascida em 17/04/1743;
Tenente Julião da Costa Resende nascido em 03/08/1733;
Júlio (faleceu infante) Julho/1744;
Gonçalo (faleceu criança) nascido em 01/11/1745;
Joaquim José de Resende nascido em 10/Abril/1747;
Ana Joaquina de Resende nascida em 1748;
Pessoas[editar | editar código-fonte]
Artur Vieira de Resende e Silva, historiador, genealogista, professor, político;
Luiz Roberto de Resende Khanis, advogado;
Maria Isabel Sampaio Vidal de Resende, comerciante;
José Inácio Benevides de Resende, jurista, professor;
Gabriel de Resende Passos, ministro;
Otto de Oliveira Lara Resende, professor, advogado, escritor, jornalista;
António de Lara Resende, professor, gramático, memorialista;
Geraldo Resende, deputado federal;
Eliseu Resende, senador;
José Rezende da Cunha, arquitecto;
Marcelo Rezende, jornalista;
Sérgio Rezende, escritor, cineasta;
Geraldo Ribeiro de Sousa Resende, barão de Geraldo de Resende;
Iris Rezende Machado, político;
José Maria de Almeida Rezende, jurista, professor;
Gabriel José Rodrigues de Rezende Filho, advogado;
dom José Francisco Rezende Dias, arcebispo;
Estêvão Ribeiro de Sousa Resende, barão de Resende;
Estêvão Ribeiro de Resende, marquês de Valença;
Maria José Aranha de Rezende, poeta, jornalista.

sábado, 14 de março de 2015

Lista de Emigrantes que partiram de S. Roque ilha do Pico Açores para o Brasil

1.  Ana do Espírito Santo (Santo António, Ilha do Pico, Açores, Portugal, c. 1705 - Brasil, ?) casada com Manel Ferreira Mello.

2.  Ana Maria Machado (Ribeira Seca, São Roque do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com João de Souza Pereira.

3.  António Ferreira da Silva (Prainha do Norte, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 2 de Fevereiro de 1719 - Brasil, ?) casado com Tereza Maria de Jesus.

4.  Clara Lopes de Sequeira (São Roque, Pico Island, Azores, Portugal, 26 de Janeiro de 1840 - Brasil, ?) casado com Joaquim Lopes de Souza Pias.

5.  Francisco Pires Casado (Freguesia de Santa Luzia, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 26 de Setembro de 1726 - Brasil, 5 de Dezembro de 1803) casado com Maria Eufrázia Silveira.

6.  João de Souza Pereira (Ribeira Seca, São Roque do Pico, Açores, Portugal, 1 de Janeiro de 1724 - Rio Grande, Rio Grande do Sul, 27 de Junho de 1791) casado com Ana Maria Machado.

7.  Isabel Maria (Santo Amaro, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Manuel d'Ávila Rosa.

8.  José Ferreira Mello (São Roque do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casado com Maria de São Pedro.

9.  José Francisco da Silveira do Casado (Santa Luzia, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, 15 de Junho de 1734 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 16 de Janeiro de 1825) casado com Bibiana Josefa Bittencourt do Canto.

10.  Manuel Ferreira Mello, I (Freguesia de Santo António, Ilha do Pico, Açores, Portugal, c. 1705 - Brasil, ?) casado com Ana do Espírito Santo.

11.  Manuel Ferreira Mello, II (Freguesia de Santo António, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores, Portugal, c. 1735 - Brasil, ?) casado com Maria Tomásia.

12.  Manuel Lopes de Sequeira (Freguesia de São Roque, São Roque do Pico, Açores, Portugal, 24 de Junho de 1843 - Pelotas, Rio Grande do Sul, 19 de Março de 1929) casado com Maria Dorotéia Barcelos.

13.  Maria da Conceição Oliveira ( Santo António, São Roque do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil) casada com Francisco António de Oliveira.

14.  Rosa Maria da Assunção (Ribeira Seca, São Roque do Pico, Açores, Portugal, ? - Brasil, ?) casada com Manuel Jerônimo de Souza.


15.  Tomás José Lopes de Sequeira (São Roque, Ilha do Pico, Açores, Portugal, c. 1806 - Brasil, ?) casado com Ana Isabel Felícia de Melo.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Hélder Antunes

Hélder Antunes nasceu no dia 6 de Julho de 1963, em Angra do Heroísmo, ilha Terceira -Açores.
Passou os primeiros anos da sua vida na Base Área das Lages. Em 1967, mudou-se com a família para Ponta Delgada, ilha de S. Miguel. Em 1975, emigrou com a sua família para Rhode Island, Estados Unidos da América.
É empresário e consultor, desempenhando, atualmente, o cargo de director-gerente na empresa de telecomunicações multinacional, CISCO Systems. É também sócio da empresa Pereira Ventures.
Possui um bacharelato em Engenharia Informática pela San Jose State University.
Iniciou a sua carreira na empresa Grid Systems Corporation. Mais tarde mudou-se para a empresa Plus Development e, dois anos depois, para a CA Technologies. Antes de transitar para a CISCO Systems, Hélder Antunes trabalhou para a empresa NetManage.
Em 1998, juntou-se à CISCO Systems, como gestor de engenharia. Em 2003, foi promovido a Director de Engineering, Global Solutions and Network Services. Em Fevereiro de 2012, foi promovido a Director da Smart Connected Vehicles Initiative.
Desempenhou um papel importante no programa INOV Contacto, iniciativa que proporcionava estágios a jovens licenciados portugueses na CISCO Systems. Desenvolveu , em parceria com o Governo dos Açores, um programa semelhante destinado a estudantes universitários açorianos. Já venceu vários prémios ao longo da sua carreira, dos quais se destacam o Cisco Teamwork of the Year Award, em 2003, o Cisco Pioneer Award in Technological Innovation, em 2004, o CIO 100 Award, em 2008 e o COTEC Portuguese Diaspora Entrepreneurial Innovation Award, em 2012.
É conselheiro do projecto da “Rede Prestige Açores.”