domingo, 7 de dezembro de 2014

A familia


John Philip Sousa 


John Philip Sousa (Washington, 6 de Novembro de 1854— reading, 6 de Março de 1932) foi um compositor e maestro de banda norte americano, do romantismo tardio, popularmente conhecido como O Rei das Marchas, como The Stars and Stripes Forever, marcha oficial dos Estados Unidos. A sua produção musical inclui cerca de 15 operetas e várias canções. Conhecido por ter idealizado e dado nome ao saxofone .

John Philip Sousa nasceu nos Estados Unidos da América, terceiro de dez filhos e filhas de pai Português de origem Açoriana e mãe bávara, de nome: João António de Sousa (John Anthony Sousa) (Sevilha, 22 de Setembro de 1824 - 27 de Abril de 1892) e Maria Elisabeth Trinkhaus (Darmamstadt, 20 de Maio de 1826 - 25 de Agosto de 1908). Os seus pais eram descendentes de portugueses, Espanhoís e Hessianos (Alemães); seus avós paternos eram português e espanhola  refugiados. Sousa iniciou a sua educação musical, tocando violino, como pupilo de João Esputa e G.F. Benkert de harmonia e composição musical com seis anos.

Com a sua própria banda, entre 1892-1931, realizou 15623 concertos..2 Em 1900, a sua banda representa os Estados Unidos na Exposição Universal de Paris (1900).

Morreu de insuficiência cardíaca com 78 anos em 6 de Março de 1932, no seu quarto no Hotel Abraham Lincoln, em Reading, Pensilvânia. Ele tinha conduzido um ensaio de "Stars and Stripes Forever". Ele encontra-se enterrado em Washington, DC no Cemitério do Congresso.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Hélio Costa


O popular Hélio Costa, taxista de profissão e escritor de temas populares para as Danças de Pandeiro e bailinhos já escreveu 19 enredos para diferentes comunidades imigrantes de Terceirenses residentes na América do Norte. Nos últimos anos, as comunidades imigradas na Califórnia tem demonstrado um interesse crescente pela organização do Entrudo Tradicional da Ilha Terceira pelo que tem aumentado o número de grupos que se organizam.

Exemplo desta dinâmica é o facto de Hélio Costa ter escrito a maioria dos textos para grupos sediados na costa Oeste, que nos últimos cinco anos tem sofrido um significativo aumento.

A Califórnia é uma das zonas de fixação de grande número de imigrantes oriundos da ilha Terceira e, também, uma das comunidades imigrantes mais bem sucedidas das diversas comunidades portuguesas residentes no estrangeiro.

De forma espontânea, como tem sido o Carnaval originário na ilha Terceira, este tipo de manifestação tem vindo a aumentar e a tendência é um crescimento que poderá ultrapassar o número de grupos que desfilam nos palcos da ilha Terceira durante os três dias de Carnaval.

Naturalmente que este fenómeno poderá não se desenvolver muito mais devido à diminuição da emigração dos Açores, particularmente da ilha Terceira, para a América do Norte.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Onésimo Teotónio Almeida

Onésimo Teotónio Almeida (n. Pico da Pedra, São Miguel, 18 de Dezembro de 1946), é um escritor português.

Estudou no Seminário de Angra e depois na Universidade Católica, em Lisboa, onde se bacharelou em 1972, ano em que emigrou para os EUA. Em 1977 completou uma licenciatura e em 1980 um doutoramento no Departamento de Filosofia da Brown University (Providence, Rhode Island).


 Em 1975 começou a leccionar no Centro de Estudos Portugueses e Brasileiros dessa mesma universidade, que ajudou a criar. Em 1981 foi nomeado Assistente nesse Centro; em 1987, promovido a Professor Associado; em 1991, a Professor Catedrático. O Centro entretanto passou a Departamento e foi dele seu director de 1991-2003. É Fellow do Wayland Collegium for Liberal Learning, um Instituto de Estudos Interdisciplinares na Brown University, onde lecciona uma cadeira sobre Valores e Mundividências.
Para além das obras em livro, tem centenas de escritos em revistas e livros colectivos. Fundou e dirige a editora Gávea-Brown, dedicada à edição em inglês de obras de literatura e cultura portuguesas, que edita também a revista Gávea-Brown – a Bilingual Journal of Portuguese American Letters and Studies, que ele fundou e co-dirige. É co-editor do e-Journal of Portuguese History e de Pessoa Plural, ambas revistas electrónicas editadas em cooperação internacional e publicadas na Brown University.
Desde 1979 mantém um programa bimensal no Portuguese Channel, de New Bedford, Massachusetts, e durante dois anos manteve um programa semanal – “Onésimo à conversa com…” – na RTP Açores. Foi colaborador regular n’ O Jornal e no Diário de Notícias. É colaborador regular na revista LER, na PNETLiteratura e no Jornal de Letras. Entre as organizacões a que pertence, é membro da direcção da PALCUS – Portuguese-American Leadership Council of the United States. Foi Vice-Presidente do Rhode Island Council for the Humanities e da Associação Internacional de Lusitanistas. Foi eleito Membro da Academia Internacional de Cultura Portuguesa. e sócio-correspondente da Academia da Marinha. Em 2013 recebeu um Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Aveiro .

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dr. Viriato Garrett


Dr. Viriato Garrett [1913-1994]


Médico e filantropo. Cirurgião notável, inovador e percursor, responsável pela introdução de novas técnicas cirúrgicas em Portugal.
Viriato Machado da Costa Garrett. Nasceu em Mafra e faleceu em Angra do Heroísmo. Estudou em Coimbra, onde fez estudos secundários e onde se licenciou em Medicina e Cirurgia. Chegou à ilha Terceira como militar, durante a II Guerra Mundial; aqui casou e fixou residência.
Embora cirurgião, empenhou-se no combate específico a diversas doenças, entre as quais as infantis, promoveu a vacinação e empenhou-se na difusão da medicina preventiva como medicina social.
Médico militar na Força Aérea, onde atingiu o posto de tenente-coronel, aproveitou os contactos que lhe eram proporcionados para trabalhar com médicos ingleses e americanos e adquirir novos conhecimentos e novas técnicas. A sua actividade havia de o conduzir da cirurgia geral à urológica, à cirurgia ortopédica e traumatológica e à cirurgia plástica, para tratamento e enxerto de queimados, conhecimentos que usou no tratamento dos grandes feridos evacuados da guerra colonial.
Em Portugal, foi o primeiro médico a executar a artroplastia da anca e o enxerto ósseo posterior da tíbia.
Filantropo, operava gratuitamente sempre que os pacientes não tinham possibilidade de pagar e, trabalhador incansável, chegou a executar 450 operações num só ano, muitas das quais de longa duração.
Numa época em que os congressos médicos eram ainda pouco frequentados por portugueses, deslocava-se amiúde ao estrangeiro, para neles participar e actualizar conhecimentos.
Era membro activo das mais prestigiadas associações internacionais de cirurgiões.
Foi agraciado com diversas condecorações portuguesas e estrangeiras.
O seu espólio, constituído por documentação e fotografias, foi doado pela família à Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Alfredo da Rocha Nunes


Alfredo da Rocha Nunes, nasceu a 21 de Setembro do ano 1900, na Freguesia de Santa Bárbara. Ávido de conhecer novos mundos e ter melhores condições de vida, como qualquer jovem do seu tempo, emigraria para os estados Unidos da América aos 18 anos de idade. Regressando de novo á ilha e a Santa Bárbara, casaria a 28 de Fevereirode 1933 . Trabalhando na agricultura convivia diariamente com os Barbarenses, conhecendo, por isso, muitos dos seus anseios e partilhando também das suas dificuldades numa Freguesia onde muito havia a fazer para o desenvolvimento da mesma. Homem de convicções firmes, honesto e respeitado, seria convidado a fazer parte da junta de Freguesia primeiro como vogal de 1946 a 1950 e depois como presidente de 1951 a 1954. Com um poder limitado e bastante controlado pelo regime em vigor, no entanto eram eles os representantes da Freguesia, cujo a reivindicação era pedir um pouco para muito que a Freguesia precisava e depois o Governo dava o que entendia. Mesmo assim contribui este homem como tantos outros para o desenvolvimento da Freguesia e da sua identidade.

Alfredo da Rocha Nunes faleceu a 3 de Dezembro de 1994.


( Cortesia à junta de Freguesia e a Norberto Messias)